IBOV

102.202,88 pts

-3,41%

SP500

4.581,57 pts

-2,33%

DJIA

34.682,33 pts

-2,79%

NASDAQ

16.043,28 pts

-2,00%

IFIX

2.541,57 pts

-0,15%

BRENT

US$ 72,62

-11,02%

IO62

¥ 588,50

+1,64%

TRAD3

R$ 7,88

-2,83%

ABEV3

R$ 16,70

-3,30%

AMER3

R$ 30,49

-6,64%

ASAI3

R$ 13,26

-3,42%

AZUL4

R$ 23,41

-13,74%

B3SA3

R$ 11,74

-4,78%

BIDI11

R$ 35,96

-4,59%

BBSE3

R$ 21,50

-3,15%

BRML3

R$ 8,06

-5,39%

BBDC3

R$ 17,57

-3,40%

BBDC4

R$ 20,44

-3,99%

BRAP4

R$ 48,80

-2,78%

BBAS3

R$ 30,90

-2,52%

BRKM5

R$ 50,31

-2,65%

BRFS3

R$ 20,51

-4,47%

BPAC11

R$ 20,77

-4,24%

CRFB3

R$ 15,67

-3,56%

CCRO3

R$ 11,73

-1,17%

CMIG4

R$ 13,38

-1,83%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,08

-4,58%

COGN3

R$ 2,36

-5,60%

CPLE6

R$ 6,07

-1,62%

CSAN3

R$ 21,31

-1,15%

CPFE3

R$ 25,78

-1,03%

CVCB3

R$ 14,97

-10,89%

CYRE3

R$ 14,52

-4,84%

ECOR3

R$ 8,50

-1,39%

ELET3

R$ 32,64

-3,14%

ELET6

R$ 32,23

-2,62%

EMBR3

R$ 19,30

-8,18%

ENBR3

R$ 21,13

-0,33%

ENGI11

R$ 44,53

-0,97%

ENEV3

R$ 14,38

-2,96%

EGIE3

R$ 39,04

-0,53%

EQTL3

R$ 22,64

-2,41%

EZTC3

R$ 18,57

-2,67%

FLRY3

R$ 18,00

-4,40%

GGBR4

R$ 25,66

-2,58%

GOAU4

R$ 10,68

-2,64%

GOLL4

R$ 15,20

-10,11%

NTCO3

R$ 27,07

-1,74%

HAPV3

R$ 11,65

-5,59%

HYPE3

R$ 27,88

-3,02%

IGTA3

R$ 33,24

+0,00%

GNDI3

R$ 65,45

-4,73%

IRBR3

R$ 4,13

-2,82%

ITSA4

R$ 9,80

-2,39%

ITUB4

R$ 22,86

-1,71%

JBSS3

R$ 34,32

-3,18%

JHSF3

R$ 4,91

-2,38%

KLBN11

R$ 23,28

-1,73%

RENT3

R$ 52,51

-2,97%

LCAM3

R$ 23,60

-2,60%

LWSA3

R$ 13,70

-4,46%

LAME4

R$ 5,54

-4,64%

LREN3

R$ 29,31

-4,86%

MGLU3

R$ 8,07

-7,56%

MRFG3

R$ 23,68

-3,22%

BEEF3

R$ 8,66

-3,67%

MRVE3

R$ 11,39

-3,88%

MULT3

R$ 19,46

-5,76%

PCAR3

R$ 23,17

-1,48%

PETR3

R$ 29,25

-4,25%

PETR4

R$ 28,64

-3,56%

VBBR3

21,68

-2,73%

PRIO3

R$ 20,05

-9,27%

QUAL3

R$ 16,44

-4,58%

RADL3

R$ 22,75

-3,51%

RAIL3

R$ 17,61

-1,51%

SBSP3

R$ 34,06

-2,63%

SANB11

R$ 34,15

-2,95%

CSNA3

R$ 22,39

-4,92%

SULA11

R$ 25,46

-5,28%

SUZB3

R$ 54,68

-0,43%

TAEE11

R$ 35,88

+0,16%

VIVT3

R$ 50,82

-0,13%

TIMS3

R$ 13,94

-1,69%

TOTS3

R$ 31,17

-3,76%

UGPA3

R$ 13,69

-2,97%

USIM5

R$ 12,93

-6,03%

VALE3

R$ 69,00

-2,05%

VIIA3

R$ 5,70

-4,04%

WEGE3

R$ 32,60

-3,83%

YDUQ3

R$ 20,93

-5,55%

IBOV

102.202,88 pts

-3,41%

SP500

4.581,57 pts

-2,33%

DJIA

34.682,33 pts

-2,79%

NASDAQ

16.043,28 pts

-2,00%

IFIX

2.541,57 pts

-0,15%

BRENT

US$ 72,62

-11,02%

IO62

¥ 588,50

+1,64%

TRAD3

R$ 7,88

-2,83%

ABEV3

