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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 23 de setembro – O FOMC, Comitê Federal de Mercado Aberto do banco central americano, manteve os juros na faixa de 0,00% a 0,25% ao ano, em linha com o consenso. Mas a autoridade sinalizou que aos juros podem subir mais cedo do que se esperava. Os olhos do mercado também buscavam pistas sobre o início do processo de retirada de estímulos, conhecido como “tapering”.

Na tradicional coletiva de imprensa após a divulgação da decisão monetária, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, o banco central do país, disse que o “tapering” pode ser finalizado em meados de 2022, adotando uma postura mais dura que em outras reuniões. Apesar disso, ele não especificou o início desse processo.

Para o economista-chefe da Infinity Asset Management, Jason Vieira, o “tapering” já deveria ter começado, assim como a discussão de aumento de juros. Segundo ele, o mercado se tornou dependente dessa fonte e “o Fed não quer feri-lo”. Mas como a política monetária pode impactar o Brasil?

O que é FOMC?

Antes disso, é importante entender a política monetária e o comitê decisório dos Estados Unidos. O Federal Reserve, diferentemente do Brasil, possui duas divisões. O Conselho de Governadores, ou Board of Governors, é uma autoridade central que decide sobre as regulamentações e gerencia o dinheiro americano. Há também 12 bancos regionais, braço operacional dessa autoridade central, que implementa políticas e supervisiona instituições financeiras.

O FOMC é composto por 11 membros votantes e cinco alternativos. Além de presidir o Conselho de Governadores, Jerome Powell comanda o comitê. Com exceção dele e do presidente do banco regional de Nova York, as outras cadeiras têm rotatividade anual.Integrantes do FOMCArte: Vinícius Martins / Mover

Por meio de instrumentos, como as taxas de juros e recompra de títulos, o FOMC procura influenciar as condições monetárias do país para perseguir as duas metas do banco central: estabilidade dos preços e mercado de trabalho saudável.

Política monetária e o controle da inflação

Os instrumentos do FOMC citados acima podem encarecer ou baratear os empréstimos, desestimulando ou aquecendo o mercado, e, assim, afetando o poder de compra e o consumo. Consequentemente, isso impacta nos preços. Ou seja, a política monetária é uma ferramenta que busca controlar a inflação.

De acordo com Vieira, o Federal Reserve tem visto as pressões inflacionárias como temporárias. O mercado deve “prestar atenção na inflação americana, que está com caráter muito mais perene que os números”, avaliou.

A pesquisa trimestral de perspectivas do banco central americano, o Dot Plots, mostrou que a perspectiva dos dirigentes para a economia e a inflação do país piorou. A projeção mediana para o crescimento do Produto Interno Bruto deste ano, que havia subido de 6,5% para 7,0% em junho, agora caiu para 5,9%. Enquanto isso, a estimativa para a inflação, que era de 3,4% em junho, teve forte aumento para 4,2%.

“Tapering” à vista!

Para aquecer a maior economia do mundo, afetada pela pandemia do coronavírus, o governo e o banco central agiram com estímulos. O economista-chefe da Infinity Asset Management explicou que ao retirá-los, a busca por trabalho sobe. “O primeiro efeito de as pessoas voltarem a procurar emprego é o estatístico de aumento do desemprego”, e, então, os postos de trabalho não desenvolvidos pela crise de mão de obra devem ser criados.

Com a recuperação das atividades e do mercado de trabalho apontando e a inflação ganhando força, a retirada deles começou a ser cogitada. No simpósio Jackson Hole, no final de agosto, Jerome Powell deixou o início do “tapering” em aberto.

Embora ainda não confirmada, o presidente do banco central sugeriu que a definição desse processo de desestímulo pode ocorrer na próxima reunião do FOMC em novembro. Jason Vieira acredita que “a reação inicial [do mercado] provavelmente será ruim, pela indicação do ‘tapering’”.

Impacto da decisão do FOMC no Brasil

Sendo a reserva global de valor, as decisões do Fed influenciam no mundo inteiro, inclusive no Brasil. “Daí também vem o peso de se tomar uma decisão, por exemplo, de retirada de estímulo e de liquidez neste momento”, disse Vieira.

Segundo ele, parte do apetite por prêmio vem dessa liquidez elevada. “Caso sejam retirados os estímulos, você tem elevação global do dólar, isso também impacta nas relações de troca”, completou.

Texto: Letícia Matsuura
Edição:  Angelo Pavini
Arte: Vinícius Martins / Mover


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