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DJIA

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NASDAQ

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IFIX

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-0,40%

BRENT

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IO62

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TRAD3

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ABEV3

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AMER3

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Atualizado há cerca de 2 anos

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As bolsas de valores abriram o ano com novos recordes, em meio à euforia com o avanço do acordo comercial inicial entre Estados Unidos e China e com as medidas de incentivo anunciadas pelo banco central chinês durante as comemorações do Ano Novo. A expectativa de que as medidas vão evitar uma retração maior da economia mundial este ano e vão ajudar ainda mais a esperada retomada da economia brasileira fez o Ibovespa superar os 118 mil pontos . Já o dólar fechou em leve alta e os juros recuaram, aguardando a ata da reunião de política monetária do Federal Reserve que sai amanhã e pode dar pistas sobre os juros nos EUA. Amanhã saem também indicadores de emprego e inflação da Alemanha e atividade nos EUA, com o ISM industrial de dezembro.

 

O Ibovespa já abriu em alta recuperando o terreno de terça-feira, quando os mercados estavam fechados aqui, mas subiram nos EUA. As comemorações de Ano Novo vieram também com boas notícias, entre elas a data da assinatura do acordo entre EUA e China, que segundo o presidente Donald Trump será no dia 15. Outras vieram do Banco do Povo da China, que mudou o referencial dos juros do crédito para uma taxa mais baixa e ainda reduziu o compulsório dos bancos, permitindo aumento da oferta de crédito para evitar uma redução mais drástica da economia. A esses estímulos soma-se a trégua na guerra comercial, que afetava o comércio exterior chinês.

 

No mercado de dólar futuro, a moeda americana fechou em alta. Apesar da melhora do cenário externo, o dólar no Brasil segue influenciado pelo fluxo de recursos, sob o impacto da queda dos juros, que reduz a arbitragem com as taxas locais e incentiva as empresas a trocarem dívida externa por local. Em dezembro, o saldo do fluxo cambial foi negativo em US$2,4 bilhões. Já a retomada da atividade e a guerra comercial mostram seu impacto na capacidade do país em gerar divisas. O saldo da balança comercial, de US$46,7 bilhões no ano passado, foi o menor em quatro anos e pode reduzir ainda mais com o aumento das importações pelo maior consumo interno, que deve ficar também com parte das exportações.

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