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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 22 de setembro – O Copom, comitê decisório do Banco Central do Brasil, continuou o ciclo de normalização da política monetária mais agressivo dos últimos 18 anos nesta quarta-feira, 22, e pretende manter o ritmo de elevação da taxa básica de juros na próxima reunião do colegiado, em novembro.

Segundo comunicado divulgado após a decisão, a alta da taxa Selic em 1 ponto percentual busca dissipar as pressões inflacionárias mais disseminadas e um balanço de riscos de variância maior do que a usual.

O Comitê de Política Monetária aumentou a taxa Selic de forma unânime, de 5,25% para 6,25%, em linha com o consenso TC. O ciclo de alta é o mais intenso desde, pelo menos, janeiro de 2003.

Copom sinaliza manter ritmo na próxima reunião

De igual maneira, o comunicado do Copom trouxe orientação futura sinalizando aumentos adicionais na taxa Selic frente aos riscos elevados pela inflação e situação fiscal.

“O balanço de riscos do Copom indica ser apropriado que o ciclo de aperto monetário avance no território contracionista” diz o comunicado, que prevê a taxa básica de juros ao final deste ano em 8,25% e em 8,50% no próximo ano.

Alta das projeções de juros

Altas mais intensas nos juros são consistentes com a inércia maior nos preços, a piora nas expectativas de inflação, os maiores gastos fiscais e a demora na aprovação das reformas.

As equipes econômicas de grandes bancos têm elevado as suas projeções para a taxa Selic no final deste ano e em 2022, sob o entendimento que alguns desses riscos, ou todos, se materializaram desde a última reunião do Copom, em agosto.

Copom vê evolução econômica

O Copom reforçou que vê a atividade econômica em continuada evolução positiva, frente aos dados do Produto Interno Bruto, PIB, do segundo trimestre e dos indicadores mais recentes.

O Comitê pondera que a inflação segue acima da sua meta, com a de bens devendo permanecer no curto-prazo e a de serviços tendo acelerado, o que já era esperado na esteira da normalização da atividade no setor.

Variante Delta e aperto monetário no radar do Copom

Entre os riscos externos, o Copom aponta o avanço da variante Delta do coronavírus e o aperto monetário em economias emergentes em resposta à surpresas inflacionárias.

O comunicado mostra que o Banco Central vê que a permanência de estímulos monetários de longa duração e a reabertura das economias sustentam um ambiente favorável para países emergentes.

Outros fatores de risco

Existem fatores de risco para as trajetórias de inflação acima e abaixo do cenário básico do Copom. Por um lado, o risco fiscal segue alto, o que pode elevar os prêmios de risco do Brasil e pressionar a inflação. Mas por outro, uma queda nas commodities no mercado internacional pode produzir uma trajetória mais suave que o esperado para o aumento de preços. O comunicado pontua melhoras nos indicadores de sustentabilidade da dívida pública.

“A alta de 100 pontos básicos na Selic era esperada, mas o tom do comunicado me pareceu otimista demais” disse Nathalie Martins, economista da Necton, à TC Rádio.Martins pontua que o Copom foi “contraditório” ao mostrar uma projeção positiva para o PIB, o que seria compatível com uma alta superior aos 100 pontos-base na Selic.

O que esperar da inflação?

As expectativas de inflação subiram e atualmente se encontram em níveis bem acima da meta oficial de 3,75% para este ano e de 3,50% para 2022.

De acordo com o comunicado da decisão, as expectativas para 2021, 2022 e 2023 apuradas pelo boletim Focus semanal encontram-se em torno de 8,3%, 4,1% e 3,25%, respectivamente. Já as projeções de inflação do Copom situam-se em torno de 8,5% para 2021, 3,7% para 2022 e 3,2% para 2023.

Texto: Felipe Corleta
Edição:  Guillermo Parra-Bernal e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / Mover


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