IBOV

106.419,53 pts

-2,12%

SP500

4.578,55 pts

+0,09%

DJIA

35.789,58 pts

+0,09%

NASDAQ

15.580,77 pts

+0,14%

IFIX

2.693,64 pts

-0,53%

BRENT

US$ 85,56

-0,97%

IO62

¥ 713,00

+1,86%

TRAD3

R$ 5,39

-11,34%

ABEV3

R$ 15,16

-1,04%

AMER3

R$ 32,40

-6,60%

ASAI3

R$ 15,95

-1,23%

AZUL4

R$ 26,90

-8,50%

B3SA3

R$ 12,15

-5,95%

BIDI11

R$ 39,82

-5,48%

BBSE3

R$ 22,17

-1,37%

BRML3

R$ 6,97

-4,52%

BBDC3

R$ 17,28

-2,70%

BBDC4

R$ 20,29

-2,73%

BRAP4

R$ 51,89

-1,48%

BBAS3

R$ 29,20

-1,21%

BRKM5

R$ 57,03

+2,14%

BRFS3

R$ 20,98

-3,09%

BPAC11

R$ 22,56

-3,75%

CRFB3

R$ 17,07

-0,59%

CCRO3

R$ 11,42

-4,03%

CMIG4

R$ 13,37

-0,96%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,30

-6,50%

COGN3

R$ 2,51

-7,38%

CPLE6

R$ 6,07

-2,25%

CSAN3

R$ 20,72

-4,86%

CPFE3

R$ 25,80

+0,86%

CVCB3

R$ 16,91

-6,52%

CYRE3

R$ 14,61

-5,19%

ECOR3

R$ 8,50

-3,62%

ELET3

R$ 36,18

-1,09%

ELET6

R$ 35,90

-0,41%

EMBR3

R$ 23,17

-3,89%

ENBR3

R$ 19,67

+1,86%

ENGI11

R$ 40,42

-3,76%

ENEV3

R$ 14,07

-3,63%

EGIE3

R$ 38,51

-0,67%

EQTL3

R$ 23,91

-1,36%

EZTC3

R$ 18,63

-7,81%

FLRY3

R$ 19,73

-1,74%

GGBR4

R$ 28,05

+0,28%

GOAU4

R$ 13,04

+0,77%

GOLL4

R$ 16,18

-6,31%

NTCO3

R$ 40,56

-0,39%

HAPV3

R$ 11,53

-2,45%

HYPE3

R$ 28,02

-3,11%

IGTA3

R$ 29,11

-2,80%

GNDI3

R$ 65,29

-1,83%

IRBR3

R$ 4,86

-3,95%

ITSA4

R$ 10,47

-2,05%

ITUB4

R$ 23,74

-1,41%

JBSS3

R$ 36,89

-0,80%

JHSF3

R$ 5,26

-5,22%

KLBN11

R$ 23,87

-1,52%

RENT3

R$ 45,50

-6,60%

LCAM3

R$ 20,13

-6,76%

LWSA3

R$ 19,67

-6,19%

LAME4

R$ 5,14

-6,20%

LREN3

R$ 31,49

-4,37%

MGLU3

R$ 11,98

-3,38%

MRFG3

R$ 24,61

-0,88%

BEEF3

R$ 8,94

-3,66%

MRVE3

R$ 10,41

-4,14%

MULT3

R$ 17,30

-3,83%

PCAR3

R$ 25,93

-4,03%

PETR3

R$ 29,27

-1,24%

PETR4

R$ 28,76

-1,20%

BRDT3

R$ 22,03

+0,59%

PRIO3

R$ 27,15

-1,20%

QUAL3

R$ 17,98

-2,17%

RADL3

R$ 22,06

-1,73%

RAIL3

R$ 16,29

-2,51%

SBSP3

R$ 35,56

-1,55%

SANB11

R$ 35,07

-1,65%

CSNA3

R$ 24,43

-6,47%

SULA11

R$ 25,48

-1,54%

SUZB3

R$ 50,45

-2,01%

TAEE11

R$ 36,72

-1,71%

VIVT3

R$ 44,79

-0,24%

TIMS3

R$ 11,58

-3,50%

TOTS3

R$ 33,40

-0,44%

UGPA3

R$ 13,23

-3,92%

USIM5

R$ 14,22

-3,33%

VALE3

R$ 76,18

-1,32%

VIIA3

R$ 6,66

-5,79%

WEGE3

R$ 39,66

-0,22%

YDUQ3

R$ 21,10

-5,46%

IBOV

106.419,53 pts

-2,12%

SP500

4.578,55 pts

+0,09%

DJIA

35.789,58 pts

+0,09%

NASDAQ

15.580,77 pts

+0,14%

IFIX

2.693,64 pts

-0,53%

BRENT

US$ 85,56

-0,97%

IO62

¥ 713,00

+1,86%

TRAD3

R$ 5,39

-11,34%

ABEV3

R$ 15,16

-1,04%

AMER3

R$ 32,40

-6,60%

ASAI3

R$ 15,95

-1,23%

AZUL4

R$ 26,90

-8,50%

B3SA3

R$ 12,15

-5,95%

BIDI11

R$ 39,82

-5,48%

BBSE3

R$ 22,17

-1,37%

BRML3

R$ 6,97

-4,52%

BBDC3

R$ 17,28

-2,70%

BBDC4

R$ 20,29

-2,73%

BRAP4

R$ 51,89

-1,48%

