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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 2 de março – Ainda desnorteados pelos recentes eventos imprevisíveis na política brasileira e no mercado dos Treasuries em fevereiro, os investidores devem acionar o botão defensivo, trazendo cautela e pressionando a bolsa brasileira neste mês de março, de acordo com gestores, analistas e contribuidores do TC.


Ingerência de Bolsonaro na Petrobras e salto dos Treasuries resultam em cautela

Os investidores não esperavam a ingerência do presidente Jair Bolsonaro na Petrobras, com a troca de Roberto Castello Branco da presidência da petroleira pelo militar Joaquim Silva e Luna. A disparada dos rendimentos dos Treasuries americanos também despertou temor de que o capital estrangeiro fuja de volta para os Estados Unidos e outros países ricos, em busca de retornos maiores e de maior segurança.

Além disso, há um potencial aumento na taxa básica de juros, a taxa Selic, no Brasil e a reversão de cortes de produção de petróleo entre os maiores produtores globais. Dada a quantidade de incertezas, “março tende a ser um mês mais turbulento”, disse Rafael Panonko, analista-chefe da Toro Investimentos. Se bem que algumas das incertezas podem se dissipar ao longo da primeira quinzena do mês. Contudo, dependerá do andamento da pauta de votações no Congresso, a procura por proteção pode impactar os ativos de risco locais e trazer mais volatilidade à bolsa, ao câmbio e aos juros.


Disparada dos rendimentos dos Treasuries pode deixar Brasil mais volátil

De todos os riscos que aguardam o investidor neste mês, o aumento nos rendimentos dos Treasuries ameaça causar estragos no Brasil e outros emergentes. O real está entre as três divisas de países emergentes com a maior volatilidade implícita. Isto devido à percepção de que o governo do presidente Jair Bolsonaro não será capaz de controlar a expansão fiscal insustentável do ano passado. Para gestores e contribuidores do TC, esse fenômeno faz que, com juros mais altos nos Estados Unidos, o mercado brasileiro fique mais vulnerável.

Na última quinta-feira, o yield do Treasury note de dez anos bateu 1,614%, máxima em mais de um ano e acima do patamar projetado para final do ano. Com medo de que a inflação possa corroer os yields, investidores têm vendido os Treasuries. Ou seja, empurrando para cima os rendimentos.

Os altos rendimentos dos Tresuries atraem capital que busca ganhos maiores, saindo, portanto, de ativos e países mais arriscados, como o Brasil. “Se já estava difícil com o externo a favor, ficará ainda mais difícil se a liquidez continuar a ser enxugada com juros mais altos no mundo”, avalia Dan Kawa, gestor da TAG Investimentos.

Assim, muitos deles aconselham para buscar refúgio em ativos mais seguros. Por exemplo, Luiz Nunes, que gere R$1,2 bilhão em recursos na Forpus Capital, diz que a gestora entra “em março comprada nos setores exportadores de commodities, para proteção contra alta da inflação, e comprados no setor de tecnologia. A carteira de proteção concentra posições em opções de venda de Treasuries e opções de venda de dólar”.


Questões políticas foram cruciais no mercado doméstico, diz analista

Para outros, como Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos, o que mais acertou o mercado doméstico foram as questões políticas. A “movimentação do mês vai depender do andamento dessas questões”, explica Esteter.

Para Filipe Villegas, estrategista-chefe da Genial Investimentos, “a elaboração da carteira de março foi uma das mais difíceis dos últimos tempos. Muitas dúvidas e incertezas mostram várias possibilidades de cenários em que, a única certeza que tenho é que enquanto não houver respostas, tenderemos a ver as ações brasileiras em um movimento de acomodação ou realização dos preços”, disse.

As sinalizações do governo sobre a privatização de estatais e do Congresso quanto à aprovação do pacote fiscal podem ajudar a acalmar os ânimos após a ingerência na Petrobras. Porém, a notícia de que o governo cogita enviar uma série de decretos para compensar a desoneração dos combustíveis com alta de impostos nos bancos fragilizou a bolsa e puxou o câmbio para cima.

Nesse sentido, o real fechou ontem como a única moeda negativa do dia e a curva de juros abriu em média 20 pontos-base. O Ibovespa, que chegou a subir mais de 1,50%, encerrou ontem e abriu hoje perto da estabilidade. “Março vai ser assim: qualquer coisinha, o mercado vai tremer e reagir exageradamente”, diz Israel Massa, trader e contribuidor do TC.


Estrangeiros tiram R$5 bilhões da bolsa brasileira em fevereiro por cautela

De acordo com Victor Penna, diretor de pesquisa no BB Investimentos, ” o fiel da balança passa a ser a entrada líquida de capital estrangeiro”. Somente dinheiro novo poderia dar impulso ao mercado de renda variável doméstico no curto prazo, afirma.

A bolsa viu as vendas de estrangeiros superarem as compras em quase R$5 bilhões entre 1 de fevereiro e 24 de fevereiro, o que deve marcar uma quebra na sequência de saldos positivos mensais desde outubro do ano passado.

A reprecificação dos Treasury yields vai gerar mais seletividade dos investidores e o Brasil está muito mal posicionado, diz Marcos Mollica, gestor da Opportunity Asset. A fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, na quinta-feira, além dos dados do relatório de emprego privado americano, nesta sexta, podem pesar mais ou aliviar o Ibovespa. O índice brasileiro caiu 4,37% em fevereiro, seu pior desempenho desde setembro.

Texto: Bárbara Leite
Edição: Guillermo Parra-Bernal e Letícia Matsuura
Arte: TC Mover


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