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São Paulo, 11 de maio – Como já era esperado, os reajustes de medicamentos em abril pesaram no Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA. Contudo, o índice, que é considerado a inflação oficial pelo Banco Central, teve desaceleração frente a março, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. Mesmo com o resultado em linha com as estimativas do mercado em abril, os economistas se preocupam com os próximos meses. Afinal, a adoção da bandeira vermelha na energia elétrica deve elevar a inflação já a partir de maio.


Inflação continua acima da meta mesmo com desaceleração

Em abril, o IPCA teve alta de 0,31%, muito próximo ao consenso do TC que apontava um avanço em 0,30%. O resultado 0,62 ponto percentual abaixo da taxa de março. No ano, o IPCA acumula alta de 2,37%.

Nos últimos 12 meses, o acumulado é de 6,76%, bem acima do teto da meta de inflação perseguido pelo Banco Central, de 5,25%. O núcleo da meta é de 3,75%. Outro fator de atenção é que o índice de difusão, segundo o TC Matrix, teve alta entre março e abril, de 62,6% para 65,5%, indicando que a pressão de preços está mais espalhada.

O IPCA acompanha os preços dos principais produtos e serviços consumidos pelas famílias com renda entre um e 40 salários-mínimos. Assim, o índice mostra o poder de compra. Ou seja, em abril, os brasileiros não conseguiriam comprar a mesma cesta de produtos e serviços do mês passado com o mesmo valor de março, pois está 0,31% mais cara.


Saúde e cuidados pessoais tiveram o maior impacto na inflação

De acordo com o IBGE, oito dos nove grupos pesquisados tiveram alta em março. Mas em abril, cinco deles aceleraram, enquanto quatro tiveram desaceleração dos preços. O maior impacto veio do grupo de saúde e cuidados pessoais, que subiu 1,19%. O reajuste dos preços dos produtos farmacêuticos, que tiveram alta de 2,69%, pressionaram a inflação brasileira.

Os alimentos também influenciaram no IPCA. O grupo registrou alta de 0,40% no mês, impulsionado pelo aumento de preços das carnes, do leite longa vida e do tomate, que subiram 1,01%, 2,40% e 5,46%, respectivamente. O gerente de pesquisa do IBGE, Pedro Kislanov, disse que “a alta recente das commodities continuam pesando nos alimentos. Principalmente no caso da soja e do milho, o que afeta o consumidor final”.


Vilão nos últimos meses, transportes registra deflação em abril

O único grupo que teve deflação foi o de transportes, que caiu 0,08%, influenciado pela queda nos preços dos combustíveis. Após 10 meses consecutivos de inflação, a gasolina recuou 0,44% em abril e o etanol teve queda de 4,93%, segundo o IBGE.

O grupo de habitação, apesar de ter apresentado alta no mês, desacelerou frente a março: 0,22% em abril, ante o avanço de 0,81% em março. O gás de botijão foi o principal responsável por essa desaceleração, tendo alta de 1,15% em abril, mas bem abaixo de março, quando os preços subiram 4,98%.

No geral, a desaceleração do índice em abril resultou do freio na alta dos preços administrados–que subiram 0,38% ante 2,81% em março – e dos serviços, com alta média de preços no mês passado de 0,05% ante 0,12% no mês anterior.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Bárbara Leite e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / TC Mover


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