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Dólar e juros futuros recuam após ata sobre a Selic; Ibovespa oscila

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Dólar e juros futuros recuam após ata sobre a Selic; Ibovespa oscila

Nesta manhã, o contrato de dólar futuro e o dólar comercial eram negociados abaixo dos R$5; ata do Copom é vista como 'dovish' pelo mercado

Dólar e juros futuros recuam após ata sobre a Selic; Ibovespa oscila
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Atualizado há 2 meses

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São Paulo, 22 de março – Os contratos futuros de dólar recuam nesta abertura de mercado, com os juros futuros também em queda após a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central, enquanto o futuro do Ibovespa oscila com a alta nas bolsas do exterior.

Perto das 9h05, o dólar futuro perdia 0,10% aos R$4,951, enquanto o dólar comercial era negociado a R$4,93. Os contratos de juros futuros, DIs, recuavam até 6,5 pontos-base após a ata do Copom deixar em aberto uma continuidade nas altas da Selic e sinalizar que o plano inicial é encerrar o ciclo de elevação em 12,75%. O Ibovespa futuro oscilava perto dos 117 mil pontos.

No pré-mercado em Nova York, os ADRs de Vale e Petrobras avançavam 0,55% e 0,94%, respectivamente. Há notícias de que o secretário do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade, esteja cotado para presidir a petrolífera. Os investidores também estão atentos com a abertura das ações da JBS, que divulgou ontem resultados acima do esperado pelo mercado.

No exterior, o petróleo Brent avança 0,49% aos US$116,19 e puxa o setor energético nas bolsas europeias. Empresas de commodities e bancos lideravam os ganhos no mercado europeu e no pré-mercado em Nova York, que tinha o S&P500 futuro em alta de 0,25%.

Mercados de câmbio e de bolsa seguem de olho no fluxo comprador de investidores estrangeiros. Em 18 de março, os “gringos” fecharam o dia com saldo comprador de R$4,26 bilhões no mercado à vista na B3, beneficiando o real frente ao dólar.

“A ata do Copom pareceu mais ‘dovish’ do que o esperado, apesar de deixar as portas abertas para continuidade nas altas da Selic caso os choques de oferta resultantes da guerra na Ucrânia sejam mais duradouros” disse Gustavo Cruz, economista da RB Investimentos.

A ata detalhou o cenário alternativo do Banco Central, que contempla o petróleo Brent perto de US$120 por barril em 2022 e 2023.

Texto: Felipe Corleta
Edição: Allan Ravagnani e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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