IBOV

106.419,53 pts

-2,11%

SP500

4.574,22 pts

+0,17%

DJIA

35.793,15 pts

+0,15%

NASDAQ

15.547,01 pts

+0,21%

IFIX

2.693,64 pts

-0,53%

BRENT

US$ 86,23

+0,28%

IO62

¥ 714,00

+2,00%

TRAD3

R$ 5,39

-10,16%

ABEV3

R$ 15,16

-0,72%

AMER3

R$ 32,40

-5,56%

ASAI3

R$ 15,95

-1,11%

AZUL4

R$ 26,90

-8,37%

B3SA3

R$ 12,15

-5,74%

BIDI11

R$ 39,82

-5,68%

BBSE3

R$ 22,17

-1,20%

BRML3

R$ 6,97

-4,12%

BBDC3

R$ 17,28

-2,31%

BBDC4

R$ 20,29

-2,26%

BRAP4

R$ 51,89

-1,42%

BBAS3

R$ 29,20

-1,05%

BRKM5

R$ 57,03

+1,78%

BRFS3

R$ 20,98

-3,45%

BPAC11

R$ 22,56

-3,42%

CRFB3

R$ 17,17

+0,17%

CCRO3

R$ 11,42

-3,79%

CMIG4

R$ 13,37

-0,74%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,30

-6,88%

COGN3

R$ 2,51

-7,03%

CPLE6

R$ 6,07

-2,09%

CSAN3

R$ 20,72

-4,38%

CPFE3

R$ 25,80

+0,78%

CVCB3

R$ 16,91

-6,83%

CYRE3

R$ 14,61

-5,06%

ECOR3

R$ 8,50

-2,63%

ELET3

R$ 36,18

-1,25%

ELET6

R$ 35,90

-0,55%

EMBR3

R$ 23,17

-3,93%

ENBR3

R$ 19,67

+2,23%

ENGI11

R$ 40,42

-4,37%

ENEV3

R$ 14,07

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EGIE3

R$ 38,51

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R$ 18,63

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FLRY3

R$ 19,73

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GGBR4

R$ 28,05

+0,32%

GOAU4

R$ 13,04

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GOLL4

R$ 16,18

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NTCO3

R$ 40,56

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HAPV3

R$ 11,53

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HYPE3

R$ 28,02

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IGTA3

R$ 29,11

-3,70%

GNDI3

R$ 65,29

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IRBR3

R$ 4,86

-3,76%

ITSA4

R$ 10,47

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R$ 23,74

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JBSS3

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R$ 5,26

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KLBN11

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R$ 45,50

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R$ 19,67

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LAME4

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LREN3

R$ 31,49

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MGLU3

R$ 11,98

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R$ 10,41

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R$ 25,93

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R$ 22,03

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R$ 27,15

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R$ 16,29

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SBSP3

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R$ 24,43

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R$ 25,48

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R$ 36,72

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R$ 44,79

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R$ 11,58

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R$ 33,40

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UGPA3

R$ 13,23

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IO62

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TRAD3

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ABEV3

R$ 15,16

-0,72%

AMER3

R$ 32,40

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ASAI3

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B3SA3

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BBSE3

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HYPE3

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IGTA3

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GNDI3

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ITSA4

R$ 10,47

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KLBN11

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LCAM3

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LAME4

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MGLU3

R$ 11,98

-2,91%

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R$ 24,61

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BEEF3

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MRVE3

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MULT3

R$ 17,30

-4,20%

PCAR3

R$ 25,93

-3,67%

PETR3

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-1,14%

PETR4

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BRDT3

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+0,59%

PRIO3

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QUAL3

R$ 17,98

-1,74%

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R$ 22,06

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RAIL3

R$ 16,29

-2,68%

SBSP3

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SANB11

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R$ 24,43

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SULA11

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-3,13%

VALE3

R$ 76,18

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VIIA3

R$ 6,66

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WEGE3

R$ 39,66

+0,27%

YDUQ3

R$ 21,10

-5,59%

Atualizado há mais de 2 anos

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Os desentendimentos entre governo e Congresso e as deliberações inesperadas nas altas instâncias do poder Judiciário, que agregam mais incerteza nos negócios, abriram espaço para a forte realização de lucros de ontem no mercado doméstico. Na reação mais violenta, os contratos de juros futuros voltaram a embutir mais prêmio, inicialmente por conta da falta de sinalização pelo Banco Central do Brasil e, depois, pelo Federal Reserve de cortes de juros iminentes. 

 

Depois o maior risco político fez sua parte, com a possibilidade de adiamento da votação do texto da Reforma da Previdência na comissão especial da Câmara e no julgamento de habeas corpus para soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – visto como forte opositor da reforma e figura ainda popular na política. A aversão ao risco que vimos na terça-feira não deve se repetir de forma tão intensa hoje, mas ela deve ficar no inconsciente dos investidores: o quarto dia de debates da reforma na comissão especial está deixando o mercado mais ansioso e, mesmo se houvesse uma demora de dois ou três dias – que, para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não muda em nada a perspectiva de aprovação da iniciativa – deixa o calendário de tramitação ainda mais apertado para a aprovação do projeto antes do recesso parlamentar.

