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SP500

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DJIA

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NASDAQ

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IFIX

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BRENT

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IO62

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TRAD3

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ABEV3

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AMER3

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ASAI3

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Atualizado há mais de 2 anos

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Os números fracos de produção industrial de hoje reforçaram a evidência de que a atual retomada da economia brasileira é a mais lenta já registrada após recessões, mostrando que o ritmo de crescimento futuro estará profundamente ligado ao envelhecimento do perfil demográfico e ao sucesso, ou não, do programa de ajuste fiscal e da aprovação da reforma da Previdência, alertou o Goldman Sachs nesta sexta-feira.

 

A recuperação atual, levando em conta os dados do último trimestre de 2018, mostrou que o PIB real per capita ainda estava cerca de 9% abaixo do pico, o que torna o atual processo de retomada o mais fraco já registrado, disse o banco nova-iorquino em relatório. Comparada com as recuperações cíclicas anteriores, a resposta atual das despesas de investimento é mais frouxa, com o consumo privado anêmico e o gasto do governo em processo de redução.

 

Do lado positivo, disse o banco, o setor externo tem apoiado o crescimento desde o final da recessão de 2015-2017 – a mais intensa que o Brasil já teve em mais de um século. Um destaque agora é que os estoques, diferentemente de outros processos de recuperação pós-recessão no passado, estão empurrando o crescimento do PIB para baixo. Isso, disse o Goldman Sachs, provavelmente reflete a fraca confiança empresarial e a demanda branda – quiçá, o produto dos temores com a deterioração fiscal que pode levar a aumentos de impostos e mais distorções.

 

“Se o país não conseguir abordar as sérias questões fiscais e de Previdência Social a médio prazo, a próxima década será mais uma década perdida, condenando o país a perder meio século” de crescimento e desenvolvimento sustentável, disse Alberto Ramos, economista-chefe para a América Latina na Goldman Sachs.

 

O relatório sinaliza quão importante é para o país executar um ajuste fiscal que dê, a indivíduos e companhias, previsibilidade e tire deles o peso de altos impostos, excessiva burocracia e juros astronômicos – decorrentes, principalmente, do refinanciamento da dívida pública.

 

Para Ramos, a “realidade marcante e desconfortável” é que a renda real per capita no país desapontou durante as últimas quatro décadas – o equivalente a duas gerações. “De fato, em duas das quatro décadas mais recentes, o Brasil viu o crescimento real do PIB per capita afundar. Ou seja, em quarenta anos o Brasil terá testemunhado duas décadas perdidas.” Sem reforma e ajuste fiscal, disse, não serão mais 40 anos, e sim “meio século perdido”.

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