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Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 30 de junho – A melhora da arrecadação e a diminuição das despesas, especialmente nos gastos relacionados à pandemia, têm melhorado as contas públicas do Brasil e fazendo com que a dívida bruta, acompanhada de perto pelas agências de risco, se afaste do patamar de 90%.

Segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira, 30, o setor público registrou déficit primário, isto é, sem contar os juros da dívida, de R$15,5 bilhões em maio. O dado veio abaixo do consenso do TC, que esperava saldo negativo de R$18,5 bilhões, e apresenta expressiva melhora frente ao resultado de maio de 2020, quando o déficit chegou a R$131,4 bilhões por causa dos gastos para combater os efeitos da pandemia.

Cenário das contas públicas em 2021, com superávit, é bastante distinto do de 2020

Entre os agentes que integram as contas públicas, o governo central, que combina Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registrou déficit primário de R$20,9 bilhões. Já os governos regionais e as estatais tiveram superávit, de R$5,2 bilhões e R$134 milhões, respectivamente.

No acumulado do ano, o setor público registra superávit de R$60,3 bilhões, bastante distinto do cenário observado no igual período de 2020, quando o resultado era um déficit de R$214,0 bilhões.

O resultado nominal do setor público, quando se incluem os juros da dívida, foi deficitário em R$37,4 bilhões, com as contas públicas chegando ao saldo negativo de R$724,3 bilhões no acumulado de 12 meses. Isso representa 9,14% do Produto Interno Bruto, PIB, de acordo com o Banco Central. O dado de maio, porém, indica diminuição frente a abril, quando o déficit acumulado era de 10,62% do PIB.

Relação entre dívida bruta e PIB teve terceira queda seguida, mas ainda é alta

Com esse cenário de melhora nas contas do governo, a dívida bruta do país chegou a R$6,69 trilhões. O valor é equivalente a 84,50% do PIB, com redução de 1,1 ponto percentual em relação a abril.

Essa é a terceira queda seguida do índice, que chegou a beirar o patamar de 90% em fevereiro mas, desde março, vem apresentando queda. O número, contudo, ainda é alto, já que os pares emergentes apresentam dívida equivalente a 65% do PIB, em média. O Ministério da Economia prevê que, com a melhora das contas públicas, a dívida chegue a 85% do PIB no fim de 2021.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Lucia Boldrini e João Pedro Malar
Arte: TC Mover


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