IBOV

110.720,13 pts

-3,23%

SP500

4.519,34 pts

-0,01%

DJIA

35.459,83 pts

+0,01%

NASDAQ

15.397,90 pts

-0,08%

IFIX

2.740,24 pts

-0,26%

BRENT

US$ 84,63

-0,53%

IO62

¥ 708,50

+1,72%

TRAD3

R$ 8,02

-4,52%

ABEV3

R$ 15,17

-3,06%

AMER3

R$ 39,23

-0,05%

ASAI3

R$ 16,60

-2,41%

AZUL4

R$ 30,96

-10,05%

B3SA3

R$ 12,48

-3,48%

BIDI11

R$ 45,20

-6,53%

BBSE3

R$ 21,27

-2,25%

BRML3

R$ 8,15

-5,23%

BBDC3

R$ 17,89

-3,45%

BBDC4

R$ 21,02

-2,99%

BRAP4

R$ 53,19

-2,24%

BBAS3

R$ 30,72

-4,74%

BRKM5

R$ 57,13

-3,08%

BRFS3

R$ 23,96

-4,23%

BPAC11

R$ 24,14

-5,33%

CRFB3

R$ 17,98

-4,46%

CCRO3

R$ 12,23

-4,15%

CMIG4

R$ 14,75

-2,51%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,40

-8,74%

COGN3

R$ 2,91

-6,73%

CPLE6

R$ 6,66

-1,91%

CSAN3

R$ 22,67

-2,82%

CPFE3

R$ 26,10

-1,62%

CVCB3

R$ 18,82

-5,66%

CYRE3

R$ 16,96

-7,11%

ECOR3

R$ 9,53

-5,07%

ELET3

R$ 39,23

-3,49%

ELET6

R$ 39,32

-3,31%

EMBR3

R$ 24,90

-2,92%

ENBR3

R$ 19,05

-1,14%

ENGI11

R$ 44,11

-4,39%

ENEV3

R$ 14,60

-4,76%

EGIE3

R$ 38,19

-1,31%

EQTL3

R$ 24,23

-2,25%

EZTC3

R$ 22,09

-6,31%

FLRY3

R$ 20,60

-4,98%

GGBR4

R$ 27,84

-1,52%

GOAU4

R$ 12,59

-1,71%

GOLL4

R$ 18,83

-7,01%

NTCO3

R$ 40,39

-6,50%

HAPV3

R$ 12,06

-4,43%

HYPE3

R$ 29,20

-4,10%

IGTA3

R$ 31,87

-6,04%

GNDI3

R$ 67,70

-4,67%

IRBR3

R$ 5,12

-2,29%

ITSA4

R$ 10,93

-3,70%

ITUB4

R$ 24,30

-2,72%

JBSS3

R$ 37,98

-1,63%

JHSF3

R$ 5,76

-5,88%

KLBN11

R$ 22,35

-2,95%

RENT3

R$ 53,30

-5,37%

LCAM3

R$ 23,75

-5,56%

LWSA3

R$ 21,21

-8,77%

LAME4

R$ 6,29

-2,32%

LREN3

R$ 34,48

-4,64%

MGLU3

R$ 13,74

-4,11%

MRFG3

R$ 25,97

-2,00%

BEEF3

R$ 10,02

-3,18%

MRVE3

R$ 11,66

-7,01%

MULT3

R$ 19,47

-4,55%

PCAR3

R$ 28,80

-0,62%

PETR3

R$ 28,93

-4,26%

PETR4

R$ 28,10

-4,61%

BRDT3

R$ 23,25

-6,25%

PRIO3

R$ 26,61

-1,95%

QUAL3

R$ 18,34

-5,12%

RADL3

R$ 22,31

-1,97%

RAIL3

R$ 17,65

-3,02%

SBSP3

R$ 37,89

-2,94%

SANB11

R$ 34,87

-4,62%

CSNA3

R$ 25,76

-2,82%

SULA11

R$ 25,38

-3,68%

SUZB3

R$ 48,80

-1,96%

TAEE11

R$ 37,62

-0,63%

VIVT3

R$ 45,98

-1,13%

TIMS3

R$ 12,25

-1,52%

TOTS3

R$ 34,44

-3,98%

UGPA3

R$ 14,69

-5,10%

USIM5

R$ 15,57

-3,05%

VALE3

R$ 79,33

-1,20%

VIIA3

R$ 7,84

-4,03%

WEGE3

R$ 39,25

-2,99%

YDUQ3

R$ 25,06

-7,45%

IBOV

110.720,13 pts

-3,23%

SP500

4.519,34 pts

-0,01%

DJIA

35.459,83 pts

+0,01%

NASDAQ

15.397,90 pts

-0,08%

IFIX

2.740,24 pts

-0,26%

BRENT

US$ 84,63

-0,53%

IO62

¥ 708,50

+1,72%

TRAD3

R$ 8,02

-4,52%

ABEV3

R$ 15,17

-3,06%

AMER3

R$ 39,23

-0,05%

ASAI3

R$ 16,60

