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Atualizado há 17 dias

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São Paulo, 8 de janeiro– A queda nas ações no banco Inter, após lançar o programa de recompra de até 4 mil ações ordinárias e 8 mil preferenciais, no primeiro dia útil do ano foi a notícia mais lida desta semana. Apesar da disparada na sexta-feira, os papéis acumularam perdas semanais.

Além disso, o setor energético deve se manter no radar ao longo do novo ano. A família Safra está investindo em energia solar e olhando aquisições, segundo fontes ao Scoop by Mover, que revelaram que a criação de uma empresa de soluções em geração fotovoltaica, a Sol Copérnico, coloca em marcha um ambicioso plano de crescimento.

Puxando o assunto do setor para o ambiente internacional, o Cazaquistão, país conhecido como polo de mineração Bitcoin, está com o futuro de suas principais atividades em risco, em meio à uma crise energética e uma série de protestos. Veja abaixo as notícias mais lidas da semana!

Recompra de ações do banco Inter

As ações do banco Inter registraram queda no início da semana, com a aprovação, na última segunda-feira, de um programa de recompra de papéis da companhia, que permite a aquisição de até 4 mil ações ordinárias e 8 mil preferenciais, separadamente ou por units, que são papéis compostos por uma ordinária e duas preferenciais.

A duração da iniciativa é de até seis meses, com prazo final para julho deste ano. Além disso, outros projetos de aquisições e investimentos estiveram em alta.

A primeira alta de 2022 do banco Inter foi na sexta-feira, 7, quando as units (BIDI11), as preferenciais (BIDI4) e as ordinárias (BIDI3) dispararam 15,46%, 14,88% e 13,40%, respectivamente. Porém, o bom desempenho desse dia não impediram as perdas semanais, que chegaram a 6,44%, 7,76% e 4,57%.

Nesta semana, as ações do banco Inter também foram impactadas por um despejo de mais de 20 milhões de units pelo fundo Ponta Sul, por meio do BTG, o que equivale a mais de R$400 milhões, segundo fontes ouvidas pelo Scoop by Mover.

“Pelo tamanho da movimentação e a concentração do fundo na ação, é muito possível que o fundo do gestor Flavio Gondim seja o responsável pela venda em bloco”, disse uma fonte. Para conferir o conteúdo completo, assine um dos planos do TC.

Família Safra de olho em energia solar

Com recorde no ano passado, o desempenho da energia solar deve ser ainda mais superior em 2022, estimam especialistas, o que mantém o setor no radar dos investidores. A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica avaliou os sistemas de geração distribuída, conhecida como GD, somam investimento acumulado de R$42 bilhões no país desde 2012.

Um dos motivos para essa projeção de crescimento é a aprovação no Congresso de um projeto que altera diretrizes para novos projetos de geração distribuída. Como essa regulação será menos favorável, a visão do mercado é de que haverá aceleração dos investimentos no setor ao longo do ano, antes que ela entre efetivamente em vigor.

Para surfar nessa onda, a família controladora do banco Safra, entrou discretamente para a cada vez mais longa lista de investidores em energia solar do Brasil, com a criação de uma empresa de soluções em geração fotovoltaica, a Sol Copérnico, disseram três fontes ao Scoop by Mover.

De acordo com elas, a Sol Copérnico, focada inicialmente em instalações renováveis de pequeno porte, conhecidas como geração distribuída, é uma aposta da família Safra, que está de olho nas aquisições do setor.

Crise energética no Cazaquistão, polo do Bitcoin

Se no Brasil a energia solar ganha otimismo entre os investidores, no Cazaquistão a crise energética causou protestos nesta semana. O país, conhecido como o polo de mineração de Bitcoin, enfrentou apagões e aumentos sucessivos nos preços dos combustíveis.

Essa situação gerou uma onda de protestos com invasões de prédios públicos e o desligamento do acesso à internet, segundo o The New York Times, podendo afetar a hashrate, taxa que mede o processamento da rede do Bitcoin.

O Cazaquistão concentra quase 22% da mineração global de Bitcoin, atrás apenas dos Estados Unidos, que detêm 42,7%, conforme dados de agosto da Universidade de Cambridge. A explosão da mineração de Bitcoin no país ocorreu após maio do ano passado, quando a China baniu a atividade.

Privatização da Eletrobras

Outro assunto do setor de energia que o mercado monitora de perto é a privatização da Eletrobras. Os planos do Ministério de Minas e Energia apontam, no momento, para a conclusão da desestatização entre abril e maio, embora a análise do processo pelo Tribunal de Contas da União, TCU, possa atrasar o cronograma.

Criada com a finalidade de assumir funções públicas da Eletrobras, a estatal chamada ENBPar, Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional, teve as operações iniciadas oficialmente pela administração do presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira, 3.

O ministério anunciou que a nova estatal tem o comando de Ney Zanella dos Santos, vice-almirante da Marinha e presidente do Conselho da Nuclebrás, também controlada pelo governo.

Investimentos em ferrovias

Além da privatização da Eletrobras, há outro setor que pode enfrentar desafios para concluir o planejamento: a infraestrutura do transporte ferroviário. Os investimentos das primeiras 19 autorizações de ferrovias assinadas pelo governo federal devem somar mais de R$100 bilhões. O objetivo é construir cerca de 7 mil quilômetros de novas linhas, porém há uma longa estrada para tirá-las do papel.

O ex-diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Bernardo Figueiredo, citou ao Scoop by Mover a falta de garantia de efetividade dos projetos solicitados como um dos obstáculos. “São poucos os projetos em que as contas vão mesmo fechar”, disse.

Além de grandes operadores ferroviários, como a Rumo, da Cosan, e a VLI, da Vale, empresas menos conhecidas possuem algumas das 19 autorizações. A Macro Desenvolvimento, fundada em 2020 e com entre dois e dez funcionários, obteve duas licenças bilionárias.

No entanto, de acordo com nota do Ministério de Infraestrutura, “o Marco Legal das Ferrovias prevê instrumentos para garantir a aplicação dos investimentos previstos no projeto autorizado e que resguardam o Poder Público, caso o investimento não seja realizado”.

Texto: Beatriz Lauerti
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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