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Ibovespa fecha em alta com ata do BC dos EUA e Petrobras

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Ibovespa fecha em alta com ata do BC dos EUA e Petrobras

O Ibovespa fechou em alta de 0,31%, rompendo o patamar de 115 mil pontos, enquanto as bolsas americanas encerraram sem direção única

Ibovespa fecha em alta com ata do BC dos EUA e Petrobras
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Atualizado há 3 meses

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São Paulo, 16 de fevereiro – O Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira em alta, com forte apoio da Petrobras, ampliando os ganhos após a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve, que trouxe pouca surpresa em relação aos planos para a política monetária dos Estados Unidos.

O índice de referência da Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 0,31%, a 115.180 pontos. Em Wall Street, Dow Jones e Nasdaq 100 recuaram 0,15% e 0,12%, respectivamente, enquanto o S&P500 subiu 0,09%.

Divulgada mais cedo, a ata da última reunião do comitê decisório do banco central americano deixou em aberto a discussão sobre a magnitude do aumento da taxa básica de juros norte-americana, o que contribuiu para aliviar parte do temor do mercado e ampliar a queda do dólar futuro.

Sobe e desce do Ibovespa

Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, a maior alta percentual foi do papel ordinário do Assaí (ASAI3), com avanço de 7,14%, refletindo o das ações do Carrefour (CRFB3), que divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2021 antes da abertura do pregão.

O destaque, por peso, ficou com as ações ordinárias (PETR3) e preferenciais da Petrobras (PETR4), que subiram 2,20% e 1,39%, respectivamente, seguindo a valorização do petróleo no mercado internacional.

Ainda entre os maiores ganhos, as ordinárias da CVC (CVCB3) e da Natura (NTCO3) ganharam, nessa ordem, 5,96% e 5,93%. Por outro lado, pesaram os papéis ordinários da Weg (WEGE3), em queda de 4,81%, da JBS (JBSS3), de 3,88%, e os preferenciais da Alpargatas (ALPA4), de 3,32%.

O maior volume do dia foi das ações ordinárias da JBS, com saldo total de R$2,5 bilhões, negociando 553,7% acima da média de 50 pregões. A operação em bloco do BNDES, representando cerca de 2,10% do capital da companhia, influenciou fortemente o volume diário.

O conflito geopolítico entre Rússia e Ucrânia ainda segue no radar do mercado, sendo o principal fator de influência na cotação do petróleo hoje, enquanto, no cenário local, investidores monitoram as discussões do Congresso sobre o preço dos combustíveis, com o adiamento da votação de um projeto de lei sobre o assunto no Senado.

Texto: Clara Guimarães
Edição: Gabriela Guedes e Letícia Matsuura
Imagem: Mover

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