IBOV

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-3,41%

SP500

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+0,77%

DJIA

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+0,47%

NASDAQ

16.196,16 pts

+1,06%

IFIX

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-0,15%

BRENT

US$ 75,78

+4,21%

IO62

¥ 588,50

+0,34%

TRAD3

R$ 7,88

-2,83%

ABEV3

R$ 16,70

-3,30%

AMER3

R$ 30,49

-6,64%

ASAI3

R$ 13,26

-3,42%

AZUL4

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B3SA3

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BIDI11

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BBSE3

R$ 21,50

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BRML3

R$ 8,06

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BBDC3

R$ 17,57

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BBDC4

R$ 20,44

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BRAP4

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Atualizado há cerca de 2 anos

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As incertezas quanto à retomada das conversas entre os Estados Unidos e a China para tentar um acordo comercial mantêm o clima de cautela nos mercados internacionais no pregão de hoje e limitam o apetite por ativos de risco. Pesa no sentimento a notícia de ontem, da Bloomberg News, de que o governo chinês não estaria interessado em alcançar um amplo acordo, e que os negociadores do país devem anunciar aos colegas americanos uma diminuição considerável no escopo dos temas a tratar. Segundo a matéria, que cita fontes com conhecimento do assunto, o vice premiê chinês Liu He, cabeça da equipe negociadora, deve excluir da agenda a reforma da política industrial chinesa e a eliminação parcial dos subsídios do governo que os EUA tanto desejam. Os índices referência em Wall Street, o S&P500 e o Dow Jones Industrials, recuavam 0,18% e 0,25%, respectivamente, às 12h00.

 

Por aqui, o investidor continua na expectativa de que Congresso e governo consigam avançar em relação ao acordo que permita cumprir o cronograma da tramitação da Reforma da Previdência, cuja votação em segundo turno no Senado deve ocorrer daqui a dez dias. Para isso, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, devem resolver o impasse gerado na semana anterior quanto à divisão dos recursos do leilão de sobras do pré-sal. O problema se concentra no Norte e no Nordeste, onde há forte oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro, e a estratégia parece ser emperrar qualquer acordo que destrave a matéria. Ontem, Maia e Bolsonaro se encontraram para tratar do texto para o teto de gastos, conhecido como a Regra de Ouro, e o pré-sal. É provável que, se as negociações prosperarem, também seja destravada a tramitação da Reforma Tributária, dizem jornais.

 

Nos dados econômicos, a produção, vendas e exportações de veículos mostraram desempenho ruim em setembro, na base mensal, pressionadas pela situação econômica desastrosa na Argentina, disse a Anfavea. A produção caiu 8,3% em setembro na base mensal, para 247,3 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus; no entanto, ela avançou 11% na base anual. Já as vendas recuaram 3,3% em setembro, a 234,8 mil unidades, alta de quase 10% na base anual. As ações de siderúrgicas e de produtoras de autopeças recuaram, com os índices setoriais que concentram esses papéis recuando 0,83% cada. Outra notícia relevante é o envio de um projeto de lei que visa modernizar o mercado de câmbio. O Banco Central quer simplificar a legislação cambial, que conta com normas elaboradas antes de 1950. Fique de olho na coletiva do diretor de Regulação do BC, Otavio Damaso, sobre o tema, às 14h30, em Brasília.

 

O Ibovespa caía 0,78%, a 101.751 pontos perto de 12h30. O dólar futuro avançava 0,60% a R$4,088. A curva de juros operava entre a queda e a estabilidade. Com a expectativa de queda, a mais uma mínima histórica, da taxa básica de juros Selic, e os primeiros sinais da retomada da economia e dos investimentos, os mercados estão prestando mais atenção à emissão de risco novo, ou seja, de papéis novos, na B3. Hoje se encerra o período de reserva para o IPO da Vivara, que precifica sua oferta amanhã. A varejista de moda C&A, controlada pela família holandesa Brenninkmeijer, deve precificar seu IPO em 24 de outubro, em transação que pode movimentar até R$2,21 bilhões e trazer mais uma empresa do setor à B3. Em prospecto divulgado no site da B3 nesta segunda-feira, a C&A definiu a faixa indicativa para o IPO entre R$16,50 e R$20 reais.

 

No âmbito corporativo, A ação da Oi avançava 2,11% a R$0,97 após o diário espanhol Expansión dizer, citando fontes, que a Telefónica, dona da Vivo, busca com a TIM Brasil e a Claro uma fórmula para comprar a Oi, tirando proveito das sinergias milionárias em frequências, torres e lojas da operadora carioca e, de vez, reduzir a de concorrência. Segundo a matéria, a Telefónica estaria negociando um acordo para realizar conjuntamente a compra de ativos da Oi, para depois fatiá-la.

 

(Foto: Trump e Xi Jinping – Shealah Craighead-White House Photo)

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