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Bolsas renovam recordes nos EUA antes do Natal; no radar, emprego, contas públicas: Espresso

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Bolsas renovam recordes nos EUA antes do Natal; no radar, emprego, contas públicas: Espresso

Bolsas americanas sobem em véspera de Natal, enquanto o Ibovespa recua, atingindo o menor volume de negociações desde julho de 2020

Bolsas renovam recordes nos EUA antes do Natal; no radar, emprego, contas públicas: Espresso
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Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 23 de dezembro – No último pregão antes do Natal, as bolsas americanas tiveram hoje a terceira alta seguida, com o S&P500 fechando em novo recorde, mesmo com a aceleração da inflação. Sinais de atividade aquecida e de menor letalidade da variante ômicron do coronavírus garantiram uma semana de ganhos para os índices americanos.

No Brasil, o Índice Bovespa voltou a se descolar do otimismo do exterior e fechou em queda, abaixo dos 105 mil pontos, e o dólar retomou a alta, pressionado por remessas que levaram o Banco Central a fazer dois leilões.

Bolsas americanas sobem, enquanto Ibovespa recua

O S&P500 renovou recorde de fechamento nesta véspera de feriado, com ações de bancos e de tecnologia entre os destaques positivos, após redução dos temores com a variante ômicron e dados econômicos positivos. O Dow Jones subiu 0,55%, o S&P500, 0,62% e o Nasdaq 100, 0,79%. Na semana, ganharam 1,65%, 2,28% e 3,21%, respectivamente.

O petróleo também deu sequência aos ganhos, com o Brent em alta de 2,07% hoje e de 4,95% na semana e o WTI, de 1,42% e 2,16%, respectivamente. O rendimento do Treasury de dez anos também subiu, 3,5 pontos-base.

Na contramão do exterior, o Ibovespa recuou novamente, em 0,33% a 104.891 pontos, batendo o menor volume de negociações desde julho de 2020, antes de feriado. A baixa liquidez aumentou a volatilidade e o dólar futuro subiu 0,17% a R$5,672, mesmo após o BC vender quase US$1,0 bilhão em leilão, pressionado por remessas e estressado por dados de inflação nos EUA, o que também fez a curva de juros avançar em toda extensão em até 21 pontos-base. Na semana o índice perdeu 2,15%, e o dólar futuro, 0,72%.

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Texto: Mover
Edição: Anderson Lima
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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