BBAS3

R$ 29,20

-1,21%

BRKM5

R$ 57,03

+2,14%

BRFS3

R$ 20,98

-3,09%

BPAC11

R$ 22,56

-3,75%

CRFB3

R$ 17,07

-0,59%

CCRO3

R$ 11,42

-4,03%

CMIG4

R$ 13,37

-0,96%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,30

-6,50%

COGN3

R$ 2,51

-7,38%

CPLE6

R$ 6,07

-2,25%

CSAN3

R$ 20,72

-4,86%

CPFE3

R$ 25,80

+0,86%

CVCB3

R$ 16,91

-6,52%

CYRE3

R$ 14,61

-5,19%

ECOR3

R$ 8,50

-3,62%

ELET3

R$ 36,18

-1,09%

ELET6

R$ 35,90

-0,41%

EMBR3

R$ 23,17

-3,89%

ENBR3

R$ 19,67

+1,86%

ENGI11

R$ 40,42

-3,76%

ENEV3

R$ 14,07

-3,63%

EGIE3

R$ 38,51

-0,67%

EQTL3

R$ 23,91

-1,36%

EZTC3

R$ 18,63

-7,81%

FLRY3

R$ 19,73

-1,74%

GGBR4

R$ 28,05

+0,28%

GOAU4

R$ 13,04

+0,77%

GOLL4

R$ 16,18

-6,31%

NTCO3

R$ 40,56

-0,39%

HAPV3

R$ 11,53

-2,45%

HYPE3

R$ 28,02

-3,11%

IGTA3

R$ 29,11

-2,80%

GNDI3

R$ 65,29

-1,83%

IRBR3

R$ 4,86

-3,95%

ITSA4

R$ 10,47

-2,05%

ITUB4

R$ 23,74

-1,41%

JBSS3

R$ 36,89

-0,80%

JHSF3

R$ 5,26

-5,22%

KLBN11

R$ 23,87

-1,52%

RENT3

R$ 45,50

-6,60%

LCAM3

R$ 20,13

-6,76%

LWSA3

R$ 19,67

-6,19%

LAME4

R$ 5,14

-6,20%

LREN3

R$ 31,49

-4,37%

MGLU3

R$ 11,98

-3,38%

MRFG3

R$ 24,61

-0,88%

BEEF3

R$ 8,94

-3,66%

MRVE3

R$ 10,41

-4,14%

MULT3

R$ 17,30

-3,83%

PCAR3

R$ 25,93

-4,03%

PETR3

R$ 29,27

-1,24%

PETR4

R$ 28,76

-1,20%

BRDT3

R$ 22,03

+0,59%

PRIO3

R$ 27,15

-1,20%

QUAL3

R$ 17,98

-2,17%

RADL3

R$ 22,06

-1,73%

RAIL3

R$ 16,29

-2,51%

SBSP3

R$ 35,56

-1,55%

SANB11

R$ 35,07

-1,65%

CSNA3

R$ 24,43

-6,47%

SULA11

R$ 25,48

-1,54%

SUZB3

R$ 50,45

-2,01%

TAEE11

R$ 36,72

-1,71%

VIVT3

R$ 44,79

-0,24%

TIMS3

R$ 11,58

-3,50%

TOTS3

R$ 33,40

-0,44%

UGPA3

R$ 13,23

-3,92%

USIM5

R$ 14,22

-3,33%

VALE3

R$ 76,18

-1,32%

VIIA3

R$ 6,66

-5,79%

WEGE3

R$ 39,66

-0,22%

YDUQ3

R$ 21,10

-5,46%

Atualizado há quase 3 anos

Ícone de compartilhamento

As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, ou “midterms”, são um termômetro da habilidade de um presidente para mudar ou manter a composição do Congresso dois anos antes da disputa presidencial. Tradicionalmente, elas são uma disputa com fortes elementos regionais, mas dessa vez deve ser diferente. Com seu discurso abrasivo e pouco convencional, o presidente Donald Trump habilmente tirou do foco os problemas locais para centrar a atenção do eleitor em tópicos de interesse nacional como a economia mais sólida em décadas, a imigração ilegal e o protecionismo comercial.

 

O resultado das midterms também é um teste da popularidade de um governo. A composição do Congresso vai refletir algum equilíbrio entre a economia e o apelo do presidente. Esses elementos caminham na mesma direção, salvo raras exceções – como esse ano. Isso explica porque essas eleições, que acontecerão em 6 de novembro, são mais difíceis de prever.

