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Atualizado há cerca de 2 meses

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São Paulo, 2 de dezembro –  No começo de outubro, grandes gestoras, incluindo Verde Asset e Vinci Partners, fecharam acordo para investir na abertura de capital de uma das líderes do chamado mercado livre de energia, a Comerc. Mas uma notícia na véspera do IPO surpreendeu a todos e evidenciou o momento aquecido do mercado elétrico: a companhia havia aceito uma proposta bilionária de aquisição da Vibra Energia.

O mercado livre de energia permite que empresas com grande demanda, como indústrias, possam negociar suprimento e preços diretamente com investidores em geração ou grupos de comercialização, como a Comerc.

O aquecimento do setor é puxado pela redução de custos dessas empresas que migram para esse segmento, no qual a energia chega a ser negociada 40% mais barata. E também pelo bom desempenho das comercializadoras, que atrai mais investidores para o setor, disse à Mover o consultor Ricardo Lima, ex-conselheiro da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

“Especialmente no ano que vem, o mercado livre deve ter um crescimento grande, porque as tarifas vão subir muito. Há projeções de reajustes de dois dígitos. Esse aumento de tarifa vai atrair muita gente para esse segmento”, disse Lima.

O apetite de investidores por esse nicho de negócios ficou evidente no caso da Comerc – após planejar um IPO para levantar pelo menos R$1,4 bilhão, a elétrica fechou acordo de R$3,25 bilhões com a Vibra que permitirá à empresa de combustíveis ter até 50% da comercializadora.

Panorama

Atualmente, há 447 comercializadoras de energia no Brasil e cerca de 10 mil empresas consumidoras aptas a negociações no setor, uma expansão de cerca de 10% frente aos números de 2020, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

“A migração não se dá só pela diferença de preço. A previsibilidade de custos é um fator muito importante para quem produz. E até a perspectiva ESG, pois há pressão para que as empresas contratem energia limpa”, acrescentou Lima, em referência à sigla que traduz preocupações corporativas com meio-ambiente, responsabilidade social e governança.

No mercado livre, os contratos podem ter prazos longos, geralmente com correção pelo IPCA, e os consumidores têm a opção de escolher a fonte de geração de sua energia, o que acaba por fomentar investimentos em novas usinas eólicas e solares.

A lista das maiores comercializadoras de energia no mercado livre do Brasil inclui empresas controladas por elétricas como Copel, Engie, Enel e EDP, além de uma trading do banco BTG Pactual e companhias independentes, como a Comerc e a Focus, que listou suas ações na bolsa em fevereiro deste ano, segundo levantamento da consultoria EPowerBay.

Também atuam no setor Santander, Itaú Unibanco, ABC Brasil e Daycoval, além do banco de investimento australiano Macquarie, por meio da Nova Energia. Mais recentemente, a XP abriu uma unidade de comercialização, e a multinacional Tullet Prebon passou a oferecer corretagem de contratos no mercado livre.

Mas o crescimento não para por aí, e o segmento continua a atrair novos nomes – o Scoop by Mover publicou, em 25 de novembro, que a trading de commodities Vitol está prestes a abrir uma unidade de comercialização no Brasil. Do lado dos consumidores, há 670 empresas em processo de adesão ao mercado, segundo a CCEE.

Abertura

A chegada dos novos investidores está ligada também a evoluções, como o lançamento de operações com derivativos de energia e estudos do governo para permitir que todos os consumidores possam atuar no mercado livre, o que poderia ocorrer a partir de 2024, segundo proposta que tramita no Congresso e tem apoio do Ministério de Minas e Energia.

Pelas regras atuais, podem aderir ao mercado livre empresas que gastam a partir de cerca de R$40 mil mensais na conta de luz. Um estudo da CCEE aponta potencial para 70 mil novas migrações, mesmo sem a aprovação do projeto de lei.

“A modernização do setor e a abertura do mercado, com aumento do número de clientes em potencial, têm atraído a atenção dos grandes grupos, e até dos bancos”, disse à Mover o sócio da comercializadora True, Gustavo Arfux.

O interesse por energia limpa é outro fator que fomenta negócios, uma vez que muitas comercializadoras passaram a investir em projetos de geração renovável para atender seus clientes. Esse foi um ponto chave por trás tanto da aposta da Vibra na Comerc quanto do sucesso do IPO da Focus, segundo executivos das empresas.

O momento quente do setor ainda deve gerar operações de fusões e aquisições no mercado livre, com diversas empresas avaliando a compra de comercializadoras ou outros negócios relacionados, disse à Mover uma fonte que assessora transações de M&A.

Texto: Luciano Costa
Edição: Gustavo Bonato, Gustavo Boldrini e Renato Carvalho
Imagem: Mover

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