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São Paulo, 24 de setembro  – A chanceler alemã Angela Merkel se prepara para sair do cargo após 16 anos no poder. A eleição geral acontece nesse domingo, 26, mas quase 40% dos alemães ainda não sabem em qual partido votar, mostra o Instituto Allensbache, ilustrando o vácuo que Merkel vai deixar.

O processo eleitoral reflete o sentimento misto entre os votantes da sua liderança estável, porém complacente demais, em meio à lenta retomada econômica no pós-pandemia do coronavírus.

Nesse cenário, o favorito para suceder Merkel é o ministro das Finanças, Olaf Scholz, do Partido Social-Democrata, sigla que lidera nas pesquisas, com 26% das intenções de voto. Armin Laschet, do bloco formado pela União Social Cristã de Merkel e a União Democrata Cristã, acumula 21% das intenções – menor patamar já apurado para a coligação.

Até o Partido Verde, de Annalena Baerbock, que aparece com 17% das intenções, segue na disputa. Os Liberais concentram 11% das menções, enquanto o Partido Socialista conta com 6%. Na Alemanha, os cidadãos votam na composição do Parlamento Federal, o Bundestag, e não no chanceler – que é indicado pelos congressistas.

Parte da indecisão dos votantes responde à longa lista de questões que Merkel negligenciou por anos. Por um lado, o setor público tem permanecido estático, com superávits fiscais fartos e déficits em infraestrutura vistos como insuportáveis.

Já na política externa e nos assuntos europeus, a Alemanha de Merkel poderia ter feito mais para forçar um ajuste mais rápido a um novo mundo mais desafiador, disseram analistas.

Potência em declínio?

Uma pesquisa do Conselho Europeu de Relações Exteriores deste mês mostrou que a maioria dos europeus considera que a “era de ouro” da Alemanha acabou depois de Merkel na chancelaria.

Aproximadamente 34% dos europeus veem agora a Alemanha como uma potência em declínio; 52% dos alemães têm a mesma opinião. Apenas 15% dos alemães acreditam que o país continuará na “era de ouro” após Merkel.

Merkel

Os críticos de Merkel adicionaram um verbo no dicionário alemão: “merkeln”, usado para descrever a lentidão dela na tomada de decisões difíceis em momentos cruciais. A chanceler soube estabilizar tensões, mas não promover reformas e mudanças mais profundas.

Em outros momentos, como na crise dos refugiados, em 2015, Merkel contrariou o próprio partido para abrigar mais de meio milhão de pessoas – o maior volume da Europa à época. Com o eleitorado bastante dividido, desta vez é esperado uma coalizão entre três partidos, algo que não acontece há décadas, de acordo com a consultoria de risco político Teneo Intelligence.

A formação dessa coalizão deve levar “algum tempo”, disseram analistas da Teneo, em nota. Se a pulverização prevista pelas pesquisas se concretizar, as chances de Scholz e Laschet conquistarem a chancelaria ficam praticamente iguais, a depender da coalizão formada.

Continuidade

Olaf Scholz tem conseguido angariar eleitores, em parte por ele ser o responsável por injetar bilhões de euros na economia alemã para amenizar os efeitos da crise do coronavírus. Até hoje, a maior economia da Zona do Euro se mostrou resiliente, com a taxa de desemprego em 5,5%, uma das mais baixas no período, embora com preocupações sobre a inflação, que está em 3,9%, recorde histórico.

De acordo com o professor do Instituto de Relações Internacionais da USP Kai Eno Lehmann, Scholz conseguiu se mostrar como “alguém novo, apesar de fazer parte do governo”. E tem a favor o fato de a economia alemã ter se saído relativamente bem da crise pandêmica.

Por outro lado, Lehmann explica que o eleitorado alemão é avesso a mudanças bruscas de posturas governamentais. Tanto por isso, Scholz, apesar de concorrer por um partido de oposição aos conservadores de Merkel, representa uma continuidade da atual chancelaria, diante da visão dos alemães, como “alguém que soube se portar em crises”.

Mudança de postura

Já Armin Laschet vem perdendo força justamente por se mostrar mais intempestivo que Merkel, especialmente na defesa de políticas mais abertas em relação à pandemia e à mudança climática. Sua recente mudança de postura, alinhando-se mais à primeira-ministra durante a campanha, causou dúvidas nos alemães sobre o que ele realmente apoia.

E Annalena Baerbock, que contou com uma euforia inicial principalmente entre os jovens, também vem perdendo ímpeto por conta das posições mais duras do partido. Ela, por exemplo, defende uma oposição mais rigorosa à Rússia, o que poderia prejudicar a matriz energética do país, altamente dependente do gás natural russo.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Guillermo Parra-Bernal, Stéfanie Rigamonti e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / Mover


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