R$ 16,70

-3,30%

AMER3

R$ 30,49

-6,64%

ASAI3

R$ 13,26

-3,42%

AZUL4

R$ 23,41

-13,74%

B3SA3

R$ 11,74

-4,78%

BIDI11

R$ 35,96

-4,59%

BBSE3

R$ 21,50

-3,15%

BRML3

R$ 8,06

-5,39%

BBDC3

R$ 17,57

-3,40%

BBDC4

R$ 20,44

-3,99%

BRAP4

R$ 48,80

-2,78%

BBAS3

R$ 30,90

-2,52%

BRKM5

R$ 50,31

-2,65%

BRFS3

R$ 20,51

-4,47%

BPAC11

R$ 20,77

-4,24%

CRFB3

R$ 15,67

-3,56%

CCRO3

R$ 11,73

-1,17%

CMIG4

R$ 13,38

-1,83%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,08

-4,58%

COGN3

R$ 2,36

-5,60%

CPLE6

R$ 6,07

-1,62%

CSAN3

R$ 21,31

-1,15%

CPFE3

R$ 25,78

-1,03%

CVCB3

R$ 14,97

-10,89%

CYRE3

R$ 14,52

-4,84%

ECOR3

R$ 8,50

-1,39%

ELET3

R$ 32,64

-3,14%

ELET6

R$ 32,23

-2,62%

EMBR3

R$ 19,30

-8,18%

ENBR3

R$ 21,13

-0,33%

ENGI11

R$ 44,53

-0,97%

ENEV3

R$ 14,38

-2,96%

EGIE3

R$ 39,04

-0,53%

EQTL3

R$ 22,64

-2,41%

EZTC3

R$ 18,57

-2,67%

FLRY3

R$ 18,00

-4,40%

GGBR4

R$ 25,66

-2,58%

GOAU4

R$ 10,68

-2,64%

GOLL4

R$ 15,20

-10,11%

NTCO3

R$ 27,07

-1,74%

HAPV3

R$ 11,65

-5,59%

HYPE3

R$ 27,88

-3,02%

IGTA3

R$ 33,24

+0,00%

GNDI3

R$ 65,45

-4,73%

IRBR3

R$ 4,13

-2,82%

ITSA4

R$ 9,80

-2,39%

ITUB4

R$ 22,86

-1,71%

JBSS3

R$ 34,32

-3,18%

JHSF3

R$ 4,91

-2,38%

KLBN11

R$ 23,28

-1,73%

RENT3

R$ 52,51

-2,97%

LCAM3

R$ 23,60

-2,60%

LWSA3

R$ 13,70

-4,46%

LAME4

R$ 5,54

-4,64%

LREN3

R$ 29,31

-4,86%

MGLU3

R$ 8,07

-7,56%

MRFG3

R$ 23,68

-3,22%

BEEF3

R$ 8,66

-3,67%

MRVE3

R$ 11,39

-3,88%

MULT3

R$ 19,46

-5,76%

PCAR3

R$ 23,17

-1,48%

PETR3

R$ 29,25

-4,25%

PETR4

R$ 28,64

-3,56%

VBBR3

21,68

-2,73%

PRIO3

R$ 20,05

-9,27%

QUAL3

R$ 16,44

-4,58%

RADL3

R$ 22,75

-3,51%

RAIL3

R$ 17,61

-1,51%

SBSP3

R$ 34,06

-2,63%

SANB11

R$ 34,15

-2,95%

CSNA3

R$ 22,39

-4,92%

SULA11

R$ 25,46

-5,28%

SUZB3

R$ 54,68

-0,43%

TAEE11

R$ 35,88

+0,16%

VIVT3

R$ 50,82

-0,13%

TIMS3

R$ 13,94

-1,69%

TOTS3

R$ 31,17

-3,76%

UGPA3

R$ 13,69

-2,97%

USIM5

R$ 12,93

-6,03%

VALE3

R$ 69,00

-2,05%

VIIA3

R$ 5,70

-4,04%

WEGE3

R$ 32,60

-3,83%

YDUQ3

R$ 20,93

-5,55%

Atualizado há 5 dias

Ícone de compartilhamento

São Paulo, 22 de novembro – A Organização dos Países Exportadores de Petróleo poderá combater o aumento de oferta da commodity, alterando seu plano de aumento de produção, caso os países da Organização para Coordenação e Desenvolvimento Econômico decidam reduzir as reservas estratégicas de petróleo bruto em um esforço de combate à inflação, disse um delegado da OPEP+, segundo agências internacionais.

