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Atualizado há 5 dias

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São Paulo, 22 de novembro – Os mundos da música e do mercado financeiro andam cada vez mais na mesma nota. Sabia que hoje em dia tem até agendas de shows e hits sendo vendidos em fundos de investimentos? Além disso, artistas têm se aproximado do universo dos tokens não-fungíveis, os NFTs, criando oportunidades até então impensáveis. Neste Dia do Músico, que tal conhecer um pouco mais sobre essa relação?

Em meio ao cancelamento de shows e restrições devido à pandemia de coronavírus, os artistas tiveram que explorar alternativas para dar seguimento a seus trabalhos, e os NFTs se tornaram fonte de renda para músicos internacionais e brasileiros.

NFTs são certificados digitais que garantem a autenticidade de um ativo existente no mundo virtual, seja ela uma obra de arte, músicas, personagens de games e até memes.

“No mundo das músicas, os NFTs permitem que os artistas criem e distribuam conteúdo sem depender de empresas intermediárias do setor, garantindo que eles fiquem com as receitas geradas e dificultando a falsificação das obras”, comenta o especialista em criptoativos Nicolas Nogueira, editor da TC Mover Cripto.

Segundo Nogueira, os NFTs permitem “que os artistas distribuam recompensas aos fãs mais fiéis”, sem contar a questão do registro de autenticação, que tira a possibilidade de qualquer falsificação.

Nesse intuito, a banda americana Kings of Leon lançou um NFT chamado “NFT Yourself”. Com um valor de US$50 por unidade, o comprador do item levava uma cópia do último álbum da banda, além de extras como uma obra de arte, disco de ouro e erros de gravação.

“Hoje em dia, uma criança pode fazer um disco no GarageBand e lançar no TikTok como um NFT, ou em qualquer formato. É como se não fosse mais preciso depender da indústria fonográfica tanto quanto antes, o que, por sua vez, acredito estar deixando essa indústria em pânico”, declarou o baterista do Kings of Leon, Nathan Followill, em entrevista à Forbes.

Outras alternativas

Além de trazer novas possibilidades na criação de obras, os NFTs relacionados à música podem gerar ganhos financeiros até então improváveis para um artista. Em fevereiro deste ano, o músico 3LAU arrecadou R$66 milhões ao vender seu álbum exclusivamente através do Dshop, plataforma descentralizada com base na moeda virtual Origin Protocol.

Esse tipo de mercado permite que investidores negociem diretamente uns com os outros, sem a necessidade de operar a partir de uma bolsa.

De acordo com o Co-Head da TC Cripto, Paulo Boghosian, a oportunidade mais interessante que os tokens não-fungíveis abrem aos artistas é a venda de direitos de uma determinada música antes de ela ser colocada à venda, além da questão dos direitos autorais.

“Não tenho dúvidas que a tecnologia blockchain e as NFTs vão permitir uma distribuição mais justa de direitos autorais e direitos de execução de conteúdo musical, mas isso demanda tempo”, explica.

Apesar de ainda ser algo mais restrito a pessoas e artistas entusiastas de tecnologia, os NFTs também possuem a abordagem financeira, na qual os investidores compram os tokens na esperança de valorização futura.

“Atualmente, isso está sendo muito utilizado no universo das artes, com NFTs valendo, às vezes, milhões de dólares. Isso funciona um pouco diferente com as músicas, já que elas são reproduzidas frequentemente, enquanto obras de arte são únicas”, afirma Nogueira. “Talvez, elas possam servir como investimento em edições especiais, como versões acústicas ou remixadas, por exemplo”, completa.

Boghosian reforça a ideia de que existe essa possibilidade de compra de NFTs para colecionar, mas que esse mercado tem pouca liquidez no momento. “É possível comprar um NFT que valorize dez vezes? Sim, mas é mais provável que, pelo menos no curto prazo, esse NFT não consiga ser revendido. Se o investidor entender os riscos e, de fato, tiver uma visão acerca de um determinado projeto ou artista, é possível sim encarar como um investimento”.

Alguns tokens não-fungíveis podem garantir ao investidor participação no recebimento de royalties por execução nas plataformas de streaming. Inclusive, para o fundador e CEO do marketplace de música AmplifyX, Adam Cowerd, “certos fundos ou canções podem retornar acima do retorno médio do mercado de ações”.

Em entrevista ao site de notícias americano Business Insider, Cowerd comenta que “os NFTs agora têm o poder de reverter a relação tradicional entre um artista e sua gravadora, que normalmente possuía todas as propriedades intelectuais da música durante a duração do contrato com a gravadora”.

Essa visão é defendida por Nogueira, que cita que “os NFTs e as plataformas descentralizadas dão o controle da criação de volta aos artistas”.

Dia do Músico e NFTs

Hits à venda

As possibilidades de investimentos no universo musical não param por aí. Hoje em dia já existem fundos voltados apenas para a música, nos quais os artistas, ao comprarem direitos autorais, cedem parte dos recebíveis de royalties de uma determinada música para que investidores lucrem sempre que ela for tocada em streamings ou mesmo em shows.

Nos EUA, por exemplo, o cantor Bob Dylan vendeu os direitos autorais de todas as suas canções para a gravadora Universal por US$300 milhões em 2020. A tendência também chegou ao Brasil. O cantor e compositor Toquinho e o músico Paulo Ricardo, ex-vocalista do RPM, negociaram os direitos de suas músicas com a fintech Hurst Capital.

A Hurst é uma plataforma de investimentos alternativos que vende Cédulas de Crédito Bancário baseadas nesse tipo de ativo e que conta com mais de 20 mil músicas e fonogramas. A CCB é um documento que pode ser emitido por uma empresa ou pessoa física, e que tem uma instituição bancária como contraparte.

