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tcuser

Atualizado há mais de 2 anos

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No pregão desta quinta-feira, o cenário interno trouxe algum receio para o investidor, que segue atento à aparente desarticulação entre o governo e o Congresso. Brigas, bate-bocas nas redes sociais, recados e farpas entre vários atores da cena política exemplificaram, desde a tarde de ontem, a crise de confiança que parece ter se instalado de novo entre o Executivo e o Legislativo. Por um lado, o Parlamento aprovou a iniciativa do Orçamento Impositivo para tirar do governo o poder de administrar as despesas da União. O Congresso também encurtou a validade das medidas provisórias e deu mais uma prova de rebeldia ao condicionar a votação da Reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara à obtenção de maioria no Plenário. Inédito.

 

Dessa forma, o investidor deve manter, nesta sexta-feira, uma postura cautelosa. Ninguém vai querer ficar comprado em ativos brasileiros sob o risco de que, no final de semana, alguma declaração destemperada azede ainda mais o ambiente, disseram dois gestores sediados no Rio.

 

O mercado também pode repercutir a votação do Supremo Tribunal Federal sobre a necessidade de autorização do Congresso para o governo vender ativos de estatais. Até o fechamento deste texto, o plenário da Corte havia, aparentemente, formado maioria – por seis votos a três – em favor da venda de subsidiárias de estatais sem necessidade de aval do Congresso. No entanto, ainda não havia clareza sobre a matéria. Uma terceira via tinha sido aberta pela ministra Cármen Lúcia, pela possibilidade de uma conciliação das duas posições imperantes. Tudo indicava para a necessidade de o presidente do Supremo, Ministro José Antonio Dias Toffoli, abrir deliberação para definir a questão.

 

Para alguns especialistas, não há espaço para confusão. A decisão de derrubar não libera apenas a venda de subsidiárias, pois o Plano Nacional de Desestatização dá uma autorização genérica para venda de estatais. “A decisão do governo é expressa em decreto que inclui empresas a serem privatizadas,” disse Elena Landau, advogada e economista que liderou os processos de privatização nos anos 90. “Assim, não há mais empecilho para o ministro da Economia, Paulo Guedes, vender dezenas de empresas. Só faltará vontade política. Basta um decreto com uma lista de empresas a serem incluídas no programa de privatização.”

 

Diferentemente do plano interno, o exterior esteve ameno e ajudou a mitigar a incerteza local e, no meio da tarde, houve um avanço forte do Ibovespa, impulsionado pela fala do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que o país deve adiar a imposição de sobretaxas ao México. As bolsas de Nova Iorque subiram imediatamente. Pela manhã, outra notícia vinda de fora ajudou a reduzir a tensão no Brasil. O alívio veio da fala do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, na qual reiterou que a autarquia agirá para impedir qualquer desaceleração na Zona do Euro. Draghi, que deve deixar o posto no quarto trimestre, disse não ver maiores riscos de deflação nem de recessão. E se uniu ao crescente coro de banqueiros centrais que mencionam o protecionismo como um risco à estabilidade de preços e ao crescimento econômico. Em geral, o investidor ainda mantém fortes apostas em que, não somente o BCE, mas o Federal Reserve e até o Banco Central do Brasil vão se curvar aos dados de atividade fracos e cortar as taxas básicas de juros nos próximos meses. Assim, o euro subiu, o dólar americano se enfraqueceu e o rendimento dos Treasuries de dez anos caiu – em resumo, o apetite ao risco voltou ao redor do mundo.

 

Hoje, o Ibovespa fechou em alta de 1,26% a, 97.204 pontos, com volume abaixo da média diária do ano. O câmbio terminou o pregão em queda de 0,03%, e fechou cotado a R$3,886 – a quarta queda em cinco sessões. A curva de juros continuou enxugando prêmio, apesar do ruído político crescente, com o DI para janeiro de 2020 recuando 10 pontos-base a 6,270%. Amanhã, o destaque no mercado local é a divulgação do IPCA do mês de maio, que deve mostrar alguma desaceleração na esteira do enfraquecimento da economia. Mundo afora, com os mercados na China e em Hong Kong fechados por conta de um feriado, o evento mais relevante será a publicação do relatório do mercado de trabalho de maio nos Estados Unidos, conhecido como payroll não-agrícola, e que nunca deixou de gerar alguma volatilidade.

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