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Atualizado há 26 dias

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São Paulo, 27 de setembro – A inadimplência das famílias em relação ao empréstimo de crédito com recursos livres, quando as taxas são definidas em acordo entre bancos e clientes, aumentou. Segundo a Nota Monetária de Créditos, divulgada nesta segunda-feira, 27, pelo Banco Central, a taxa de devedores subiu mais uma vez em agosto e agora marca 4,15%.

Esse aumento afetou o spread bancário, a diferença entre os juros pagos e os cobrados pelos bancos, que após três quedas consecutivas, passou de 32,26% a 32,33%. Instituições financeiras que oferecem crédito atribuem o alto spread bancário ao risco de não receber os valores emprestados, especialmente em países com elevada inadimplência.

Aumento da inadimplência e dos juros não diminuiu a concessão de crédito

Nessa esteira, os juros finais do crédito livre às famílias atingiram 40,85%, pressionados pelos custos de captação – taxa paga pelas instituições para tomar crédito no mercado, normalmente ao mesmo nível da taxa básica de juros, a Selic, que está em 6,25% ao ano.

Mas mesmo em um cenário de maior inadimplência das famílias, a concessão de crédito não foi reduzida. Pelo contrário, registrou aumento de 28,50% na comparação interanual.

Alta da inadimplência deve continuar

Na avaliação dos economistas da empresa de informações de crédito Boa Vista, a tendência de alta da inadimplência deve permanecer.

Os motivos? A fragilidade do mercado de trabalho, o cenário de menor crescimento econômico projetado para 2022 e a proximidade do fim do auxílio emergencial, com a última parcela prevista para o mês de outubro.

O benefício foi importante para equilibrar o peso da inflação no orçamento das famílias, mas agora sai de cena – enquanto a inflação continua e encosta nos dois dígitos. Economistas, como Juliana Inhasz, do Insper, e Étore Sanchez, da Ativa Investimentos, acreditam que a inflação ficará fora da meta, cujo teto é de 5,25%.

Brasileiros optam por parcelar suas dívidas

Esse cenário de maior inadimplência pode estar relacionado ao fato de que 27% das dívidas renegociadas no Serasa Limpa Nome tenham sido parceladas em agosto.

O recurso permite que os brasileiros paguem um valor mais compatível com seu planejamento financeiro. Segundo Nathalia Dirani, gerente de marketing da Serasa, “em alguns casos é possível renegociar a dívida em até 72 vezes”. Após o pagamento da primeira parcela o nome do devedor já fica limpo.

Texto: Fernanda de Almeida
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / Mover


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