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Bolsas despencam com Evergrande; coronavírus, FOMC, dívida nos EUA, Copom no radar: Espresso

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Bolsas despencam com Evergrande; coronavírus, FOMC, dívida nos EUA, Copom no radar: Espresso

Bolsas despencam com crise da imobiliária chinesa Evergrande alimenta a onda de aversão nesta segunda-feira e receio com Delta. Saiba mais!

Bolsas despencam com Evergrande; coronavírus, FOMC, dívida nos EUA, Copom no radar: Espresso
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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 20 de setembro – As bolsas despencam nesta segunda-feira com uma onda de aversão ao risco. A busca por proteção aumentou nos mercados globais em meio ao receio de calote da gigante imobiliária chinesa Evergrande, número alto de casos da variante Delta do coronavírus nos Estados Unidos e dificuldades em prorrogar o teto da dívida americana no Congresso.

A esses riscos soma-se a preocupação com a possível redução de estímulos na reunião do Federal Reserve, que começa amanhã. No Brasil, a cautela externa é amplificada pelo risco fiscal e pela preocupação com a reunião do Comitê de Política Monetária, que também começa amanhã.

Bolsas despencam nos EUA, mas recuperaram parte das perdas no final do pregão

A aversão ao risco acentuada com a crise da gigante imobiliária chinesa Evergrande levou o Dow Jones a encerrar com a pior queda desde julho, de 1,78%, enquanto o S&P500 teve o pior desempenho desde maio, recuando 1,70%, e o Nasdaq, desde abril, 2,10%. Na última hora do pregão, as bolsas americanas recuperaram parte das perdas, o que foi visto como positivo por analistas. O petróleo Brent e o WTI fecharam com quedas de 1,9% e 2,3%, respectivamente. O VIX, o índice do medo, subiu 23,5% e o yield do Treasury de dez anos caiu 5,8 pontos-base com busca por proteção.

Na esteira da cautela nas bolsas globais, o Ibovespa encerrou no pior patamar desde novembro de 2020. O mercado também está de olho no início das reuniões do Copom, comitê decisório do Banco Central, que inicia-se nesta terça-feira, 21. O índice brasileiro recuou 2,33% a 108.843 pontos, pressionado principalmente pela Vale e o grandes brancos. O dólar também acompanhou o mau humor e subiu 0,77% a R$5,338. Já a curva de juros recuou em quase toda sua extensão, com apenas o contrato para janeiro de 2022 registrando alta de 1,5 pontos-base, em meio a projeções altistas para a Selic.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Mover


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