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São Paulo, 19 de maio – A ata do FOMC, o Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve, referente à última reunião de política monetária mostrou uma melhora substancial nas perspectivas para a economia americana com vacinação e estímulos. Entretanto, trouxe junto os sinais de que está se aproximando a hora de o banco central americano começar a se preparar para tirar o pote de ponche da festa.

 

Alguns integrantes do FOMC defenderam início de discussão sobre redução de recompra

Segundo a ata da reunião do fim de abril, alguns participantes do FOMC defenderam que o banco central comece a discutir a redução das recompras de títulos do mercado nas próximas reuniões. Atualmente, a recompra é de US$120 bilhões por mês. A sugestão foi feita diante dos sinais de recuperação mais rápida da economia, acompanhados de alta da inflação.

A ata do FOMC mostra que a maioria do comitê considera que a economia melhorou, mas ainda está muito longe dos níveis do ano passado e das metas, especialmente o mercado de trabalho. Com isso, o assunto poderá ganhar espaço à medida que novos sinais de volta à normalidade apareçam nos próximos meses.

 

Preocupação com inflação ainda é limitada, segundo ata do FOMC

A volta à normalidade com o controle da pandemia foi um dos assuntos discutidos na última reunião. A retomada é reflexo do avanço rápido da vacinação nos EUA e da reabertura de atividades. Assim, a maioria decidiu retirar a classificação de “considerável” para o cenário de riscos. Esse é outro sinal de que a discussão sobre a redução dos estímulos está se aproximando.

Segundo a ata do FOMC, a preocupação com a inflação segue limitada pela visão de que a pressão vista recentemente é reflexo de gargalos nas cadeias de produção. Segundo o comitê, esses gargalos devem ser resolvidos nos próximos meses.

 

Ata do FOMC também chama atenção para forte apetite por risco nos mercados

Há também a visão de que as perspectivas de longo prazo para a inflação seguem próximas da meta, com o mercado concordando com a visão de que os índices devem subir este ano e convergir para 2,00% no ano que vem.

Mas alguns participantes destacaram na ata do FOMC que é preciso acompanhar bem de perto as expectativas. O motivo seria que a manutenção das pressões atuais sobre os preços por um período mais longo pode influenciá-las.

Os participantes do FOMC chamaram a atenção também para o forte apetite por risco nos mercados. Para eles, uma queda muito acentuada desse apetite poderia afetar a economia real.

Texto: Angelo Pavini
Edição: Bárbara Leite e João Pedro Malar
Arte: TC Mover


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