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Crise da Evergrande, FOMC, Minerva (BEEF3): Resumo da Semana

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Crise da Evergrande, FOMC, Minerva (BEEF3): Resumo da Semana

A crise da Evergrande, a decisão monetária do FOMC e a coluna de Sérgio Snaita sobre Minerva se destacaram no Resumo da Semana. Saiba mais!

Crise da Evergrande, FOMC, Minerva (BEEF3): Resumo da Semana
fernanda-almeida

Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 25 de setembro – A última semana foi marcada pela crise da gigante imobiliária Evergrande, com uma dívida bilionária. A notícia sobre a instabilidade da empresa, que afetou o mercado global, é destaque do Resumo da Semana. A matéria especial que explica como a reunião monetária americana pode impactar no Brasil também entrou no radar dos investidores. O Comitê Federal de Mercado Aberto do banco central americano, o FOMC, manteve os juros na faixa de 0,00% a 0,25% ao ano, mas sinalizou que pode aumentar a taxa antes do esperado.

Além disso, o contribuidor Sérgio Sanita analisou as ações da Minerva Foods e o momento do setor. O papel do frigorífico apresentava tendência de baixa durante meses, mas pode engatar recuperação. Confira abaixo o Resumo da Semana completo!

Crise da chinesa Evergrande eclode em semana chave para juros globais

Companhia imobiliária mais endividada do mundo, com US$313 bilhões em passivos, a Evergrande Group tem sido foco de acaloradas discussões entre investidores, clientes, bancos e o governo chinês. O conglomerado já avisou a todos eles que as obrigações vincendas nesta semana, que incluem bilhões de iuanes em juros de empréstimos bancários e US$120 milhões em cupons de títulos locais e externos, não serão pagas, por ora. A crise poderia se tornar o primeiro caso de estouro da bolha imobiliária chinesa com reverberações globais, mas economistas acham que o impacto será contido com eficiência. Confira a notícia completa! 

FOMC: Por que acompanhar a política monetária dos EUA?

O FOMC, Comitê Federal de Mercado Aberto do banco central americano, manteve os juros na faixa de 0,00% a 0,25% ao ano, em linha com o consenso. Mas sinalizou que eles podem subir mais cedo do que se esperava. Os olhos do mercado também buscavam pistas sobre o início do processo de retirada de estímulos, conhecido como “tapering”. Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, o banco central do país, disse que o “tapering” pode ser finalizado em meados de 2022, mas sem especificar o início desse processo. Veja a matéria especial completa!

Minerva (BEEF3) diminuirá assimetria com JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3)?

A Minerva Foods, uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados, vem de uma tendência de baixa de meses. Suas ações desvalorizaram quase 45% do topo de julho de 2020 até o fundo de setembro de 2021. No entanto, nas últimas semanas, houve uma forte recuperação no preço da ação, com quase 35% de valorização. O que isso indica? Confira a coluna na íntegra!

Em entrevista, Bolsonaro reafirma empenho em pacificação, mas riscos seguem à vista

A pacificação institucional que favorece o avanço da pauta econômica e a redução do risco político e fiscal deu novo passo firme com a entrevista do presidente Jair Bolsonaro à revista Veja. À publicação, ele sinalizou, sobretudo aos agentes econômicos, a manutenção do clima de entendimento com os Poderes e compromisso com visões liberais. Veja a matéria completa!

Copom trará tom duro nas últimas reuniões do ano, diz economista-chefe do C6 Bank

Na esteira de uma semana decisiva para a política monetária no país, o Banco Central deve aumentar a taxa básica de juros nas últimas reuniões do ano do Comitê de Política Monetária, Copom, para trazer a inflação de 2022 de volta para o eixo. Essa foi a avaliação do economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, em entrevista exclusiva à TC Rádio. Com um cenário de inflação muito elevado em 2021, em meio à sequência de choques na economia, puxada pelo aumento no preço de commodities, crise hídrica e, mais recentemente, a quebra das cadeiras de produção, Salles projeta o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, em 8,10% ao final de 2021. Leia a entrevista exclusiva na íntegra! 

Mover Voices: Caju e o modelo de benefícios flexíveis

A plataforma Caju propõe entregar diversos benefícios, como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte em um mesmo cartão. Recentemente, a companhia recebeu um investimento de 45 milhões de reais, e vai investir essa quantia em contratações nos setores de tecnologia, comercial e marketing. Para o presidente da Caju, Eduardo Del Giglio, ninguém troca de emprego por causa dos benefício, mas os produtos oferecidos por uma empresa mostram como ela se preocupa com o bem-estar do time. Veja aqui as melhores partes da entrevista!

Texto: Fernanda de Almeida
Edição: Letícia Matsuura
Imagem: Divulgação


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