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SP500

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DJIA

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NASDAQ

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IFIX

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BRENT

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IO62

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TRAD3

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+3,35%

ABEV3

R$ 15,22

+0,39%

AMER3

R$ 32,91

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ASAI3

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-1,51%

AZUL4

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Atualizado há cerca de 1 ano

Ícone de compartilhamento

Após uma queda histórica em abril por conta da pandemia de coronavírus, a demanda por imóveis e materiais de construção explodiu e está pressionando os custos do setor. A alta dos preços, ampliada pela disparada do dólar para mais de R$5,00, deve elevar os custos dos imóveis novos e pressionará as prestações dos financiamentos de imóveis adquiridos na planta.

Falta até o básico

As construtoras foram um dos setores que mais sofreram com a pandemia. O nível de atividade efetivo da construção civil despencou de 40,5 pontos para 25,5 pontos em abril, conforme o levantamento da Confederação Nacional da Indústria, CNI.Também o setor de materiais de construção sofreu com a retração da demanda de empresas e de parte da população, atingida pelo desemprego.

As coisas começaram a mudar em abril, quando o Congresso aprovou o auxílio emergencial de R$600. Com o auxílio, maior até que a renda de muitos trabalhadores, e o isolamento social, a procura por materiais para reforma disparou.

Mais de 40% dos lojistas de materiais de construção apontaram aumento nas vendas em maio, segundo estudo da Associação do Varejo de Construção juntamente com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, IBRE-FGV. Em julho, a porcentagem aumentou para 54%.

O resultado não podia ser outro: as prateleiras das lojas se esvaziaram. Faltam até os suprimentos básicos, como cimento, telhas e tubos de PVC. Cerca de 55% das empresas do setor tiveram dificuldade de encontrar matérias-primas, insumos ou mercadorias na segunda quinzena de agosto, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. E os preços subiram.

Preço nas alturas

Já a queda dos juros e a maior oferta de crédito aumentou a procura por imóveis, para investimento ou uso próprio. Com o aumento das construções e reformas e a falta de materiais, os preços subiram. O IBGE aponta que a inflação do setor subiu de 3,33% em julho para 3,78% em agosto. O tijolo aumentou 9,32% e o cimento 5,42% em agosto, segundo a instituição.

Além da falta de materiais de construção, o dólar caro também influenciou na alta dos preços. Em meados da pandemia, o dólar chegou a encostar em R$6,00. Isso reflete diretamente nos produtos importados, por exemplo, máquinas e equipamentos eletrônicos, e na reposição dos que faltam no mercado brasileiro. Preços referenciados em dólar,como o aço, também subiram.

Imóveis na planta

A inflação dos materiais de construção afeta também os compradores de imóveis na planta, que têm de pagar o financiamento das obras para a construtora. Usado para reajustar os contratos de compra de imóveis ainda em construção, o Índice Nacional de Custo de Construção, o INCC, sofre o impacto direto dos preços dos insumos do setor.

Calculado pela Fundação Getulio Vargas, FGV, o INCC faz parte do Índice Geral de Preços. Ele é formado por um índice de custos de insumos, materiais e serviços e outro de mão de obra. O INCC-10 de setembro, que mede a variação dos preços do dia 11 de agosto a 10 de setembro, subiu 0,80%, um pouco menos que o 1,01% de agosto, mas muito acima do IPCA, que em agosto teve alta de 0,23%.

No acumulado do ano, o INCC-10 sobe 4,13% e, em 12 meses, 4,50%, também mais que os 2,50% acumulados pelo IPCA em 12 meses. Mas, olhando apenas o índice dos materiais de construção e serviços, a alta no ano é de 6,41% e, em 12 meses, 7,10%. O custo da mão de obra é que tem segurado a alta do INCC, com elevação de 2,20% no ano e 2,31% em 12 meses.

Essa variação do INCC deverá ser aplicada às prestações dos imóveis em construção, comprados na planta, e também sobre o saldo devedor dos contratos.

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