 

No entanto, dois pontos podem dar um impulso aos negócios na B3. O primeiro, o alívio que causa ao mercado a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal de manter Lula preso, adiando para agosto o julgamento sobre a conduta do seu juiz na Operação Lava Jato, e agora ministro da Justiça, Sérgio Moro. Solto, Lula pode se tornar uma pedra no sapato dos planos do presidente Jair Bolsonaro de ajustar as finanças públicas – chame-se, aprovação de reformas e avanço das privatizações. Ontem, a bolsa acelerou perdas e o dólar ultrapassou os R$3,85 com o temor de ver “Lula livre”. 

 

O outro assunto? As inusitadas e, em teoria, positivas declarações do secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, trouxeram uma dose de esperança quanto à solução da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Os mercados globais entravam hoje no quarto dia de desempenho fraco pelo temor de que a reunião entre os presidentes americano Donald Trump e chinês Xi Jinping, programada para o fim de semana, não resolveria a disputa. No entanto, Mnuchin disse à cadeia CNBC que os dois países têm “cerca de 90% do caminho percorrido e vejo mais espaço para alcançarmos um acordo,” sem detalhar o que os 10% finais de um acordo envolveriam, nem quais os pontos críticos para completar um acordo.

 

As bolsas europeias e os futuros dos índices americanos reagiram bem à fala, assim como as commodities e os ativos de risco. Mesmo assim, os ETFs das ações de mercados emergentes ainda recuam – sinal de que o dia não será fácil para nossa classe de ativo. Com a cena política ainda ditando o rumo dos negócios locais, fique de olho nos números do mercado de crédito para maio, o leilão de linha de US$1 bilhão do BC – que visa a aliviar a suposta escassez de moeda estrangeira no mercado a vista – e as negociações em torno da Nova Previdência. O presidente Jair Bolsonaro viaja hoje para a reunião do G-20 no Japão.  

 

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Mercado hoje, segundo Contribuidores TC

 

As bolsas e as commodities retomaram as altas na manhã desta quarta-feira, após um início fraco na Ásia, após o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, dizer à CNBC que um acordo com a China está “90%” pronto. As bolsas amargavam quatro dias de desempenho fraco, por temores de que a reunião entre Trump e Xi não traria nenhuma solução palpável à disputa comercial que se alastra por quase 15 meses. Mnuchin se mostrou confiante de que Trump e Xi possam avançar nas negociações, em meio à cúpula do G-20 neste fim de semana. 

 

 Bolsas: Os futuros dos índices Dow Jones e S&P500 aceleravam os ganhos para 0,44% e 0,50% por volta das 07h20, após um começo fraco no pregão europeu. A fala de Mnuchin reavivou a demanda por ativos de risco, ajudando a tirar o índice Stoxx600 do vermelho, graças ao avanço das ações de bancos, companhias de energia e montadoras. Não que a notícia tenha tirado a cautela completamente do ambiente: as principais bolsas asiáticas recuaram no dia, enquanto os fundos de índices das ações emergentes, incluindo as do Brasil, também perdiam terreno. O ETF iShares MSCI Emerging Markets recuava 0,95% no pré-market em Nova Iorque, enquanto o iShares MSCI Brazil, que replica o índice Bovespa, caía 0,12%. O índice VIX de volatilidade derretia 3% no pregão europeu.

 

Principais notícias corporativas

 

 Aliansce e Sonae Sierra: Acionistas das empresas aprovaram a combinação de negócios entre as companhias, que ainda precisa de aprovação do Cade.

 

 Bradesco: O Bradesco aprovou a renovação do programa de recompra de até 15 milhões de ações de própria emissão para permanência em tesouraria.

 

 Copel: A Copel informou que a Eletrobras transferiu a totalidade das ações que detinha na Uirapuru Transmissora, que custou R$100 milhões à companhia paranaense. 

 

 Petrobras I: Petrobras negocia com Cade sua saída do transporte e da distribuição de gás (Folha) 

 

 Petrobras II: Petrobras realizará nova rodada de ofertas finais para polos Enchova e Pampo (Reuters) 

 

 Fundos: Com maior demanda, FIDC para empresas menores cresce (Valor) 

 

Agenda do dia

 

Indicadores nacionais

05h00 IPC semanal (junho) – Fipe

08h00 INCC mensal (junho) – FGV

10h00 Relatório mensal da dívida pública (maio) – Tesouro Nacional

10h30 Saldo de crédito total mensal (maio) – Banco Central

10h30 Taxa de inadimplência de pessoa física mensal (junho) – Banco Central

10h30 Estoque de crédito mensal (junho)

14h30 Resultado primário do governo central mensal (maio) – Tesouro Nacional

14h30 Fluxo cambial semanal – Banco Central

 

Indicadores internacionais

08h00 EUA – Pedido de hipotecas semanal – MBA

09h30 EUA – Núcleo de pedidos de bens duráveis mensal (maio)

09h30 EUA – Pedidos de bens duráveis mensal (maio)

09h30 EUA – Balança comercial de bens mensal (maio)

11h30 EUA – Estoques de petróleo bruto

20h50 Japão – Vendas no varejo anual (maio)

 

DISCLAIMER: Este newsletter não tem o objetivo de promover a venda de títulos e valores mobiliários específicos, e sim, de informar correta e oportunamente a quem o recebe.

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