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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 21 de setembro – A tão aguardada chegada da tecnologia de Quinta Geração, ou 5G, já provoca uma nova onda de consolidação dentro do setor de telecomunicações no Brasil. Os usuários, porém, devem demorar para sentir os benefícios.

“Milhares de empresas menores, que povoaram as pequenas cidades com fibra óptica, estão sendo adquiridas, em movimento forte de consolidação para ter uma malha de fibra maior e carteiras com mais clientes”, diz Luís Mazzarella Martins, sócio da JK Capital, consultoria voltada para fusões e aquisições.

A JK Capital já intermediou, desde o final do ano passado, três operações nesse segmento. Martins e sua equipe assessoram cinco processos em andamento atualmente.

A consolidação deve ganhar mais força após o leilão das faixas de frequência do 5G, que a Agência Nacional de Telecomunicações pretende realizar ainda em 2021. Mas, ao mesmo tempo, existem dúvidas sobre quem serão os proponentes no certame e os impactos nos vencedores, que terão o compromisso de investir R$37,8 bilhões, com outorga mínima de R$8,68 bilhões.

Potenciais proponentes para o leilão do 5G

A Vivo seria a operadora que mais se beneficiaria no curto prazo, segundo Gabriel Tinem, analista da Genial Investimentos. Isso porque a operadora está à frente em infraestrutura, graças à alta capilaridade da sua rede de fibra óptica.

A Vivo, controlada pela Telefônica Brasil, disse à Mover que já conta com alguns projetos de uso experimental das redes 5G em diversos setores, como agroindústria, bancos e até desenvolvimento de soluções e aplicações para a chamada indústria 4.0. E afirmou que “está tecnicamente pronta para a implantação assim que a tecnologia, o espectro e os dispositivos estiverem disponíveis”.

A participação no leilão da V.tal, antiga InfraCo, faria sentido para banda larga, mais especificamente para as redes fixas sem fio, chamadas FWA. A Oi detém 42,1% – a fatia de 57,9% restante pertence a fundos do BTG Pactual e Globenet. Contudo, para a empresa de telefonia, disse recentemente seu diretor-presidente Rodrigo Abreu, participar do leilão não faz sentido estratégico, pois a Oi abriu mão de prestar serviços de infraestrutura e tem como foco a fibra óptica.

A TIM Brasil já explicitou seu desejo de participar do leilão, principalmente na faixa de Banda Média, de 3,5 giga-hertz. Tinem explica que a companhia conseguiria as melhores sinergias no longo prazo, caso levasse um bloco. O lançamento de um modem 5G de internet fixa, voltado para pessoas físicas, também seria uma possibilidade.

“Em outras palavras, a TIM poderá decidir pelo melhor projeto para situações específicas de acordo com viabilidade, custo e localização”, explica Tinem.

A participação no certame atrairá também o setor financeiro, de acordo com Ricardo Jacomassi, economista-chefe da TCP Partners. “Cravar proponentes é incerto, afinal o edital ainda não foi aprovado. Mas o que vejo são fundos de investimentos, nacionais e internacionais, interessados em participar do leilão”, explica.

Corroborando com essa tese, existem pelo menos seis grupos econômicos investidos por fundos de private equity que compraram provedores, com milhares de assinantes e larga atuação geográfica e com capacidade econômica para disputar o 5G. É o que diz Junior Carrara, diretor de vendas e marketing da WDC Networks.

Pequenos e médios provedores

A perspectiva é de que essas empresas fiquem de fora do leilão, exatamente pelo volume de investimentos exigidos. Nesse caso, especialistas destacam a falta de uma política voltada para os pequenos e médios provedores.

“Os elevados preços das frequências impedirão a participação das pequenas e médias empresas provedoras regionais.”, diz Ericson Scorsim, advogado especializado em telecomunicações.

No entanto, enquanto houver cidades que não forem comercialmente interessantes para as grandes empresas, essas operadoras regionais continuarão existindo, projeta Jacomassi, da TCP Partners.

Segundo dados da Anatel, ao final de 2020, mais de 48 milhões de domicílios no Brasil, ou quase 70% do total, estavam em cidades atendidas por 12 ou mais prestadoras de banda larga fixa.

Os provedores regionais estão presentes com fibra óptica em 4.119 municípios, sendo 1.263 deles, ou 23% do total, atendidos somente por essas pequenas empresas.

Benefícios do 5G devem demorar

Uma das grandes expectativas sobre a nova tecnologia gira em torno dos impactos econômicos gerados por ela. Espera-se que o 5G potencialize serviços como telemedicina, ensino à distância e Internet das Coisas.

No entanto, segundo os especialistas, as dificuldades de viabilização da tecnologia devem fazer com que todos os benefícios demorem a ser sentidos pelas pessoas. Eles apontam a relevância do 5G para setores como educação, indústria, e-commerce e agronegócio – que são dependentes de tecnologia.

Em seu relatório 5G Business Potential, a Ericsson estima que, em 2030, o maior nível de digitalização da economia no Brasil tem potencial para gerar mais de R$ 390 bilhões em receitas para as empresas. Desse total, mais de R$ 150 bilhões teriam a contribuição decisiva do 5G.

Um dos obstáculos está no tamanho e na diversidade social e tecnológica do Brasil. Muitos municípios sequer contam com a tecnologia 4G neste momento.

“A partir da análise do que aconteceu em outros países, uma vez que o leilão ocorra, existe o prazo para todos os investimentos serem iniciados, que só depois se materializam em estruturas físicas. Aqui esse processo gradual levará cerca de seis anos para acontecer de forma mais robusta”, explica Jacomassi, da TCP Partners.

A deliberação do conselho diretor da Anatel sobre o leilão do 5G está marcada para a próxima sexta-feira, 24, às 10 horas. A aprovação do documento foi suspensa na semana passada após pedido de vista do conselheiro Moisés Moreira, que queria mais explicações do Ministério das Comunicações sobre dúvidas apontadas pelo Tribunal de Contas da União no edital.

Segundo Moreira, considerando os prazos legalmente previstos, de 30 dias entre a publicação do edital e o recebimento das propostas, mais cerca de 10 dias para abertura dos envelopes, o leilão propriamente dito deve ocorrer no início de novembro. A data está em linha com as expectativas do setor, após o último adiamento.

Texto: Maria Luiza Dourado e Iolanda Nascimento
Contribuição: Ivan Ryngelblum
Edição: Guillermo Parra-Bernal e Stéfanie Rigamonti
Arte: Mover


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