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Atualizado há 25 dias

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São Paulo, 22 de setembro –  Os mercados globais viram os temores de contágio da crise da incorporadora chinesa Evergrande se dissiparem nesta quarta-feira. Isso após uma subsidiária da empresa anunciar inesperadamente que pagaria uma dívida, e a autoridade monetária chinesa fornecer mais liquidez aos bancos comerciais do país.

A Hengda Real Estate, subsidiária da Evergrande, disse hoje que pagaria US$36 milhões em um cupom do título em iuanes com vencimento em setembro de 2025. Após o anúncio, o índice CSI 300 fechou em queda de 0,70%, aliviando perdas de até quase 2% no meio do pregão asiático. Mas a Hengda ainda não se pronunciou sobre um pagamento similar, de US$84 milhões, para um título em dólares.

Pouco antes do anúncio, o Banco Central do Povo da China injetou 120 bilhões de iuanes no sistema bancário, por meio de operações compromissadas reversas. O montante é similar aos vistos na sexta-feira e no sábado. Com isso, o índice Hang Seng China Enterprises, que replica uma cesta de ações chinesas negociadas em Hong Kong, fechou estável, enquanto o índice Xangai Composto avançou 0,40% e o iuan offshore recuou 0,02% ante o dólar americano.

A injeção de dinheiro de curto prazo pelo PBOC dá suporte a um sentimento frágil. Além de estabilizar os ativos de risco globais na antessala de quase uma dúzia de decisões de juros entre hoje e o fim desta semana. O futuro do S&P500 subia 0,58% por volta das 07h30 e o do Nasdaq, 0,38%. Além disso, o rendimento do Treasury note de dez anos avançava 1 ponto-base à espera da decisão de juros do Federal Reserve, banco central americano, no meio da tarde de hoje.

Reestruturação na Evergrande

De acordo com traders e gestores consultados pela Mover, há crescentes rumores de que a Evergrande seja reestruturada com o aval do Partido Comunista Chinês nos próximos dias. A empresa, pivô de uma crise de confiança na segunda maior economia do mundo, não pagou juros a pelos menos dois bancos chineses na segunda-feira. Além disso, ainda tem mais de US$650 milhões em pagamentos de juros e principal pendentes até dezembro.

Um desses gestores, que pediu anonimato para falar livremente sobre o assunto, disse que a Evergrande seria cindida em três entidades separadas, transformando-se em uma estatal. O empresário sino-brasileiro Lawrence Pih, especialista em assuntos chineses, disse à Mover no domingo que o governo chinês projetaria a reestruturação para proteger os cidadãos que compraram moradias. Além dos que investiram nos produtos de gestão de fortunas da Evergrande.

A incorporadora tem um outro pagamento de juros de vários milhões de dólares em um título externo de sete anos vincendo na semana seguinte. Para o gestor sediado em Hong Kong, o esforço de hoje “teve a meta de sinalizar que haverá disciplina no controle de um possível processo de reestruturação. E cuidado para evitar o contágio da economia real ou de outros setores em um momento tão frágil”.

Crise da Evergrande estoura em semana chave para juros globais

Companhia imobiliária mais endividada do mundo, com US$313 bilhões em passivos, a Evergrande tem sido foco de acaloradas discussões entre investidores, clientes, bancos e o governo chinês. Apesar de ter o potencial de se tornar o primeiro caso de estouro da bolha imobiliária chinesa com reverberações globais, economistas e gestores acham que o governo chinês conterá o impacto da crise com eficiência.

O momento da verdade da Evergrande chega em um momento chave. O Federal Reserve pode anunciar hoje um programa de redução das compras de ativos, iniciadas em março de 2020 para combater os efeitos da pandemia do coronavírus. E o Banco Central do Brasil deve elevar o juro básico hoje à noite. Amanhã, o Banco do Japão e o Banco da Inglaterra ponderam o início do fim dos seus programas de afrouxamento monetário pandêmico e o avanço da inflação nos seus respectivos países.

Mesmo sem gerar aparentes efeitos colaterais sobre as decisões do Fed, do BoE e outros grandes bancos centrais, a situação da Evergrande ilustra que o caminho à normalização monetária nos países ricos e emergentes não será nada fácil.

Texto: Guillermo Parra-Bernal
Edição: Luciano Costa, Gustavo Boldrini e Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinicius Martins / Mover


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