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Bolsas nos EUA derretem após tombo da Meta; no radar, Payroll, juros, balanços: Espresso

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Bolsas nos EUA derretem após tombo da Meta; no radar, Payroll, juros, balanços: Espresso

O frustrante balanço da Meta, junto à preocupação com o aperto monetário global, derrubou as bolsas nos EUA, azedando também o Ibovespa

Bolsas nos EUA derretem após tombo da Meta; no radar, Payroll, juros, balanços: Espresso
tcuser

Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 3 de fevereiro– As bolsas nos EUA fecharam em forte queda hoje após o resultado da Meta Platforms vir abaixo do esperado. A ação da empresa dona do Facebook caiu mais de 20,0% e provocou uma onda de vendas de papéis de tecnologia, levando o Nasdaq 100 a recuar mais de 4,0%, no pior dia desde setembro de 2020.

No Brasil, o Índice Bovespa teve ligeira baixa, limitada pelo ganho de bancos e empresas de energia. O dólar subiu diante do real e os juros recuaram nos prazos mais curtos refletindo a reunião do Copom.

Tombo das bolsas nos EUA e no Brasil

As bolsas de Wall Street sofreram nesta quinta-feira, com os investidores frustrados com balanço da Meta e preocupados com movimento de aperto monetário mundial, após indicações de que o Banco Central Europeu pode antecipar a alta de juros, como já fez o Banco da Inglaterra.

O Dow Jones recuou 1,45%, o S&P500, 2,44% e o Nasdaq 100, 4,22%, a maior queda desde setembro de 2020, conforme os rendimentos dos Treasuries de dez anos subiram 5,9 pontos-base. O petróleo Brent subiu 1,83% e o WTI, 2,28%, com dólar em queda e tensões na Ucrânia, além de refletir decisão da OPEP+ de manter o plano de produção.

O Ibovespa teve uma sessão de ajuste, oscilando entre o terreno positivo e negativo, para encerrar a quinta-feira em queda de 0,18%, a 111.695 pontos. Já a ponta curta e média da curva de juros recuou em até 22 pontos-base e o dólar futuro subiu 0,42% a R$5,319, após o Copom sinalizar ontem para uma redução do ritmo de alta da Selic em março. A ponta longa da curva subiu, em linha com os yields dos Treasuries, que voltaram a superar 1,80%.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Mover

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