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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 8 de junho – Com a forte retomada econômica e os pacotes de estímulos nas principais economias do globo, o Banco Mundial elevou as perspectivas para o Produto Interno Bruto, PIB, do planeta, além de revisar as projeções para diversos países, incluindo o Brasil.


Países ricos voltarão ao nível pré-pandemia em 2022, segundo o Banco Mundial

A instituição prevê que os países mais ricos voltarão ao nível pré-pandemia já em 2022, mas apenas um terço dos países subdesenvolvidos terão a mesma recuperação. A vacinação desigual também é um dos maiores riscos para os próximos anos, segundo o documento “Perspectivas Econômicas Globais”, divulgado a cada seis meses.

O Banco Mundial elevou a projeção do PIB global de 4,10% para 5,60% em 2021, o maior crescimento pós-recessão em 80 anos, segundo a instituição. A economia do mundo será puxada pelo crescimento dos EUA, que tiveram a projeção do PIB elevada de 3,50% para 6,80%, e da União Europeia, que passou de 3,60% para 4,20%.

A China também teve aumento da projeção do PIB, mas mais tímido, passando de 7,90% para 8,50%. Segundo a instituição, 90% dos países desenvolvidos retomarão os níveis de atividade já em 2022, pelas campanhas mais sólidas de vacinação e os pacotes de auxílio.


Instituição defendeu acesso igualitário a imunizantes para evitar novas ondas da pandemia

Os analistas do Banco Mundial dizem que o acesso desigual a vacinas traz riscos de novas cepas mais contagiosas e mortais. Por isso, os países deveriam contribuir para um acesso mais igualitário de imunizantes, reduzindo o risco de novas ondas da Covid-19.

Por esse cenário ainda incerto, os economistas preveem o PIB global de 2022 com crescimento de 4,30%, aumento de 0,50 ponto percentual ante o relatório de janeiro.


Banco Mundial aumentou projeção do PIB brasileiro em 1,50 ponto percentual

A incerteza fica latente nas projeções para os países menos desenvolvidos, como da América Latina, Ásia e África. No caso do Brasil, o Banco Mundial projeta o PIB de 2021 em 4,50%, aumento de 1,50 ponto percentual desde o último relatório.

Entretanto, o PIB brasileiro deve ser o menor entre os pares do continente. O México deve crescer 5% e a Argentina, 6,40%, segundo as estimativas do Banco Mundial.

Sobre inflação, a instituição projeta que a maior parte dos países conseguirá manter o aumento de preços dentro da meta. Mesmo que a ultrapassem, a organização interpreta que não será necessário um aperto da política monetária na maior parte dos países, tanto desenvolvidos quanto os demais.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Lucia Boldrini e João Pedro Malar
Arte: TC Mover


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