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Gestora da XP reduz posição em Brasil, prevendo volatilidade com reforma da Previdência 

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Gestora da XP reduz posição em Brasil, prevendo volatilidade com reforma da Previdência 

Gestora da XP reduz posição em Brasil, prevendo volatilidade com reforma da Previdência 
tcuser

Atualizado há mais de 3 anos

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A XP Asset Management começou fevereiro reduzindo um pouco as posições no mercado local por esperar aumento da volatilidade com o início do debate político da reforma da Previdência, que chegou ontem à Câmara e já levanta incertezas entre investidores.

 

A equipe da gestora ressalva que vê elevada probabilidade de aprovação da proposta enviada pelo governo Jair Bolsonaro, com “bom potencial de apreciação para a maioria dos ativos brasileiros” olhando para um horizonte mais longo. No meio do caminho, porém, deverá ser mais ativa na gestão do portfólio, segundo carta de gestão enviada a clientes.

 

De acordo com o documento, a XP Asset Management segue com exposição comprada em bolsa e diminuiu a posição em NTN-B na parte intermediária da curva. Em paralelo, também reduziu parcialmente a fatia em câmbio após a queda do dólar frente ao real no início de 2019, de R$3,90 para R$3,70.

 

A mudança de estratégia da equipe do fundo multimercado da XP coincide com a postura mais arredia do mercado a respeito da construção política para a Nova Previdência. A tramitação da matéria começa na terça-feira com a instalação da Comissão de Constituição e Justiça na Câmara, enquanto investidores ponderam aspectos sobre o timing de aprovação no Congresso e o quanto do teor será diluído, até algo em torno de R$500 bilhões.

 

Casas como a própria XP disseram no começo do mês que a alta da bolsa podia arrefecer em fevereiro, na medida em que os prazos para algumas disputas comerciais e geopolíticas se aproximava e o Congresso testaria a agenda reformista do novo governo; elas ajustaram suas carteiras recomendadas para o mês com papéis mais defensivos ou focados na economia local.

 

O fundo multimercado XP Macro rendeu 3,57% em janeiro, ante variação de 0,54% do CDI e valorização de 10,82% do Ibovespa no período.

 

(Foto: prédio da Previdência/Mark Hillary)

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