-2,41%

AZUL4

R$ 30,96

-10,05%

B3SA3

R$ 12,48

-3,48%

BIDI11

R$ 45,20

-6,53%

BBSE3

R$ 21,27

-2,25%

BRML3

R$ 8,15

-5,23%

BBDC3

R$ 17,89

-3,45%

BBDC4

R$ 21,02

-2,99%

BRAP4

R$ 53,19

-2,24%

BBAS3

R$ 30,72

-4,74%

BRKM5

R$ 57,13

-3,08%

BRFS3

R$ 23,96

-4,23%

BPAC11

R$ 24,14

-5,33%

CRFB3

R$ 17,98

-4,46%

CCRO3

R$ 12,23

-4,15%

CMIG4

R$ 14,75

-2,51%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,40

-8,74%

COGN3

R$ 2,91

-6,73%

CPLE6

R$ 6,66

-1,91%

CSAN3

R$ 22,67

-2,82%

CPFE3

R$ 26,10

-1,62%

CVCB3

R$ 18,82

-5,66%

CYRE3

R$ 16,96

-7,11%

ECOR3

R$ 9,53

-5,07%

ELET3

R$ 39,23

-3,49%

ELET6

R$ 39,32

-3,31%

EMBR3

R$ 24,90

-2,92%

ENBR3

R$ 19,05

-1,14%

ENGI11

R$ 44,11

-4,39%

ENEV3

R$ 14,60

-4,76%

EGIE3

R$ 38,19

-1,31%

EQTL3

R$ 24,23

-2,25%

EZTC3

R$ 22,09

-6,31%

FLRY3

R$ 20,60

-4,98%

GGBR4

R$ 27,84

-1,52%

GOAU4

R$ 12,59

-1,71%

GOLL4

R$ 18,83

-7,01%

NTCO3

R$ 40,39

-6,50%

HAPV3

R$ 12,06

-4,43%

HYPE3

R$ 29,20

-4,10%

IGTA3

R$ 31,87

-6,04%

GNDI3

R$ 67,70

-4,67%

IRBR3

R$ 5,12

-2,29%

ITSA4

R$ 10,93

-3,70%

ITUB4

R$ 24,30

-2,72%

JBSS3

R$ 37,98

-1,63%

JHSF3

R$ 5,76

-5,88%

KLBN11

R$ 22,35

-2,95%

RENT3

R$ 53,30

-5,37%

LCAM3

R$ 23,75

-5,56%

LWSA3

R$ 21,21

-8,77%

LAME4

R$ 6,29

-2,32%

LREN3

R$ 34,48

-4,64%

MGLU3

R$ 13,74

-4,11%

MRFG3

R$ 25,97

-2,00%

BEEF3

R$ 10,02

-3,18%

MRVE3

R$ 11,66

-7,01%

MULT3

R$ 19,47

-4,55%

PCAR3

R$ 28,80

-0,62%

PETR3

R$ 28,93

-4,26%

PETR4

R$ 28,10

-4,61%

BRDT3

R$ 23,25

-6,25%

PRIO3

R$ 26,61

-1,95%

QUAL3

R$ 18,34

-5,12%

RADL3

R$ 22,31

-1,97%

RAIL3

R$ 17,65

-3,02%

SBSP3

R$ 37,89

-2,94%

SANB11

R$ 34,87

-4,62%

CSNA3

R$ 25,76

-2,82%

SULA11

R$ 25,38

-3,68%

SUZB3

R$ 48,80

-1,96%

TAEE11

R$ 37,62

-0,63%

VIVT3

R$ 45,98

-1,13%

TIMS3

R$ 12,25

-1,52%

TOTS3

R$ 34,44

-3,98%

UGPA3

R$ 14,69

-5,10%

USIM5

R$ 15,57

-3,05%

VALE3

R$ 79,33

-1,20%

VIIA3

R$ 7,84

-4,03%

WEGE3

R$ 39,25

-2,99%

YDUQ3

R$ 25,06

-7,45%

Atualizado há 12 meses

Ícone de compartilhamento

São Paulo, 27 de outubro – O comitê de política monetária do Banco Central deve manter a taxa básica de juros Selic em 2,00% nesta quarta-feira, menor patamar da história, diante da incerteza elevada sobre os rumos das contas públicas, segundo avaliação unânime entre 13 economistas ouvidos pela TC Mover. Os economistas também esperam que o comitê conhecido como Copom mantenha a chamada orientação futura de que os juros continuarão no piso enquanto as projeções de inflação não se aproximarem das metas para 2021 e 2022.