 

Trump chega às midterms com uma popularidade historicamente baixa, mas presidindo um período de prosperidade econômica. A esperada derrota dele na Câmara dos Deputados não impactará sua estratégia confrontante na política comercial, mas pode forçá-lo a suavizar sua política de tolerância zero com a imigração. Para países como o Brasil, a história ensina uma coisa: a volatilidade vista desde começo de outubro é típica do período que antecede às midterms; ela também precede ralis de mercado.

 

TC News Pro - Eleições americanas

 

Enquanto Trump surfa o melhor momento econômico dos Estados Unidos desde a Grande Recessão de 2008, sua popularidade paira sobre o nível historicamente baixo de 40%, segundo o instituto de pesquisas Gallup. A dicotomia se deve à desaprovação ao seu estilo pessoal. Ele coleciona desafetos no seu próprio partido, o Partido Republicano, como no Partido Democrata.

 

Conhecedor do seu eleitorado mais fiel, Trump subiu o tom na disputa comercial contra a China e fez de uma caravana de migrantes saída de Honduras uma nova ameaça à segurança nacional, com ameaça de envio de tropas para a fronteira sul do país. Como era de se esperar, ele jogou no colo dos democratas a culpa por tais problemas.

 

TC News Pro - Eleições americanas

 

“Nessa eleição tão nacionalizada, o presidente se torna um grande fator. E nós vemos uma grande diferença entre as pessoas que dizem que a economia está indo bem, mas não gostam da direção do país”, explica Anthony Salvanto, diretor de pesquisas da CBS News, em entrevista ao programa Face the Nation.

 

Para mudar o jogo a seu favor, especialmente no Senado, onde a luta pelo controle é mais feroz, Trump apostou na polarização – a mesma estratégia que lhe deu a vitória da eleição presidencial de 2016. Para Kevin Ivers, analista do DCI Group, “a esperteza de Trump está em falar o que sua base quer ouvir. Já a liderança democrata está envelhecida e desconectada dos anseios de seus eleitores”.

 

Até o momento, a estratégia deu certo, de acordo com projeções recentes.

 

TC News Pro - Eleições americanas

 

TC News Pro - Eleições americanas

 

Estão sendo disputadas todas as 435 vagas da Câmara dos Deputados e 35 dos 100 assentos no Senado. Também haverá eleição para governador em 36 dos 50 estados da União americana.

 

TC News Pro - Eleições americanas

 

TC News Pro - Eleições americanas

 

Atualmente, o cenário visto como mais provável pelos analistas é que os democratas retomem o controle da Câmara, com uma margem relativamente apertada, enquanto os Republicanos devem aumentar sua vantagem no comando do Senado. Dezesseis dos estados que escolherão senadores penderam para o lado republicano em 2016.

 

Até o momento, parece improvável que os democratas vençam no Senado e na Câmara, mas se esse cenário se concretizar a aversão ao risco pode aumentar.

 

Nas últimas semanas, o envio de pacotes bombas a opositores de Trump, incluindo as famílias Clinton e Obama, e o tiroteio em uma sinagoga em Pittsburgh alimentaram as críticas à retórica divisiva de Trump, o que pode dar mais fôlego à campanha democrata.

 

Se os republicanos mantiverem sua hegemonia nas duas casas do Congresso, as chances de paralisação do governo são menores e a agenda de Trump, de mais desregulamentação, faria parte desse cenário, bem como um fortalecimento do dólar.

 

Já a conquista da Câmara é um empecilho para Trump. Outra preocupação se a Casa Branca perder a Câmara é o uso político da atual investigação contra a campanha de Trump por suspeitas de conluio com a Rússia na eleição de 2016, para flertar com um impeachment do presidente. Mesmo que um processo seja aberto na Câmara dos Deputados, é improvável que Trump seja retirado do poder.

 

Para analistas do JPMorgan, as midterms devem trazer “volatilidade durante a semana ou o mês, em vez de um ponto de inflexão para quaisquer grandes mercados”. Isso porque os analistas veem pouca chance de mudança fiscal ou regulatória significativa nos cenários mais prováveis da eleição.

 

Enquanto o mercado americano tende historicamente a mostrar desempenho pior após mudança no controle da Câmara dos Deputados, que é considerada bastante comum, para os emergentes o recado é: posicione-se para o rali pós-midterms.

 

TC News Pro - Eleições americanas

 

Desde 1990, o índice MSCI Emerging Markets rendeu 15%, em média, nos 12 meses seguintes às midterms – com a exceção de três anos (1995, 2011 e 2015). Em anos sem eleição de meio de mandato, o índice mostrou retornos de um dígito, ou recuou. De qualquer forma, um rali no Brasil ou em outros países emergentes também dependerá de como o dólar se comportar.

 

Uma vitória dos democratas pode colocar pressão adicional na moeda americana – favorecendo os investimentos em ações de países emergentes como o nosso.

 

Crédito da foto principal: Zero Hedge

image

Receba todas as novidades do TC

Deixe o seu contato com a gente e saiba mais sobre nossas novidades, eventos e facilidades.