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Bolsas têm semana de ganhos; no radar, FOMC, BCs, ata do Copom, serviços: Espresso

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Bolsas têm semana de ganhos; no radar, FOMC, BCs, ata do Copom, serviços: Espresso

As bolsas americanas garantem ganhos na semana junto ao Ibovespa, que voltou aos 107 mil pontos impulsionado pela desaceleração da inflação

Bolsas têm semana de ganhos; no radar, FOMC, BCs, ata do Copom, serviços: Espresso
tcuser

Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 9 de dezembro– As bolsas americanas retomaram o rali nesta sexta-feira e fecharam a semana com altas de quase 4,0% e recorde no S&P500, recuperando perdas diante do menor receio com a variante ômicron do coronavírus. A cautela, porém, persiste, por conta da inflação alta e expectativa de maior aperto monetário na próxima semana, com o Federal Reserve e mais três bancos centrais fazendo reuniões de política monetária.

No Brasil, o Ibovespa fecha a segunda semana em alta e caminha para o primeiro mês de ganhos depois de cinco de queda, impulsionado pela PEC dos Precatórios e melhora das commodities.

Melhor perspectiva sobre ômicron anima bolsas

A melhora da perspectiva sobre a variante ômicron garantiu ao S&P500 a melhor semana desde fevereiro, com ganho de 3,82% no período e de 0,95%, em novo recorde, a 4.712 pontos. A inflação em linha com o consenso também favoreceu.

Dow Jones subiu 0,60% hoje e 4,02% na semana, e o Nasdaq 100, 1,13% e 3,95%, respectivamente. Nesse cenário, o petróleo WTI avançou 1,03% hoje e 8,16% na semana. Brent subiu 0,98% e 7,54%, respectivamente.

Desaceleração da inflação impulsiona Ibovespa

O Ibovespa fechou em alta, em linha com as bolsas americanas, após o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, que é considerado pelo Banco Central a inflação brasileira, desacelerar mais que o esperado. Isso garantiu a segunda semana positiva consecutiva para o índice, de ganho de 2,56% e derrubando a curva de juros em até 28 pontos-base.

Hoje, o principal índice de ações brasileiro subiu 1,38% a 107.758 pontos e o dólar futuro avançou 0,78% a R$5,641, mesmo após leilão de moeda à vista do Banco Central, o primeiro desde março. Na semana, porém, o dólar recuou 0,79%.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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