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Atualizado há 30 dias

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São Paulo, 21 de setembro – O Copom, comitê decisório do Banco Central do Brasil, deve repetir a dose da sua última reunião de política monetária, elevar o juro básico em um ponto percentual e contratar outra alta da mesma magnitude para sua próxima decisão, em novembro.

Sete dos nove analistas consultados pela Mover veem o Copom elevando a taxa básica de juros, conhecida como Selic, em 100 pontos-base a 6,25%. A estimativa segue as sinalizações do comunicado da reunião de agosto e do presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, em dias recentes. Os contratos que apostam na decisão do comitê mostram chance de 90% de um aumento similar.

Expectativas sobre decisão do Copom

No início do mês, a inflação de agosto acima do esperado fez com que parte do mercado chegasse a prever uma alta de 125 pontos-base na taxa Selic. No entanto, houve um recuo nas projeções após Campos Neto sugerir em 14 de setembro que o comitê manteria o ritmo de aperto monetário pelo tempo necessário.

Solange Srour, economista-chefe para o Brasil no Credit Suisse, acredita que não é o momento para uma aceleração do movimento.  diante do “alto nível de incerteza quanto aos efeitos e o timing da política monetária sobre a atividade econômica e a inflação”.

Inflação resistente e ciclo de alta da taxa Selic

No entanto, a divergência entre os economistas mostra como os riscos de um cenário inflacionário em fraca deterioração permanecem elevados. A crise hídrica gera pressão sobre a inflação atual e a dinâmica de preços para 2022, assim como a incerteza sobre a trajetória das contas públicas.

Para os economistas consultados, o Copom deve reiterar a visão de uma inflação resistente à baixa e de um balanço de riscos com pressões altistas. O colegiado deve reforçar que o ciclo de alta da taxa Selic deve ir até o nível necessário para trazer a inflação para a meta no horizonte relevante da política monetária.

Para Solange Srour, o Banco Central precisará aumentar ainda mais a taxa Selic à medida que o cenário de inflação piorar. Ela agora vê quatro aumentos consecutivos de 100 pontos base a partir da reunião desta semana. Além deles, prevê mais um de 50 pontos-base, deixando a taxa Selic em 8,25% ao final deste ano e em 9,75% ao final do ciclo, em 2022.

O Copom pode subir os juros em 125 pontos base?

Adotando uma visão marginalmente diferente, o Morgan Stanley disse que diante da aceleração da inflação de serviços e de bens industriais, em conjunto com os preços de energia, um aumento de 125 pontos-base na taxa Selic seria justificada, apesar de que uma elevação de 100 pontos base pareça mais provável.

Andrea Damico, economista-chefe da Armor Capital, afirma que vê maior chance de o Copom aumentar os juros em 1,25 ponto percentual, como uma reação à piora das expectativas da inflação, em conjunto com um risco fiscal ainda muito elevado.

“Apesar de uma sinalização forte, estamos ainda apostando que Campos Neto irá fazer o correto, como fez nas duas últimas reuniões. Em nossa visão, o correto seria um aumento de 125 pontos-base em função da deterioração de expectativas” disse Damico, que calcula probabilidade de 55% de uma surpresa na alta da taxa Selic.

Pressões sobre o câmbio

Um ponto de preocupação para economistas como Mario Mesquita, do Itaú, é a pressão das incertezas fiscais e da crise energética sobre a taxa de câmbio, “que deve ter menos espaço para apreciação, mesmo com a trajetória esperada de aumento da taxa de juros”.

O Banco Central deve divulgar a decisão por volta das 18h30 de quarta. A ata da reunião  do Copom será publicada na terça-feira da semana que vem, 28.

Texto: Peter Frontini
Edição: Guillermo Parra-Bernal e Letícia Matsuura
Arte: Vinicius Martins / Mover


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