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-0,05%

SP500

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+0,17%

DJIA

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NASDAQ

15.627,68 pts

+0,19%

IFIX

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-0,47%

BRENT

US$ 83,87

-0,84%

IO62

¥ 683,50

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TRAD3

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ABEV3

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AMER3

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ASAI3

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AZUL4

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B3SA3

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+0,70%

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BBDC3

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Atualizado há mais de 2 anos

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A bolsa fechou março quase estável – leve queda de 0,18% – após valorização de 1,79% nesta semana. Ao longo do mês, chegou a alcançar a marca histórica dos 100 mil pontos, mas logo cedeu aos receios sobre a articulação política para aprovação da reforma da Previdência no Congresso. A gangorra, com volatilidade nos ativos brasileiros, tende a prosseguir em abril e assim por diante até passar o projeto de mudança nas regras de aposentadorias, alicerce primordial para o equilíbrio das contas públicas. A trégua entre Executivo e Legislativo, ilustrada pelo almoço do ministro da Economia, Paulo Guedes, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, fortalece a ideia de que a reforma é inexorável, apesar dos ruídos políticos, com possíveis novos incêndios no decorrer da tramitação. Por ora, o calendário prevê ida de Guedes à Comissão de Constituição e Justiça na próxima quarta-feira, 3 de abril, apresentação do parecer do relator Marcelo Freitas, do PSL, no dia 9 de abril, seguido de votação na CCJ em 17 de abril. Freitas acha que a puta pode ser votada na Câmara até o fim do primeiro semestre. O clima mais calmo em Brasília, somado ao otimismo importado do exterior, fez o índice Bovespa subir 1,09% nesta sexta-feira a 95.414 pontos, acumulando ganhos de 8,56% no primeiro trimestre – a terceira alta trimestral seguida.

 

O dólar futuro avançou 4,28% em março frente ao real, maior elevação mensal desde agosto. Sensível também aos solavancos do cenário internacional, sob receios quanto à saúde da economia global, o câmbio ainda não se recuperou desde o aumento da temperatura política local, em reflexo da cautela do investidor. Terminou o último pregão da semana cotado a R$3,928, depois de oscilar bastante por conta da definição da Ptax, que vai determinar a liquidação financeira de contratos que vencem na virada do mês, além da influência da subida global da moeda americana. Os juros futuros acompanharam a elevação do dólar, com o contrato para janeiro de 2020 subindo 3 pontos-base para 6,530%. Já a renda variável no exterior brindou um início de ano favorável das bolsas. Os índices S&P500 e Dow Jones fecharam o dia em alta, com o primeiro acumulando ganhos de 13,1% no ano, contabilizando seu melhor trimestre desde 2009. Gestores notam otimismo nas perspectivas para as ações em Wall Street, apesar do panorama de riscos macroeconômicos. Foi bem recebida neste sentido a estreia dos papéis da Lyft, segunda maior startup de mobilidade depois da Uber, que subiram 8,74% em Nova Iorque após o maior IPO de empresas de tecnologia desde 2014. A Lyft e seus acionistas levantaram cerca de US$2,34 bilhões.

 

A primeira semana de abril reserva uma bateria de indicadores de produção industrial e de atividade, com destaque para o Relatório de Emprego dos Estados Unidos referente ao mês de março, que será divulgado na sexta-feira. Os números estarão sob escrutínio do mercado diante dos sinais de desaceleração global, que pode se intensificar a depender o desfecho das negociações comerciais entre EUA e China e do processo do Brexit – como é chamada a saída do Reino Unido da União Europeia –, cujo acordo negociado entre a premiê Theresa May e a Comissão Europeia foi rejeitado pelo Parlamento britânico pela terceira vez nesta sexta-feira – abrindo espaço para o declínio da libra frente ao dólar. Investidores prestam atenção aos desdobramentos deste cenário na política monetária. O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, por exemplo, defende que o Federal Reserve, o banco central americano, deveria cortar o juro básico dos EUA. Além de dados da indústria na China – com o PMI calculado pelo Caixin saindo já na noite de domingo –, na Zona do Euro, nos EUA e no Brasil, serão conhecidos nos próximos dias números de atividade do setor de serviços chinês e americano.

 

(Foto: B3/Divulgação)

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