Em seu blog, a fintech explica que “o detentor do direito de determinada música vende esse direito sobre a obra e o novo ‘proprietário’ passa a ser o responsável por receber os royalties dessa música toda vez que ela for tocada em execução pública, streaming, TV e rádios”. Os royalties são recolhidos e distribuídos mensalmente pelo Escritório Central de Direitos Autorais Musicais, o ECAD.

Sendo assim, os royalties que iriam para os artistas são distribuídos para a Hurst, que paga os investidores pessoas físicas mensalmente durante o período contratado no negócio.

Para se ter uma ideia do tamanho desse mercado, mesmo em um cenário de pandemia, o ECAD arrecadou R$472 milhões no primeiro semestre de 2021, distribuindo R$399 milhões em direitos autorais para mais de 185 mil titulares.

O mercado de shows

Além de canções, os fundos de investimento também estão apostando em outro tipo de negócio relacionado ao meio musical: a compra de agenda de shows. A XP Asset Management, gestora da XP Inc., em conjunto com a Opus Entretenimento, anunciou em agosto deste ano o lançamento de um fundo de investimento em direitos creditórios, que investe na compra de shows de mais de dez artistas brasileiros em turnês distintas.

Os eventos têm um prazo de dois a cinco anos para serem explorados, a depender do contrato com o artista, e podem ser produzidos ou mesmo negociados com contratantes terceiros. Na agenda estão shows de Alexandre Pires, Seu Jorge, Daniel, Leonardo, Bruno e Marrone, entre outros artistas.

“Buscamos privilegiar atrações que façam parte da cultura dos brasileiros e que evoquem sentimentos de nostalgia, afeto e ressalte a alegria das pessoas de irem aos shows e dos artistas de subirem aos palcos”, comenta o head de Special Situations da XP Asset, Filipe Mattos, em nota enviada à imprensa.

O fundo de investimentos Four Even, por outro lado, comprou antecipadamente a agenda de shows do cantor sertanejo Gusttavo Lima. Com um pacote que prevê 192 apresentações em 2022, o negócio foi estimado em R$100 milhões.

O gestor do fundo, Paulo Marins, explica à Mover que, mais do que comprar uma agenda, eles adquirem a disponibilidade do artista por um determinado período, porque, na verdade, ainda não existe uma agenda de shows com datas definidas. Ou seja, quem quiser comprar um show com o Gusttavo Lima vai ter que garantir a disponibilidade do cantor junto ao fundo.

Além disso, Marins comenta que, apesar de atuarem na mesma área de negócio, fundos de investimento voltados à compra de músicas e de agenda de shows são diferentes quando o assunto são os riscos envolvidos.

No caso da Four Even, o risco ao comprar a agenda de um artista está mais ligado à sua imagem durante o período contratado, que pode aumentar ou diminuir o valor da disponibilidade dependendo do que o músico fizer.  Ao comprar participações de royalties, o investidor deve analisar a longevidade da obra cultural do artista, sendo um produto totalmente diferente.

Música na bolsa de valores

Para os investidores da bolsa brasileira, a B3, existe apenas uma ação voltada ao ramo musical: a Time For Fun (SHOW3). A história da empresa começa em 1983, quando o atual diretor-presidente, Fernando Alterio, iniciou sua jornada na promoção de eventos, passando a ser denominada T4F Entretenimento S.A. apenas em 2007.

O segmento da T4F é de música ao vivo, com um portfólio que envolve diversos tipos de conteúdo, do artístico ao esportivo. Devido à pandemia, a companhia não pôde realizar ou promover shows durante um longo período – situações como o adiamento do Lollapalooza e o fechamento de seu principal espaço em São Paulo, o UnimedHall, antigo Credicard Hall, foram algumas das grandes dificuldades sentidas pela empresa com o cenário pandêmico.

No terceiro trimestre de 2021, a Time For Fun registrou prejuízo líquido ajustado de R$4,9 milhões, ante déficit de R$25,3 milhões no mesmo período do ano anterior, uma melhora de 81%. No acumulado para os nove meses de 2021, o valor líquido do prejuízo foi de R$31,4 milhões.

Já o EBITDA – lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ficou negativo em R$21,2 milhões na visão contábil, com variação negativa de 587% dos R$3,1 milhões negativos do mesmo período no ano anterior. A receita líquida do papel alcançou R$5,6 milhões no terceiro trimestre, uma alta de 105% sobre a base anual.

Sobre o futuro da T4F, o analista de investimentos da Condor Insider, Carlos Herrera, explicou no podcast da TC Rádio ‘Value Tips’ que ainda “não é possível saber exatamente como vai ser o novo normal operacional da empresa, porque é uma companhia que já tinha problemas antes da pandemia”.

Além disso, segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Música Independente, ABMI, o nível de otimismo dos empresários do setor musical foi de 69% em 2020, 20 pontos percentuais a menos do que em 2019.

Veja mais sobre a Time For Fun e fundos de investimento em música no podcast Value Tips, logo abaixo!

Desempenho das ações da Time For Fun (SHOW3)

Por volta das 13h55, a ação ordinária da Time For Fun (SHOW3) operava em baixa de 0,27%, cotada a R$3,71. No ano, o papel acumula perdas de 6,80%.Gráfico da Time For Fun (SHOW3)

Para acompanhar o desempenho das ações da Time For Fun e de outras empresas listadas na bolsa brasileira, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

Texto: Anderson Lima
Edição: Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinicius Martins / Mover

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