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Ibovespa mantém viés de queda, aliviada por recuperação da Vale

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Ibovespa mantém viés de queda, aliviada por recuperação da Vale

Os papéis da Vale (VALE3) subiam quase 2%, acima dos R$101, na máxima desde agosto do ano passado, somavam pontos ao Ibovespa

Ibovespa mantém viés de queda, aliviada por recuperação da Vale
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Atualizado há 3 meses

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São Paulo, 4 de março –  O Ibovespa mantinha viés de queda no meio da tarde de hoje, com a maioria dos papéis em desvalorização, mas aliviava um pouco as perdas à medida que as ações da Vale revertiam a baixa e somavam pontos ao índice.

Perto das 16h, o Ibovespa perdia 1,02%, aos 113.992 pontos, com o dólar futuro em alta de 0,73% e cotado em R$5,112. A curva de juros operava estressada, com impactos inflacionários da crise geopolítica na Ucrânia causando apostas de investidores em uma alta continuada da taxa Selic.

No mesmo horário, os papéis da Vale (VALE3) subiam 1,96%, aos R$101,65, na máxima desde agosto do ano passado.

Segundo traders ouvidos pela Mover, há ainda um componente de cautela por conta do fechamento do mercado no final de semana e a incerteza muito elevada, que contribuía para a queda dos mercados. O índice de incerteza do TC Matrix, por exemplo, subia 26,46%.

A crise na Ucrânia permanece como foco dos mercados, sendo esperada uma nova rodada de negociações entre os países diretamente envolvidos no conflito nesse fim de semana. O presidente russo, Vladimir Putin, declarou que “aceita dialogar” com o governo ucraniano, mas somente se todas as demandas russas forem atendidas.

Entre os ativos internacionais mais ligados ao conflito, o petróleo Brent subia 4,21%, o índice VIX de volatilidade subia 8,33% e o rublo russo se desvalorizava em 10,73%.

Sobe e desce setorial no Ibovespa

O setor de Materiais Básicos operava positivo no Ibovespa, beneficiado por ganhos em commodities metálicas e desvalorização do câmbio. Na ponta negativa, pesava no índice o setor Financeiro, com as ações de Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4) e B3 (B3SA3) liderando as perdas.

Ações mais sensíveis à escalada de juros futuros, inflação e petróleo sofriam, como as dos setores de aéreas e tecnológicas. A dinâmica era semelhante no mercado americano. Na análise semanal, vê-se quedas pronunciadas em ações de empresas que têm suas margens pressionadas pelas altas nas commodities agrícolas – como Ambev (ABEV3) e BRF (BRFS3) – e energéticas – como Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4).

Texto: Felipe Corleta
Edição: Gabriela Guedes
Imagem: Mover

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