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fernanda-almeida

Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 20 de dezembro – O cenário macroeconômico desafiador contamina as perspectivas para o setor de varejo no Brasil, que deve faturar R$57,48 bilhões em vendas neste Natal, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, CNC.

Apesar de o montante representar uma alta de 9,8% em relação ao mesmo período do ano passado, o volume de vendas demonstra uma retração de 2,6% frente a 2020, quando descontada a inflação.

Para o economista do CNC, Fabio Bentes, o varejo é castigado tanto pela corrosão do poder de compra da população, com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, acumulado dos últimos 12 meses na casa dos 10,74%, quanto pela alta nos preços imposta ao varejista, que têm se aproximado da casa dos 20%, quando se compra no atacado, de acordo com levantamento da CNC.

“O aumento do faturamento do comércio, segundo o IBGE, cresce 15% na base anual, mas o volume cresce 3%, ou seja, esses 12% são corroídos pela inflação e atestam crescimento fraco no setor”, disse Bentes.

O Natal é a principal data para o varejo brasileiro e respondeu por 22% do total de vendas em dezembro nos últimos dez anos. Ouvido pela TC Rádio, o especialista em renda variável da Valor Investimentos, Leonardo Aparecido, disse esperar que o setor apresente melhor desempenho no final do ano, com os brasileiros indo às compras pelas festividades, e com o início do pagamento do Auxílio Brasil, que tende a aumentar o consumo.

No entanto, o cenário macroeconômico, com inflação e juros altos, continua segurando as compras dos brasileiros. A taxa básica de juros, a Selic, foi elevada recentemente para 9,25% ao ano, tornando o crédito ainda menos atraente.

Black Friday

De acordo com especialistas ouvidos pela Mover, a manutenção do clima morno de vendas no Natal, como aconteceu na Black Friday, e o desanimador cenário macroeconômico do país desanimam as perspectivas do setor do varejo e das administradoras de shoppings no médio prazo.

Segundo a empresa de pesquisas Neotrust, a expectativa para a Black Friday deste ano era uma movimentação de R$6,1 bilhões no e-commerce, uma alta de 18% em relação ao último ano. Entretanto, o valor faturado até as 17h da sexta-feira, 26 de novembro, foi de R$4 bilhões – um crescimento de 5%.

Em entrevista à TC Rádio, a economista da Necton, Nathalie Marins, já previa esses resultados diante do cenário de pressão inflacionária, falta de estímulos fiscais e ciclo de aperto da taxa de juros.

A Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no início de dezembro, indicou queda de 0,1% no volume de vendas do varejo restrito, que exclui veículos, motos, autopeças e materiais de construção, em outubro ante setembro.

Foi um golpe nos consensos, que esperavam alta próxima de 0,8%, e um prenúncio de Natal mais fraco, além de um 2022 ainda mais desafiador.

Destaques do Natal 2021

A perspectiva de um Natal mais fraco foi responsável pela redução das expectativas da CNC em relação às contratações temporárias para o Natal desde ano. A entidade projetava 94,2 mil vagas temporárias, mas reduziu para 89,4 mil vagas, o que representa uma alta de 31% em relação ao Natal de 2020, mas um recuo frente às 91,6 mil vagas criadas para a data em 2019, quando as vendas tiveram expansão de 4,8%.

Este ano, ainda segundo a CNC, o ramo de supermercados deve ser o destaque, com 38,5% do volume total das vendas, seguido pelos estabelecimentos de vestuário, calçados e acessórios, com 35,3% do total, e pelas lojas de artigos de usos pessoal e doméstico, com 13,2%.

Texto: Fernanda de Almeida
Edição: Karine Sena
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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