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DJIA

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NASDAQ

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BRENT

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+0,56%

IO62

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TRAD3

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Atualizado há 17 dias

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São Paulo, 30 de setembro – Algumas corretoras informaram pessoas físicas não qualificadas que não executariam suas negociações de ações de empresas que nos últimos 18 meses listaram seus papéis em ofertas com esforços restritos, citando uma norma existente, disseram fontes nesta quinta-feira.

As ofertas públicas iniciais, IPOs na sigla em inglês, que seguem a chamada Instrução 476 da CVM têm sua negociação de ações restrita a investidores institucionais e qualificados, portanto, barrando o investidor de varejo desse mercado. Através dos protocolos da Instrução 476, uma companhia tem a dispensa automática do registro, realizando dessa forma uma listagem mais desburocratizada, que é apresentada para até 75 investidores profissionais – ou com pelo menos R$10 milhões de patrimônio.

A situação ilustra os desafios do mercado de valores brasileiro, que sofre com a falta de flexibilidade e celeridade das ofertas públicas. O problema com os chamados IPOs 476 é que não se sabe com certeza se as corretoras seguem os protocolos adequados de classificação dos investidores entre qualificados, profissionais e individuais, ou se autorizam operações em divergência com o artigo 15 da Instrução.

Corretoras suspendem negociações já abertas, relatam fontes

De acordo com as fontes, que incluem clientes pessoa física, funcionários de corretoras e outros participantes do mercado, algumas das corretoras notificaram clientes de que as operações nesses papéis estariam suspensas. Clientes relataram à Mover que já detinham posições abertas que não puderam ser encerradas.

“Fomos pegos de surpresa, a B3 não informa as empresas ao longo do processo de listagem sobre essa restrição de negociação”, disse uma fonte ligada a uma das companhias afetadas pela suspensão.

Corretoras decidem sobre negociações, instrui CVM

A instrução da CVM, no entanto, aponta que a responsabilidade de controlar quem pode ou não comprar e vender é dos intermediários, as corretoras. “A responsabilidade de observância das regras de negociação seriam da companhia ofertante e do coordenador líder da oferta” disse outra fonte próxima da B3.

Entre os papéis que se enquadram nos requisitos para negociação exclusiva por investidores institucionais ou qualificados, estão as BDRs da Aura Minerals, e as ações ordinárias da Alphaville, HBR Realty, Vamos, Allied, Infracomm, Kora Saúde, Viveo, Agrogalaxy, Três Tentos, WDC Networks e Dotz, e as units do banco BR Partners.

O caso de hoje trouxe à tona nas redes sociais a discussão acerca da assimetria de oportunidades entre investidores institucionais e individuais no Brasil. “Impedir pequenos investidores de investir em empresas que fizeram IPO através de 476 talvez seja o pior de muitos absurdos do mercado brasileiro” tuitou a gestora Heloísa Cruz, do fundo Stoxos.

Os papéis das empresas operaram mistos hoje na B3. Os BDRs da Aura Minerals subiram 1,72%. As ações ordinárias da Alphaville recuaram 5,93%, as da HBR Realty subiram 2,01% enquanto as da Vamos e da Allied caíram 3,30% e 4,56% respectivamente. As ordinárias da Infracomm, Kora Saúde e Viveo subiram, respectivamente, 1,19%, 2,90% e 2,32%. Já os papéis ordinários de Agrogalaxy, WDC Networks e Dotz recuaram 4,06%, 0,10% e 1,96%, pela ordem. As units do banco BR Partners terminaram o dia com queda de 4,84%.

O que é IPO?

O IPO representa um processo para que uma companhia se torne uma empresa de capital aberto. Assim, marca o momento em que ela passa a vender ações pela primeira vez, ou seja, a entrada na Bolsa de Valores.

Antes de concluir o IPO e ter ações listadas na B3, a empresa que deseja abrir seu capital precisa passar por diversos processos e atender às exigências da Comissão de Valores Mobiliários, CVM.

Após a venda em oferta pública, os papéis da empresa passam a ser negociados no pregão da bolsa pelos acionistas compradores. O IPO pode ser primário, quando a venda é de novas ações e capitalização da empresa, ou secundário, quando os sócios da companhia vendem ações já existentes. Saiba mais sobre o assunto no e-book que o TC School preparou.

Texto: Felipe Corleta
Edição: Guillermo Parra-Bernal e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / Mover


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