A visão é que a economia, apesar de responder bem ao estímulo monetário e creditício concedido nos primeiros meses da pandemia, continua em rumo incerto. O adiamento da decisão sobre o programa Renda Cidadã, e consequentemente, como ficará o Teto de Gastos para 2021, assim como o fato de as principais reformas permanecerem presas no Congresso fazem com que o cenário base do Copom seja essencialmente o mesmo, ainda que alguns riscos à inflação tenham aumentado. 

“A alta incerteza com as discussões do Orçamento da União para 2021 provavelmente serão destaque, mas não achamos que isso provoque uma mudança na orientação futura, que se comprometeu a não reduzir os estímulos monetários no futuro próximo”, avalia Marco Oviedo, economista-chefe para América Latina do Barclays.

Quadro fiscal tem peso importante nas decisões de política monetária, segundo presidente do Banco Central

O comunicado da reunião, porém, deve trazer algumas mudanças que alertem para o crescimento dos riscos inflacionários trazidos pelo cenário fiscal. Desde a mais recente reunião do Copom, em setembro, as intervenções dos diretores do BCB têm sido cada vez mais vinculadas à situação fiscal. 

O presidente do BCB, Roberto Campos Neto, disse duas semanas atrás que o quadro fiscal passou a ter peso mais importante nas decisões de política monetária. “Essas declarações, de que a utilização de prescrição futura como instrumento de política monetária seria abandonada em caso de piora das perspectivas sobre as contas públicas, são importantes e ressaltam as condicionalidades desse regime. Entretanto, não houve, pelo menos até o momento, uma mudança clara de regime fiscal”, observa Mario Mesquita, economista-chefe do Itaú Unibanco.

Fernando Montero, economista-chefe da Tullett Prebon Brasil, disse que o comitê pode repetir a menção a um espaço residual para cortes na Selic – porém, a maioria dos economistas acham que isso pode ser retirado. 

Alberto Ramos, economista-chefe para América Latina do Goldman Sachs, avalia que “o comitê pode optar por refinar a linguagem e, assim, sugerir uma probabilidade menor de cortes adicionais de juros no curto prazo”, enquanto Flávio Serrano, economista sênior da Haitong Securities, vai mais longe e acredita que esse trecho pode eventualmente ser removido do documento. 

O que dizem os investidores quanto à meta da taxa Selic

Entre os investidores, existe o temor de que os ruídos em relação às contas públicas, o recente choque nos preços dos alimentos, as preocupações persistentes com relação à dinâmica e à volatilidade cambial, os fluxos da conta de capitais da balança de pagamentos, as pressões de financiamento do Tesouro Nacional, a situação fiscal de médio prazo e a postura fiscal expansionista de curto prazo levem o Copom, no limite, a retirar essa orientação futura do comunicado.

O prêmio embutido na curva de juros atual, inclusive, mostra que o mercado precifica uma elevação de juros neste ano, para controlar a inflação. Depois que IBGE divulgou, na sexta passada, de que o IPCA-15 de outubro subiu 0,94%, maior alta desde 1995, e se espalhou além dos alimentos, diversas instituições financeira revisaram suas projeções para a inflação neste ano, como é o caso do JPMorgan, que subiu sua projeção de 2,50% para 3,00%, do Credit Suisse, de 3,40% para 3,55% e Barclays, de 2,80% para 3,10%. 

O Copom pode atualizar ligeiramente as perspectivas para o crescimento real do Produto Interno Bruto e as projeções de inflação condicional para 2021 no novo cenário de referência. Fique de olho na inflação projetada para 2022, que provavelmente tenha aumentado ligeiramente, mas permanecido ligeiramente abaixo da meta de 3,50%. 

Texto: Bárbara Leite

Edição: Guillermo Parra-Bernal e Ana Carolina Amaral

Arte: TC Mover

image

Receba todas as novidades do TC

Deixe o seu contato com a gente e saiba mais sobre nossas novidades, eventos e facilidades.