Na última semana, fontes relataram à Reuters que o presidente americano, Joe Biden, planeja uma redução coordenada dos estoques de petróleo junto a outros países da OCDE, como Japão e China. O movimento poderia aumentar a oferta de petróleo no mercado, a fim de derrubar os preços. Desde então, o barril do petróleo Brent já caiu cerca de 5%, recuando de cerca de US$83,00 para a casa dos US$79,00, também na esteira do aumento de casos de coronavírus na Europa

Em geral, casas de análise veem um aperto da relação entre oferta e demanda de petróleo, com alguns bancos americanos já projetando o barril do Brent atingindo US$100,00 já no primeiro semestre de 2022. Isso decorre do consumo crescente em meio à retomada econômica do período pós-pandêmico e da oferta limitada, já que nos últimos dez anos os investimentos em ampliação de operações de exploração e produção de petróleo tem recuado na esteira da tendência global de descarbonização das economias.

Com a inflação em alta em praticamente todo o mundo, especialmente nos preços de combustíveis, as cotações atuais e perspectivas de curto prazo estão incomodando líderes mundiais. Na Europa, por exemplo, o índice de preços ao consumidor está em 4,1%, duas vezes a meta do Banco Central Europeu, ao passo que o núcleo do índice – que desconsidera preços de combustíveis e alimentos – está alinhado com os objetivos da autarquia em 2,00%. Nos EUA, a inflação de 6,22% em 12 meses registrada em outubro é a maior desde 1990.

‘Peitadas’

Já na última semana, o presidente Joe Biden teria solicitado a países parceiros dos EUA e membros da OPEP+ que acelerassem o ritmo de elevação da produção. Hoje, a OPEP+ aumenta mensalmente o volume produzido em 400 mil barris por dia. Segundo a reportagem da Reuters, a organização declinou o pedido de Biden e pretende seguir surfando os preços elevados da commodity.

Em resposta à negativa, EUA, China, Japão, Índia e outros países pretendem reduzir suas reservas estratégicas da commodity, aumentando a oferta. Hoje, um delegado da OPEP+ teria afirmado que a organização pode reagir a uma eventual derrubada dos preços nesse cenário, reduzindo o seu ritmo de alta de produção visando a manter elevados os preços, segundo relatos de agências de notícias.

Alguns investidores e especialistas em geopolítica veem o movimento dos líderes árabes da OPEP+ como uma ‘peitada’ aos EUA, ao desafiarem o pedido inicial ‘de bom grado’ de Joe Biden e ao planejarem uma política de neutralização da alternativa proposta por ele.

Entre os interesses envolvidos, além do óbvio benefício dos preços elevados às economias do Oriente Médio, destaca-se o da Rússia, que tem aproveitado o cenário de commodities energéticas em alta para barganhar os preços de gás natural que fornece à Europa ocidental. Além disso, poderia haver uma referência a um conflito milenar, com países árabes de olho nas parcerias comerciais vantajosas que os EUA têm com Israel.

No Brasil

Para os ativos brasileiros, o efeito de uma queda nos preços de petróleo seria ótimo, apesar de a commodity fazer parte da cesta de exportações do país. Haveria impacto positivo na inflação, em um momento em que o IPCA está previsto para fechar este ano em dois dígitos. Além disso, o arrefecimento de ameaças de intervenção na política de preços da Petrobras mais do que compensaria o efeito da balança comercial neste momento.

Além disso, os preços de combustíveis elevados ainda afetam a popularidade do atual governo, o que pode se traduzir em medidas populistas e vazias de responsabilidade fiscal, na tentativa de ganho de aprovação no ano eleitoral. Recentemente, o presidente Bolsonaro anunciou que ofereceria um auxílio estatal a caminhoneiros autônomos de R$400,00.

Hoje mais cedo, Bolsonaro sancionou lei que oferece desconto no gás de cozinha para a população mais pobre, usando recursos de dividendos obtidos pela participação societária da União na petroleira.

A medida é entendida no mercado como muito mais positiva do que uma eventual intervenção na política de preços da estatal, que hoje vende petróleo de acordo com a cotação internacional.

O maior receio é que essas medidas do governo brasileiro não bastem, com o petróleo internacional se mantendo elevado ou subindo ainda mais. Uma alternativa, de redução de carga tributária estadual, não parece ter curso entre governadores e no Senado Federal, por ora.

Texto: Felipe Corleta
Imagem: Vinicius Martins / Mover

image

Receba todas as novidades do TC

Deixe o seu contato com a gente e saiba mais sobre nossas novidades, eventos e facilidades.