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Brasília, 29 de dezembro – O governo central, composto por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, reportou superávit primário em novembro, em dado que veio acima do projetado pelo consenso do mercado.

Em novembro, o saldo positivo foi de R$3,9 bilhões, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro nesta quarta-feira, enquanto o consenso do mercado projetava superávit de R$1,3 bilhão no mês. No mesmo período do ano passado, o governo central registrou déficit de R$18,3 bilhões.

Apesar do dado positivo naquele mês, no acumulado do ano até novembro o governo reporta déficit de R$49,3 bilhões. A meta fiscal deste ano prevê um déficit de R$247,1 bilhões.

Já no mesmo período do ano passado, o Tesouro registrou rombo de R$699,1 bilhões. No acumulado em 12 meses, o déficit é de R$100,0 bilhões, o equivalente a 1,1% do Produto Interno Bruto.

No mês passado, as despesas primárias do governo central apresentaram queda, em termos reais, de 12,7%, alcançando R$126,9 bilhões. Já as receitas líquidas registraram elevação de 4,4%, a R$130,8 bilhões.

Em comunicado, o Tesouro destacou que o superávit reportado em novembro abre espaço para um resultado primário do governo central, em 2021, melhor do que o projetado pelo Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, que projetava déficit de R$89,8 bilhões.

O Tesouro também elencou, em seu sumário, que a forte arrecadação em 2021 juntamente com a focalização dos gastos com enfrentamento da pandemia contribuíram para a melhora nas contas públicas neste ano.

“Não se pode esquecer o esforço recente de contenção estrutural das principais rubricas de despesas obrigatórias”, complementou, citando a aprovação da Nova Previdência, em 2019, bem como a redução constatada na despesa de pessoal, que devem encerrar 2022 em 3,5% do Produto Interno Bruto, ante 4,2% do PIB em 2018.

“A consequência direta desse esforço é a tendência de redução da despesa do governo central em percentual do PIB, que deve chegar no próximo ano a um patamar pouco acima de 18%, valor próximo ao apurado em 2014 e bem abaixo da média de 19,5% registrada no quinquênio 2015-2019”, pontuou, a despeito do espaço fiscal aberto com a aprovação da PEC dos Precatórios.

Texto: Gabriel Ponte
Edição: Allan Ravagnani
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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