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Bolsas disparam com eleição dos Estados Unidos; no radar, apuração, FOMC: Espresso

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Bolsas disparam com eleição dos Estados Unidos; no radar, apuração, FOMC: Espresso

As bolsas dispararam hoje nos EUA com a expectativa de não haver grandes mudanças em termos de gastos públicos, seja quem vencer a eleição.

Bolsas disparam com eleição dos Estados Unidos; no radar, apuração, FOMC: Espresso
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Atualizado há mais de 1 ano

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São Paulo, 04 de novembro – As bolsas dispararam hoje nos Estados Unidos com a expectativa de que, qualquer que seja o resultado da eleição para presidente, não haverá espaço para grandes mudanças em termos de gastos públicos, tributação ou regulação de setores da economia.

O Congresso americano continuará dividido, com o Senado dominado pelos republicanos e a Câmara dos Representantes pelos democratas. O cenário beneficia especialmente as empresas de tecnologia, que dispararam e lideraram os ganhos dos índices americanos.

A disputa entre Joe Biden e o presidente Donald Trump, que já vinha acirrada, caminha agora para uma batalha jurídica à medida que o candidato democrata ganha terreno e o republicano entra com ações nos Estados onde aparece perdendo, em muitos casos por menos de 1%.

Outra estratégia de Trump é tentar invalidar o grande número de votos pelo correio em Estados importantes, como a Pensilvânia e Michigan. Como a maioria desses votos seria de eleitores democratas, Trump deve tentar parar o jogo enquanto está ganhando.

Reuniões de política monetária nos EUA e no Reino Unido

Os sinais de um cenário negativo para a economia americana devem pesar na decisão de política monetária do Comitê Federal de Mercado Aberto, FOMC, do Federal Reserve amanhã, às 16h00 de Brasília. O vírus e o desaquecimento serão assuntos do presidente do banco central americano, Jerome Powell, em sua entrevista, às 16h30. Ele também abordará a necessidade de novos estímulos fiscais.

Será o tom também do Banco da Inglaterra que, mais cedo, também decide amanhã sua política monetária em meio a uma nova onda do vírus e dificuldades na negociação para a saída organizada do país da União Europeia.

Desoneração da folha de pagamento e balanços

No Brasil, a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamento foi mais um sinal negativo para as contas públicas, ao reduzir a arrecadação federal no próximo ano. Mesmo assim, o Ibovespa teve um dia de alta, acompanhando os mercados internacionais, e os juros e dólar caíram.

Na agenda de balanços, destaque amanhã para Banco do Brasil logo cedo e, à noite, Porto Seguro, Engie Brasil, AES Tietê, Hermes Pardini, Iguatemi JHSF, Lojas Renner, e Tenda. Destaque também para a estreia de Méliuz na bolsa.

Texto: TC Mover
Edição: Letícia Matsuura
Imagem: Nathália Reiter/TC

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