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+0,76%

SP500

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+0,36%

DJIA

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NASDAQ

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+0,06%

IFIX

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+0,06%

BRENT

US$ 85,26

+0,21%

IO62

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TRAD3

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AMER3

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Atualizado há cerca de 2 anos

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Fed corta juros e ativos de risco caem sem sinalização de mais estímulos; à espera do Copom, bolsa e juros recuam

O comitê de política monetária do Federal Reserve cortou hoje a taxa-alvo básica de juros pela primeira vez em 11 anos, mesmo sem existirem sinais contundentes de que a maior economia do mundo se encontra na beira de uma desaceleração profunda. A decisão do comitê, conhecido como FOMC, de reduzir a taxa Fed Funds em 25 pontos-base, para o intervalo entre 2,00% e 2,25%, validou as expectativas do mercado, que apostava em redução idêntica. O FOMC, que também anunciou o final do seu programa de normalização de balanço a partir de amanhã, não sinalizou de forma contundente nenhum plano de acrescentar mais estímulos aos existentes nos próximos meses. Logicamente o mercado, que sempre quer mais, não gostou dessa indicação.

 

Na coletiva que dará em poucos minutos para explicar a decisão, o presidente do Fed, Jerome Powell, terá de convencer o público do porquê de não haver espaço para mais estímulos no curto prazo e por que o corte da taxa Fed Funds foi para preservar o crescimento econômico e não para se prostrar diante da pressão desmedida do presidente americano Donald Trump, que deve ter achado a redução na Fed Funds menor do que esperava. Segundo economistas e gestores, as trajetórias atuais da inflação e dos juros de mercado estão abaixo das projeções do Fed, mesmo após anos de crescimento econômico robusto. O FOMC, nunca imaginou que esses dois indicadores recuariam tanto, colocando em dúvida se o impulso ao crescimento por parte do Fed tem sido suficiente – um dos argumentos de Trump por trás dos ataques à atuação de Powell no comando da autarquia.

 

Os ativos de risco reagiram mal à decisão de Powell e de seus colegas no FOMC, permeando também o comportamento dos mercados de renda variável, câmbio e juros no Brasil. O Ibovespa, que recuava 0,7% minutos antes da decisão, cedia 0,85%. O dólar futuro se desvalorizava 0,8% ante o real brasileiro na B3, cotado a R$3,76850. Os juros futuros com vencimentos curtos caiam, também aguardando a decisão de juros do Banco Central do Brasil, que deve ser anunciada após as 18h00 de hoje. O BC brasileiro, pressionado por uma economia frágil, inflação abaixo da meta e a iminência de um corte nos juros americanos e europeus, deve também reduzir sua taxa básica de juros, a Selic, pela primeira vez desde março do ano passado nesta quarta-feira, em 25 pontos-base a 6,25%, de acordo com o consenso TC.

 

Em Nova Iorque, os índices S&P500 e Dow Jones Industrials caiam 0,16% e 0,13%, respectivamente, após o anúncio. O dólar americano se fortalecia ante pares, segundo o índice DXY. O rendimento dos Treasuries de dez anos derretia mais de 4 pontos-base a 2,020%, uma indicação de que o mercado vê mais ajustes na Fed Funds daqui em frente. O índice VIX, que mede a volatilidade, acelerou 1,51% a 14,15. Passando ao Brasil, no curto prazo, o começo de um novo ciclo de cortes na Selic deve beneficiar as ações voltadas para o mercado doméstico, especialmente aquelas empresas mais endividadas, ou com grande necessidade de capital, de acordo com gestores, analistas e membros experientes do TC. “Volatilidade à vista”, diz Pablo Spyer, diretor da Mirae Corretora.

 

Para estrategistas do Morgan Stanley, os papéis de Oi, Marfrig, Cyrela, CVC Brasil, Cemig, GPA, BRF e Iguatemi estão em uma lista de 14 empresas locais que ganham com uma Selic menor. O gestor Pedro Albuquerque, membro experiente do TC, vê o setor de varejo como o mais favorecido, com a Selic e a liberação das contas do FGTS agindo como “anabolizantes” nos preços do papéis. Como muitos membros do TC, ele está de olho em ações e setores específicos – como consumo discricionário, construção civil e serviços – que estão longe de ser os mais populares do índice, tradicionalmente dominado por bancos, produtoras de commodities e empresas estatais.

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