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Bolsas sobem à espera de emprego privado nos EUA, inflação, Copom, Big Techs: Espresso

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Bolsas sobem à espera de emprego privado nos EUA, inflação, Copom, Big Techs: Espresso

O início de fevereiro foi positivo para as bolsas americanas e o Ibovespa, que continua com a entrada de investimentos estrangeiros

Bolsas sobem à espera de emprego privado nos EUA, inflação, Copom, Big Techs: Espresso
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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 1 de fevereiro – As bolsas começaram fevereiro em alta, com recuperação de perdas nos Estados Unidos e continuidade da entrada de investimentos estrangeiros no Brasil. Dow Jones, S&P500 e Nasdaq reverteram perdas, com bons resultados de empresas, apesar de sinais de inflação mais forte e alta dos juros longos dos Treasuries.

No Brasil, o Ibovespa retomou os 113 mil pontos e fechou perto da máxima com commodities e compras de investidores externos, que já trouxeram R$30,6 bilhões para a bolsa neste ano até dia 28 de janeiro. Dólar e juros recuaram, aguardando decisão do Copom amanhã e balanços.

Recuperação das bolsas americanas

As bolsas americanas abriram fevereiro em movimento de recuperação, após o S&P500 ter em janeiro o pior desempenho mensal desde março de 2020. Com o temor com a alta de juros ainda no radar e o rendimento do Treasury de dez anos perto de 1,80%, as ações de bancos ajudaram os índices a subir hoje.

O Dow Jones ganhou 0,78%, o S&P500, 0,69% e o Nasdaq 100, 0,60%. Já o petróleo fechou próximo da estabilidade, de olho na reunião da OPEP+ e na crise da Ucrânia, com o Brent em queda de 0,11% e o WTI em alta de 0,06%.

Início de mês positivo

O Ibovespa fechou a primeira sessão de fevereiro em alta, enquanto o dólar futuro recuou 0,76% a R$5,301 e a curva de juros acompanhou, em queda de até 17 pontos-base, após dados de inflação ao produtor vir abaixo do consenso e com entrada de fluxo estrangeiro.

índice brasileiro subiu em 0,97% a 113.228 pontos, com a maioria dos índices da B3 positivos, destacando o setor de materiais básicos, que liderou ganhos a 2,94%, e o imobiliário, com a maior perda, de 1,40%.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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