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Ibovespa cai com realização de olho no Copom; no radar, PMIs, juros e inflação na Europa, Fed: Espresso

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Ibovespa cai com realização de olho no Copom; no radar, PMIs, juros e inflação na Europa, Fed: Espresso

O Ibovespa perdeu o patamar de 112 mil pontos, com realização de lucros e na expectativa do Copom, que elevou a taxa Selic a 10,75% ao ano

Ibovespa cai com realização de olho no Copom; no radar, PMIs, juros e inflação na Europa, Fed: Espresso
tcuser

Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 2 de fevereiro– O Ibovespa fechou em baixa, perdendo os 112 mil pontos, em um movimento de realização de lucros após a forte alta de janeiro e aguardando a decisão do Comitê de Política Monetária, que elevou os juros básicos para 10,75% e indicou menor ritmo de alta nas próximas reuniões.

No exterior, as bolsas americanas fecharam perto das máximas do dia, repercutindo bons resultados de empresas de tecnologia e dados de emprego, aguardando também números de atividade nos Estados Unidos e mais balanços amanhã.

Força das tecnológicas

As bolsas americanas fecharam em alta, com o mercado aproveitando barganhas das tecnológicas após liquidação do último mês, com apoio também do balanço acima do consenso da Alphabet e de uma trégua na elevação do rendimento dos Treasuries.

O Dow Jones subiu 0,63%, o S&P500, 0,94% e o Nasdaq 100, 0,80%. O petróleo fechou em alta moderada, com Brent subindo 0,35% e o WTI, 0,07%, após OPEP+ decidir manter os planos para retomada gradual da oferta.

Baixa no Ibovespa

O Ibovespa fechou em queda em dia de decisão do Copom, ajustando após as altas recentes e com peso das ações do setor financeiro, que sofreu com a decepção do balanço do Santander Brasil. O índice caiu 1,18% a 111.894 pontos. Já o dólar futuro recuou 0,08% a R$5,287, revertendo ganhos de mais cedo, e a curva de juros cedeu em toda extensão, em até 13,5 pontos-base, seguindo os rendimentos dos títulos do Tesouro americano e com expectativa antes da decisão do Copom.

O Comitê de Política Monetária decidiu elevar a taxa de juros básica, a Selic, em 1,5 ponto-percentual, a 10,75%, e disse ver momento como “adequado”, para uma redução do ritmo de alta, em linha com as expectativas do mercado.

O Copom destacou o aumento dos riscos externos com possível aperto monetário maior nos Estados Unidos e a força da inflação e de fatores subjacentes na alta dos preços. O Copom mudou as projeções de inflação para este ano, de 4,7% para 5,4%.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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