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Atualizado há 19 dias

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São Paulo, 28 de setembro – Diante da escalada da inflação, o Banco Central adotou uma postura mais conservadora, com cinco aumentos sucessivos na chamada taxa Selic, os juros básicos brasileiros. Na última reunião, o comitê decisório da autarquia, o Copom, elevou em 100 pontos-base a taxa de juros, passando de 5,25% para 6,25% ao ano, mantendo o ritmo de alta mais intenso em 18 anos.

A ata da decisão monetária, divulgada nesta terça-feira, 28, mostra que, ante os riscos inflacionários elevados, o Colegiado do Banco Central debateu os prós e contras de acelerar o ritmo de elevação da taxa Selic na reunião da semana passada, indicando uma preocupação maior e uma posição mais dura da autoridade monetária com relação ao combate ao aumento de preços.

Prevalecendo o ritmo de alta, o Copom espera mais dados para decidir se uma eventual aceleração será necessária no futuro. Mas como os juros podem impactar nas finanças pessoais dos brasileiros e até onde pode ir esse aumento?

Taxa Selic, uma ferramenta do Banco Central

Primeiro, é importante entender o que é a taxa Selic e como é usada pelo Banco Central. Ela é a taxa básica de juros, refletindo em outras taxas, e pode ser usada como ferramenta de política monetária. Ou seja, o Copom pode subir ou diminuir os juros como forma de estimular ou não o consumo, que influencia nos preços praticados.

Isso quer dizer que se a autarquia aumenta a taxa Selic, ela está adotando uma política monetária mais conservadora, deixando os empréstimos ficam mais caros. Assim, o Banco Central dificulta o consumo mais elevado e tenta acalmar a inflação. Em contrapartida, quando diminui os juros básicos, adota uma política expansionista, com o propósito de aquecer as atividades econômicas.

Dessa forma, com a taxa Selic subindo, fica mais caro conseguir crédito, tornando-se menos acessível. O cenário de inflação acelerada também aumenta o risco de inadimplência e, somado aos juros em alta, as dívidas se acumulam como uma bola de neve. Por isso, o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, aconselha ter cuidado na hora da compra e diz que o consumidor deve “olhar a taxa, a quantidade de prestações, fazer os cálculos direitinho para não comprar um produto extremamente mais caro”.

Taxa Selic x inflação

Além do crédito, Sérgio Vale alerta que os custos de bens também subiram com a alta das commodities agrícolas, metálicas e o petróleo. A inflação galopante durante o ano foi impulsionada primeiro pelos alimentos, depois pelos combustíveis, energia – agravada pela crise hídrica- e, recentemente, pela quebra de produção. Com isso, o Copom vem elevando a taxa de juros na tentativa de deter as pressões inflacionárias e assegurar a meta de 2022.Escalada da taxa Selic em 2021

Para o economista, mesmo com os esforços do Banco Central, a inflação descolou muito da meta neste ano e está começando a se distanciar do horizonte de 2022 também. “É um cenário de tensão crescente até a eleição do ano que vem”, pontua. Segundo ele, faltam fatores que ajudem a inflação a ceder, citando a taxa de câmbio que, se caísse consideravelmente, poderia aliviar a situação. “Mas, por conta da crise política e da crise fiscal, a taxa de câmbio não vai cair”, explica.

A MB Associados estima que a taxa Selic chegue a 8,50% ao ano, em linha com o comunicado do Copom da última reunião. Contudo, o economista-chefe não ficaria surpreso se os juros atingissem os dois dígitos em 2022. “Acho possível acontecer, dado esses cenários de tanta incerteza que a gente tem à frente”, diz.

Qual é o impacto nos investimentos?

Com a escalada dos juros, a renda fixa voltou a ter retorno e saltar aos olhos dos investidores. Sérgio Vale acredita que a migração “é normal em momentos em que você tem muita instabilidade, muita incerteza e uma taxa de juros muito elevada”.

Segundo ele, os milhões entrantes na bolsa nos últimos anos, que ainda estão formando sua educação financeira, precisam se atentar ao momento. “A bolsa não vai ter aquela performance que a gente viu tão forte acontecer nesses últimos dois anos, vai ser mais fraco por conta desse cenário baixo de crescimento, das expectativas em geral, e a renda fixa volta a ser um atrativo para investimento para um brasileiro que não está tão acostumado com investimento de risco”, completa.

No momento turbulento para a renda variável, é necessário que o investidor tenha “sangue frio” e informação, diz Vale. Ele aponta o olhar para as boas empresas e a estratégia para não investir no pico, ou seja, quando as ações atingem o maior preço e tendem a sofrer correção.

“Sempre tem outros instrumentos interessantes para quem está com um pouco de incerteza, não conhece o mercado, está com medo de perder dinheiro, não tem tantos recursos. Então, é uma decisão que precisa ser bem pensada nessa crise toda”, conclui o economista.

Texto: Letícia Matsuura
Edição: Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinícius Martins / Mover


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