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Empresas querem fazer IPO mesmo com possível desistência da XP

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Empresas querem fazer IPO mesmo com possível desistência da XP

Empresas querem fazer IPO mesmo com possível desistência da XP
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Atualizado há mais de 3 anos

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Por: Editores TC News

 

No fim de semana soubemos, por uma coluna no jornal O Globo, que a almejada estreia da XP Investimentos na bolsa só acontecerá no ano que vem. O motivo? A prioridade número 1 da corretora é se tornar um banco. Algumas fontes falaram que a XP poderia ser avaliada em até R$40 bilhões numa eventual oferta inicial de ações, ou IPO, no Brasil ou nos Estados Unidos.

 

Mas a decisão da XP não tira o interesse de outras companhias para se listar neste ano. No Brasil, por exemplo, os bancos Agibank e BMG, a empresa de tecnologia da informação Tivit, a Blau Farmacêutica, o Grupo SBF – dono da marca Centauro e que pediu registro para se tornar companhia aberta ontem, – e a varejista de brinquedos Ri Happy estão prestes a dar início ao processo, disse ontem um banqueiro de investimento com conhecimento direto ou indireto dos planos à TC News.

 

Outras candidatas possíveis, embora menos prováveis, incluem a varejista de calçados esportivos Dass Nordeste ou a operadora de shoppings Almeida Júnior. Hoje o jornal Valor Econômico disse que a incorporadora You deve fazer seu IPO em 2021; neste mês, a companhia trouxe um novo sócio, o fundo Insight, que comprou 34% de participação na empresa.

 

Segundo a B3, o volume estimado para os IPOs em 2019 estaria acima dos R$100 bilhões. Esse número, supomos nós, inclui uma potencial listagem da XP, que é a maior companhia entre as mencionadas na nossa lista. Os IPOs permitem a uma companhia levantar capital e avaliar suas operações e ativos de forma mais condizente com as condições de mercado. Elas trazem concorrência para o pool de ativos já listados e, muitas vezes, ajudam a transformar a avaliação que um mercado tem sobre um setor ou uma economia.

 

No ano passado tivemos uma atividade fraca de IPOs: muitas das companhias que mencionamos congelaram seus planos de listagem em 2018, consequência da piora do sentimento de mercado global, das perspectivas mais fracas para a economia brasileira e os temores sobre o desfecho da corrida presidencial mais imprevisível das últimas décadas no país.

 

(Foto: Loja da Centauro – tecmarcos.com)

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