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Bolsas sobem nos EUA apesar da guerra; no radar, Ucrânia, inflação nos EUA: Espresso

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Bolsas sobem nos EUA apesar da guerra; no radar, Ucrânia, inflação nos EUA: Espresso

Em sessão volátil após a invasão da Rússia à Ucrânia, as bolsas americanas conseguiram reverter as quedas após pronunciamento de Joe Biden

Bolsas sobem nos EUA apesar da guerra; no radar, Ucrânia, inflação nos EUA: Espresso
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Atualizado há 3 meses

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São Paulo, 24 de fevereiro– As bolsas em Nova York driblaram os impactos da guerra na Ucrânia e fecharam em alta, com os investidores retomando as compras de ações em meio à expectativa de que os juros americanos podem subir menos por conta do impacto da turbulência na economia global.

Os índices de ações reverteram as fortes perdas da manhã e o dólar e o ouro reduziram as altas após notícias de possíveis negociações entre Moscou e Kiev e acompanhando anúncios de novas sanções dos Estados Unidos. No Brasil, o Ibovespa também reduziu as perdas, aguardando o balanço da Vale.

Bolsas voláteis

Nos EUA, a sessão foi volátil, refletindo a invasão total da Rússia na Ucrânia. Além disso, repercutiram no mercado os comentários da presidente do Federal Reserve de Cleveland, Loretta Mester, sinalizando um possível arrefecimento da alta dos juros, o que contribuiu para a virada dos índices americanos e aumentou as chances para uma alta de 0,25 ponto percentual em março de 66% ontem para 86%, segundo a CME Fedwatch.

O S&P500 subiu 1,49%, o Nasdaq 100 fechou em alta de 3,44%, e o Dow Jones fechou em alta de 0,28%. O rendimento dos títulos de dez anos fechou em queda de 1 ponto-base.

No Brasil, o Ibovespa fechou em queda de 0,51% aos 111.436 pontos em sessão de aversão global ao risco, chegando a perder o patamar de 110 mil pontos durante a sessão.

O dólar futuro interrompeu uma sequência de quatro quedas e fechou em alta de 2,08%, cotado a R$5,119, enquanto o dólar comercial negociava perto de R$5,17. A divisa americana operou no campo positivo ao longo de toda sessão, acompanhando a alta de cerca de 1,0% do índice do dólar DXY no exterior, mas acentuou os ganhos ao longo das prévias da PTAX.

Bradesco e UBS lideraram as compras na sessão. A alta no dólar e a aversão ao risco no exterior também puxaram as taxas DI, que fecharam em alta de até 13 pontos-base.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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