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Atualizado há cerca de 2 anos

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Por Angelo Pavini, editor sênior do TC Mover

 

Entre os diversos eventos importantes da superquarta, que incluíram decisões de juros no Brasil e nos EUA, o que deve impactar mais os mercados hoje é a melhora da perspectiva da nota de crédito brasileira pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s, a grande novidade de ontem.

 

A manutenção dos juros nos EUA e o corte do Copom sem a sinalização para fevereiro já eram esperados, assim como o avanço do marco do saneamento no Congresso. E mesmo a melhora do rating brasileiro também vinha sendo cogitada por economistas, como Mário Mesquita, do Itaú, e pelo governo. Na semana passada, o secretário do Tesouro, Mansueto de Almeida, afirmou em evento que esperava a ação de alguma agência nos próximos dois meses. Mas o mercado não costuma se antecipar a esses eventos sem data marcada.

 

Agora, com a primeira levantando a bandeira, o mercado vai reagir, pois as agências de rating, como as andorinhas, costumam andar em bando, e outras em breve devem ajustar suas perspectivas ou suas notas à nova realidade brasileira, de juros baixos, inflação sob controle e previdência minimamente ajustada. Faltava apenas a retomada do crescimento, que teimava em não aparecer. Algumas agências, por tradição, devem demorar mais, como a Moody’s, mas todas já devem estar aguardando novos dados de atividade para reavaliar as notas. Sinais de continuidade das reformas também ajudarão nesse processo.

 

No curto prazo, a melhora da perspectiva do rating, apesar de as agências sempre chegarem atrasadas, vai chamar ainda mais a atenção para o Brasil entre os investidores lá fora, como a luz atrai as mariposas. Os grandes institucionais só podem aplicar em países com grau de investimento de baixo risco, o que ainda vai demorar para o Brasil voltar a ter. Mas outros investidores, de fundos que aceitam maior risco, se antecipam e começam a comprar antes. Isso deve ajudar a valorizar o real diante do dólar e ajudar algumas empresas que captam recursos no exterior pois a perspectiva de risco menor reduz o custo delas. Bancos devem ser beneficiados.

 

(Foto: Escritório da Standard & Poor’s – Shutterstock)
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