IBOV

106.419,53 pts

-2,12%

SP500

4.569,78 pts

-0,11%

DJIA

35.735,41 pts

-0,06%

NASDAQ

15.549,24 pts

-0,07%

IFIX

2.693,64 pts

-0,53%

BRENT

US$ 85,32

-1,25%

IO62

¥ 707,00

+1,00%

TRAD3

R$ 5,39

-11,34%

ABEV3

R$ 15,16

-1,04%

AMER3

R$ 32,40

-6,60%

ASAI3

R$ 15,95

-1,23%

AZUL4

R$ 26,90

-8,50%

B3SA3

R$ 12,15

-5,95%

BIDI11

R$ 39,82

-5,48%

BBSE3

R$ 22,17

-1,37%

BRML3

R$ 6,97

-4,52%

BBDC3

R$ 17,28

-2,70%

BBDC4

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-2,73%

BRAP4

R$ 51,89

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BBAS3

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BRKM5

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BRFS3

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BPAC11

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CRFB3

R$ 17,07

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R$ 21,10

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Atualizado há cerca de 2 anos

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A Nova Previdência é assunto do Senado. Aprovada em tempo mais curto do que o esperado pelo mercado, com uma economia fiscal bem acima das projeções médias dos economistas e com uma oposição quase inexistente tanto no Parlamento quanto nas ruas, o passo do projeto pela Câmara foi uma vitória ressonante do presidente da Casa, Rodrigo Maia. Ao mesmo tempo, tornou-se consenso a ideia de que Reforma da Previdência não é a panaceia para os problemas de crescimento do país nem para o equilíbrio fiscal e que mais reformas deverão ser encaminhadas para tirar o país do marasmo.

 

Hoje, em evento no Banco BTG Pactual, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, deixou claro que o processo de modernização e ajuste estrutural das finanças públicas no país não acaba na Nova Previdência. A próxima rodada é a Reforma Tributária, bem diferente da Reforma da Previdência e com elementos ainda mais complexos. A mensagem de que governo e congressistas trabalham em uma proposta conjunta é positiva, mas há muito que avançar para conciliar todos os interesses envolvidos, sejam os do empresariado, dos sindicatos ou da política.

 

É nesse contexto que o Ibovespa opera em alta de 0,95%, rumo aos 104 mil pontos, apesar de muitos investidores terem se queimado nos últimos cinco pregões. Com tendência de curto prazo indefinida e trabalhando no meio do canal de alta de médio prazo, o índice só precisa de um empurrãozinho para sair da armadilha dos 100 mil pontos aos 103 mil pontos. A passagem da Nova Previdência e o envio do texto para o Senado, onde começará a ser apreciado na Comissão de Constituição e Justiça a partir de hoje, impulsionam as ações mais líquidas do índice, as chamadas blue-chips – como Vale, Petrobras e os bancos.

 

Por ora, para que continue avançando, o mercado brasileiro depende mais do exterior benigno do que qualquer pirueta do Congresso quanto às reformas. O sentimento mundo afora mostra-se favorável nesta quinta: os índices acionários americanos sobem, em sintonia com as bolsas europeias, após o Banco Central do Povo da China fixar o iuan em nível mais forte do que o mercado imaginava – evento que o investidor interpretou como um gesto de boa vontade para aliviar a recente escalada das tensões comerciais com os Estados Unidos. O câmbio se beneficia e o dólar futuro cai 0,8% a R$3,94450.

 

Em linha com o maior apetite por risco e a fuga do investidor de ativos mais seguros para outros com maior retorno, os preços do petróleo tiveram a maior alta em mais de uma semana, o ouro caiu do maior patamar em seis anos e os rendimentos da dívida dos países ricos tiveram sua maior alta no mês. Somente o juro dos Treasuries de dez anos disparou 8 pontos-base. Mesmo que a decisão do PBOC de fixar o iuan levemente acima de 7 iuanes por dólar pela primeira vez em 11 anos e os dados de balança comercial chineses forneçam suporte aos ativos de risco, o investidor precisa ficar ligado com o ruído quanto à guerra comercial ou a economia global.

 

Outro destaque são os DIs, que tentam romper as mínimas históricas após várias medidas de inflação mostrarem leituras benignas. A economia fraca e o menor custo dos alimentos na entressafra ajudaram a frear a alta no IPCA e no IGP-DI de julho, validando a aposta de mais um corte na taxa Selic no mês que vem. O IPCA subiu 0,19%, menor variação para julho em cinco anos, enquanto o IGP-DI ficou quase estável. Assim, o DI para janeiro próximo tocou os 5,48%, menor patamar na história do contrato.

 

A economia frouxa também se viu refletida nos balaços corporativos – mas o investidor preferiu ignorar o fato e relaxar após uma semana de insônia. Hoje de manhã, o Banco do Brasil cortou a projeção para o crescimento da carteira de crédito no ano, citando demanda menor por empréstimos corporativos em meio a uma desaceleração forte da atividade doméstica e maior incerteza com a economia global. Isso apesar de ter apresentado lucro e rentabilidade sobre o patrimônio acima do consenso no segundo trimestre. O papel sobe 1,3%, puxado pela melhora na eficiência e nas provisões.

 

(Foto: Bovespa / Wikicommons)

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