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Bolsa sobe após atingir 97 mil pontos, atenta ao cenário externo

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Bolsa sobe após atingir 97 mil pontos, atenta ao cenário externo

Bolsa sobe após atingir 97 mil pontos, atenta ao cenário externo
tcuser

Atualizado há mais de 3 anos

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A bolsa brasileira sente a piora de humor nos mercados internacionais, mas o índice Bovespa segue em alta, operando ao redor dos 97.000 pontos, na contramão da tendência negativa dos índices americanos, mediante preocupações sobre o impasse entre Estados Unidos e China e os efeitos da paralisação do governo na economia.

 

Por volta de 12h50, o Ibovespa subia 0,35% a 96.885 pontos, depois de atingir 97.187 pontos na máxima – novo recorde intradiário. Além do otimismo dos investidores com detalhes da agenda liberal do governo, novidades no cenário corporativo ajudavam a sustentar a bolsa.

 

CCR tinha forte alta após o governador de São Paulo, João Doria, dizer ao Valor que vai renovar as concessões de rodovias administradas pelo setor privado até o fim de seu mandato em 2022. Já a Kroton também ganhava mais de 5% após estimar um avanço de até 5% no EBITDA deste ano.

 

Já o Dow Jones perdia 0,25%. O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, disse à CNBC que os EUA estão distantes de um acordo comercial com a China. O presidente Donald Trump já avisou que irá elevar tarifas de produtos chineses exportados aos EUA caso não haja uma convergência – a trégua vai até março.

 

O índice europeu Stoxx600, por sua vez, operava perto da estabilidade. O Banco Central Europeu manteve inalterada as taxas-alvo de juros nesta quinta-feira, em linha com o consenso, mantendo sua orientação para um ajuste só após o verão, apesar de uma forte desaceleração no crescimento econômico. Pelo momento, as autoridades monetárias da Zona do Euro continuam focadas no cumprimento da meta de inflação, e vão monitorar o que aconteça com as economias local, americana e chinesa para decidir qual linha de ação seguir.

 

No mercado de câmbio, o dólar futuro refletia a cautela no exterior e avançava 0,33% frente ao real, cotado a R$3,780 na B3. E os juros futuros ganhavam prêmios de risco após forte queda na véspera.

 

(Foto: Donald Trump, Xi Jinping – Reuters)

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