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3R, Shell e Total levam blocos em leilão para exploração de petróleo da ANP

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3R, Shell e Total levam blocos em leilão para exploração de petróleo da ANP

O leilão da ANP, conhecido como Oferta Permanente, terminou com 59 blocos arrematados por 13 empresas, e gerou arrecadação de R$422,4 mi

3R, Shell e Total levam blocos em leilão para exploração de petróleo da ANP
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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 13 de abril – A brasileira 3R Petroleum e as multinacionais Shell e TotalEnergies estiveram entre as principais vencedoras de leilão de blocos para exploração de petróleo e gás realizado hoje pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP.

A licitação, conhecida como Oferta Permanente, terminou com 59 blocos arrematados por 13 empresas, o que gerou uma arrecadação de R$422,4 milhões em bônus para o governo federal.

A maior parte dos recursos foi obtida com áreas na Bacia de Campos, que renderam mais de R$415 milhões. Um consórcio entre a anglo-holandesa Shell (70%) e a colombiana Ecopetrol (30%) ficou com seis dos blocos na região, enquanto a francesa TotalEnergies levou dois.

A 3R Petroleum, por sua vez, saiu-se vitoriosa na disputa por seis blocos, todos na Bacia Potiguar. A companhia desembolsará R$1 milhão em bônus. As ações da empresa aceleraram alta após os resultados, e subiam 1,5% por volta das 13h41.

Além dessas companhias, a Petro-Victory, com ações listadas na bolsa TSX Venture Exchange, no Canadá, ficou com 19 blocos na Bacia Potiguar.

A Origem Energia, controlada pela gestora de recursos Prisma Capital, levou 18 blocos, com 14 deles na Bacia de Alagoas e quatro na bacia Tucano Sul.

Os vencedores do leilão também incluíram as empresas Imetame, ENP, Seacrest, Petroborn, CE Engenharia, NFT e Newo, segundo a ANP.

Novos leilões

Após o leilão, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, defendeu que o Brasil precisa manter o ritmo de oferta de áreas para exploração de petróleo, até para atender demandas do mercado.

Segundo ele, isso envolverá a licitação de 11 áreas no polígono do pré-sal até o final do ano em nova rodada da chamada Oferta Permanente, em regime de Partilha de produção.

“Precisamos aproveitar as últimas janelas para atração de investimentos e pleno aproveitamento dos nossos recursos petrolíferos”, disse Albuquerque.

O ministro afirmou ainda que o país deve aumentar a produção de petróleo neste ano em 10%, enquanto a produção de gás natural deve crescer 17% em 2022.

Texto: Luciano Costa
Edição: Allan Ravagnani
Imagem: Reprodução

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