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Bolsas globais em queda, à espera de sabatina de Powell, ata do Federal Reserve 

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Bolsas globais em queda, à espera de sabatina de Powell, ata do Federal Reserve 

Bolsas globais em queda, à espera de sabatina de Powell, ata do Federal Reserve 
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Atualizado há quase 3 anos

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Os futuros dos índices americanos recuavam na manhã desta quarta-feira, na mesma direção dos índices na Europa, Japão e China, com investidores reduzindo suas apostas em ativos de risco à espera da sabatina do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, hoje no Congresso.

 

Os próximos dois dias deverão ser de grande volatilidade nos mercados, com os depoimentos de Powell hoje e amanhã, além da divulgação da ata da reunião de política monetária do Fed hoje à tarde. Os investidores devem olhar para a ata do FOMC em busca de pistas que indiquem a direção dos juros nos Estados Unidos. Os dados econômicos recentes mostraram um crescimento sólido das vagas de emprego em junho, enquanto os dados industriais se deterioram – deixando o cenário pouco previsível para a política monetária.

 

Às 07h10, os contratos futuros dos índices Dow Jones Industrials e S&P500 recuavam 0,26% e 0,28%, respectivamente, quarto dia consecutivo de queda, com investidores reduzindo suas apostas em ativos de risco à medida que a chance um corte na taxa básica de juros ainda este mês se torna cada vez menos iminente.

 

O índice Xangai Composto fechou em queda de 0,44%, apesar do noticiário informar que o principal representante comercial da China está em conversas com o secretário do Tesouro americano Steven Mnuchin para resolver diferenças comerciais entre os dois países.

 

O dólar americano recuava 0,10% ante pares globais, primeira queda em seis pregões, seguindo a queda nos títulos de dívida americana, à espera da sabatina de Powell.

 

O rendimento dos Treasuries de dez anos dispara 3,7 pontos base para 2,104%, maior patamar em um mês, com investidores devolvendo aos preços à antecipação de que o banco central americano cortaria as taxas de juros ainda este mês. No mês de junho, o mesmo rendimento chegou a tocar o patamar de 1,950%.

 

O índice VIX, que mede a volatilidade dos ativos ao redor do mundo, subia 3,41%, indicando maior clima de aversão ao risco nos mercados. O contrato futuro do ouro caia 0,22%, abaixo dos US$1.400 – em um sinal de realização de lucros, após altas recentes.

 

Os petróleos WTI e Brent disparavam 2,13% e 1,89%, respectivamente, com as tensões geopolíticas se mantém no Oriente Médio, se mantendo acima das expectativas de desaceleração global para os investidores da commodity.

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