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Atualizado há 7 dias

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São Paulo, 24 de novembro – O Federal Reserve, banco central americano, deixou espaço para antecipar a velocidade da redução das recompras de títulos, o “tapering”, caso a inflação se mostre mais persistente do que o esperado, deixando aberta a possibilidade de uma alta dos juros mais cedo no ano que vem, mostra a ata da última reunião do Comitê de Mercado Aberto, o FOMC.

Na ata, o Fed detalha a decisão tomada no início de novembro, de iniciar o “tapering”, diante dos sinais de retomada mais consistente da economia americana desde dezembro e do controle da pandemia, que segue, porém, como um fator de risco e incerteza. Segundo o texto, a decisão refletiu também preocupações com a alta da inflação e temores de que os fatores temporários que a impulsionaram podem ser mais persistentes do que o esperado inicialmente.

Segundo a ata, os integrantes do FOMC reforçaram a necessidade de manutenção da flexibilidade da política de ajustes do “tapering”, citando o alto grau de incerteza no ambiente econômico. E alguns sugeriram que o ritmo de redução de recompras em US$15 bilhões por mês, adotada em novembro e dezembro, deixaria o FOMC em uma situação melhor para fazer ajustes para a taxa de juros, em particular à luz das pressões inflacionárias.

FOMC vai antecipar o 'tapering'?

As indicações da ata mostram que o FOMC deve reavaliar em sua reunião de dezembro o ritmo de recompras de títulos, diante da retomada do emprego e, principalmente, da alta da inflação, podendo antecipar o fim do “tapering” de meados do ano que vem para o primeiro trimestre, abrindo espaço para uma alta do juro já no segundo trimestre, como afirmaram alguns dirigentes do Fed em eventos nesta semana.

O texto alerta também que vários participantes notaram que o FOMC deve estar preparado para ajustar o ritmo das recompras de ativos e subir os juros antes do que esperam hoje os integrantes do Comitê se a inflação americana continuar a subir acima dos níveis consistentes com os objetivos do banco central americano.

Mas alguns participantes também observaram que, diante da grande incerteza sobre os desenvolvimentos dos impactos nas cadeias de produção, logística e pelo comportamento da pandemia de coronavírus, uma atitude paciente diante dos indicadores continuaria sendo a apropriada.

Os integrantes do FOMC destacaram, porém, na ata que o banco central americano não hesitará em tomar as medidas apropriadas se a inflação indicar riscos para as metas de emprego e estabilidade de preços, deixando aberta a possibilidade de uma alta dos juros mais cedo.

A preocupação com a inflação persistente ficou clara com a inclusão no comunicado da decisão dos juros de que seria apropriado mudar a avaliação sobre a alta dos preços, dando menos certeza sobre o comportamento dos índices. Isso foi feito acrescentando no texto que “espera-se que sejam transitórios” os fatores que estão puxando a inflação.

Texto: Angelo Pavini

Edição: Cintia Thomaz

Arte: Vinícius Martins / Mover

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